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    • tentou usurpar o trono, pouco antes da morte da Davi, Bate-Seba, por sugestão do profeta Natã, lembrou a Davi o seu juramento. Imediatamente, Davi entronizou Salomão, e Bate-Seba tornou-se assim a rainha-mãe. — 1 Reis 1:5-37.

      Depois de o trono de Salomão ter sido firmemente estabelecido, Bate-Seba compareceu perante ele como influente intermediária, fazendo uma solicitação a favor de Adonias. Salomão “se levantou imediatamente para ir ao encontro dela e curvou-se diante dela”, e ordenou que se colocasse um trono para sua mãe, “para que se sentasse à sua direita”. — 1 Reis 2:13-25.

  • Batismo
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    • BATISMO

      [Gr. , báptisma, o processo de imersão, inclusive a submersão e a emergência; de bápto, mergulhar]. Na Bíblia, “imergir” é o mesmo que “batizar”. Em ilustração disto, The Holy Bible, An Improved Edition (A Bíblia Sagrada, Edição Aprimorada), editada em 1913, traduz Romanos 6:3, 4 como segue: “Ou, sois ignorantes de que todos nós, que fomos batizados (imersos) em Cristo Jesus, fomos batizados (imersos) em sua morte? Por conseguinte, fomos sepultados junto com ele mediante nosso batismo (imersão) em sua morte.” (Veja também Rotherham, em inglês; ED; PIB, margem.) Isto é devidamente apropriado, pois a palavra “batizar” é tirada da palavra grega bapttzein, que significa “mergulhar, submergir”. [A Greek-English Lexicon (Léxico Greco-Inglês), de Liddell e Scott, Vol. I, reimpressão de 1948] A Septuaginta grega usa uma forma da mesma palavra para “mergulhar”, em Levítico 14:16. Quando a pessoa é imersa em água, é temporariamente “sepultada” da vista e então é erguida.

      Consideraremos quatro aspectos diferentes do batismo, junto com questões relacionadas: (1) o batismo de João, (2) o batismo em água de Jesus e de seus seguidores, (3) o batismo em Cristo Jesus e em sua morte, (4) o batismo com fogo.

      O BATISMO DE JOÃO

      O primeiro humano autorizado por Deus a realizar o batismo em água foi João, filho de Zacarias e de Elisabete. (Luc. 1:5-7, 57) O próprio fato de que era conhecido como “João Batista” ou “o batizador” (Mat. 3:1; Mar. 1:4) subentende que o batismo ou imersão em água veio à atenção do povo especialmente por meio de João, e as Escrituras provam que seu ministério e seu batismo provinham de Deus; não se originavam de João. Suas obras foram preditas pelo anjo Gabriel como procedentes de Deus (Luc. 1:13-17), e Zacarias profetizou pelo espírito santo que João seria um profeta do Altíssimo, para aprontar os caminhos de Jeová. (Luc. 1:68-79) Jesus confirmou que o ministério e o batismo de João procediam de Deus. (Luc. 7:26-28) O discípulo Lucas registra que “veio a declaração de Deus a João, filho de Zacarias, no ermo. Ele percorreu assim . . . pregando o batismo”. (Luc. 3:2, 3) O apóstolo João declara sobre ele: “Surgiu um homem enviado como representante de Deus; seu nome era João.” — João 1:6.

      Por compararmos várias traduções de Lucas 3:3, obtemos maior entendimento do significado do batismo de João. João veio “pregando o batismo em símbolo de arrependimento para o perdão de pecados” (NM); “batismo condicionado ao arrependimento” [A Transiation in the Language of the People (Tradução na Linguagem do Povo)]; “batismo de arrependimento para a remissão dos pecados” (PIB); “batismo em sinal de arrependimento, para o perdão de pecados” (NEB); “Abandonem seus pecados, sejam batizados, e Deus perdoará vocês.” (BLH) Tais traduções tornam claro que o batismo não lavava os pecados, mas que o arrependimento e a mudança do modo de agir o fazia, e que o batismo era símbolo disso.

      O batismo realizado por João, por conseguinte, não era uma purificação especial da parte de Deus mediante seu servo João, e sim uma demonstração pública e um símbolo do arrependimento do indivíduo quanto a seus pecados contra a Lei, que devia levá-lo a Cristo. (Gál. 3:24) João, destarte, preparou um povo para ‘ver o meio salvador de Deus’. (Luc. 3:6) Sua obra serviu para “aprontar para Jeová um povo preparado”. (Luc. 1:16, 17) Tal obra tinha sido profetizada por Isaías e Malaquias. — Isa. 40:3-5; Mal. 4:5, 6.

      João sabia que suas obras eram meramente uma preparação do caminho diante do Filho de Deus e Messias, e daria lugar ao ministério maior Dele. A razão do batismo de João era que o Messias pudesse tornar-se manifesto a Israel. (João 1:31) Segundo João 3:26-30, o ministério do Messias aumentaria, mas o ministério de João devia decrescer. Aqueles que foram batizados pelos discípulos de Jesus durante o ministério terrestre de Jesus, e que, por conseguinte, tornaram-se também discípulos de Jesus, foram batizados em símbolo do arrependimento, conforme o batismo de João. — João 3:25, 26; 4:1, 2.

      O BATISMO DE JESUS EM ÁGUA

      O batismo do próprio Jesus, segundo realizado por João, tinha necessariamente de ter um significado e um propósito bem diferentes do “batismo de João”, visto que Jesus “não cometeu pecado, nem se achou engano na sua boca”. (1 Ped. 2:22) Assim, não podia submeter-se a um ato que simbolizasse o arrependimento. Sem dúvida, foi por este motivo que João objetou batizar Jesus. Mas Jesus disse: “Deixa por agora, pois assim é apropriado que executemos tudo o que é justo.” — Mat. 3:13-15.

      Lucas declara que Jesus estava orando por ocasião de seu batismo. (Luc. 3:21) Ademais, o escritor da carta aos Hebreus afirma que, quando Jesus Cristo ‘entrou no mundo’ (isto é, não quando ele nasceu e não podia ler nem dizer tais palavras, mas quando se apresentou para o batismo e iniciou seu ministério), ele dizia, de acordo com o Salmo 40:6-8 (LXX): “Não quiseste sacrifício e oferta, mas me preparaste um corpo. . . . Eis! Aqui vim (no rolo do livro está escrito a meu respeito) para fazer a tua vontade, ó Deus.” (Heb. 10:5-9) Jesus já nasceu membro da nação judaica, nação esta que estava num pacto nacional com Deus, a saber, o pacto da Lei. (Êxo. 19:5-8; Gál. 4:4) Assim, Jesus, por este motivo, já se achava numa relação pactuada com Jeová Deus quando se apresentou a João para o batismo. Jesus fazia ali algo mais do que o exigido dele sob a Lei. Estava apresentando-se a seu Pai, Jeová, para fazer a “vontade” de seu Pai, com referência à oferta de seu próprio corpo “preparado” e com respeito a afastar os sacrifícios animais que eram oferecidos segundo a Lei. O escritor da carta aos Hebreus comenta: “Pela dita ‘vontade’ é que temos sido santificados por intermédio da oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez para sempre.” (Heb. 10:10) Jeová aceitou e reconheceu esta apresentação de seu Filho, ungindo-o com espírito santo e afirmando: “Tu és meu Filho, o amado; eu te tenho aprovado.” — Mar. 1:9-11; Luc. 3:21-23; Mat. 3:13-17.

      BATISMO EM ÁGUA DOS SEGUIDORES DE JESUS

      O batismo de João devia ser substituído pelo batismo ordenado por Jesus: “Fazei discípulos de pessoas de todas as nações, batizando-as em o nome do Pai, e do Filho, e do espírito santo.” (Mat. 28:19) Este era o único batismo em água que tinha a aprovação de Deus a partir de Pentecostes de 33 E.C. Alguns anos depois de 33 E.C., Apolo, homem zeloso, ensinava corretamente sobre Jesus, mas só tinha entendimento do batismo de João. Ele teve de ser corrigido sobre este assunto, assim como os discípulos que Paulo encontrou em Éfeso. Tais homens de Éfeso tinham recebido o batismo de João, mas, evidentemente depois que sua realização válida já tinha terminado, visto que a visita de Paulo a Éfeso se dera cerca de vinte anos depois da terminação do pacto da Lei. Foram então batizados corretamente em nome de Jesus, e receberam espírito santo. — Atos 18:24-26; 19:1-7.

      Que o batismo cristão exigia o entendimento da Palavra de Deus e uma decisão inteligente de se apresentar para fazer a vontade revelada de Deus tornou-se evidente quando, em Pentecostes de 33 E.C., judeus e prosélitos ali reunidos, e que já tinham conhecimento das Escrituras Hebraicas, ouviram Pedro falar sobre Jesus, o Messias, resultando em que três mil “abraçaram de coração a sua palavra” e “foram batizados”. (Atos 2:41; 3:19 a 4:4; 10:34-38) Os em Samaria primeiramente creram na pregação das boas novas por Filipe e então foram batizados. (Atos 8:12) O eunuco etíope, devotado prosélito judeu que, como tal, também tinha conhecimento de Jeová e das Escrituras Hebraicas, ouviu pela primeira vez a explanação do cumprimento destas escrituras em Cristo, aceitou-a e então quis ser batizado. (Atos 8:34-36) Pedro explicou a Cornélio que “o homem que o teme [a Deus] e que faz a justiça lhe é aceitável” (Atos 10:35), e que todo aquele que exerce fé em Jesus Cristo obtém o perdão de pecados por meio de seu nome. (Atos 10:43; 11:18) Tudo isto está em harmonia com a ordem de Jesus de ‘fazer discípulos, ensinando-os a observar todas as coisas que vos ordenei’. Aqueles que aceitam o ensino e se tornam discípulos, são apropriadamente batizados. — Mat. 28:19, 20; Atos 1:8.

      Que o batismo em água não purifica, em si mesmo, alguém de seus pecados, mas expressa uma solicitação feita a Deus de uma boa consciência, é indicado pelo apóstolo Pedro, que recua na História em busca duma ilustração, trazendo à atenção as oito pessoas que foram conduzidas através do dilúvio na arca, sob a direção de Noé, e afirma: “O que corresponde a isso salva-vos também agora, a saber, o batismo, (não a eliminação da sujeira da carne, mas a solicitação de uma boa consciência, feita a Deus,) pela ressurreição de Jesus Cristo.” — 1 Ped. 3:20, 21.

      Em Pentecostes, os judeus que tinham responsabilidade comunal pela morte de Jesus, e que, sem dúvida, conheciam o batismo de João, ficaram “compungidos no coração” pela pregação de Pedro, e perguntaram: “Irmãos, o que havemos de fazer?” Pedro respondeu: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado no nome de Jesus Cristo, para o perdão de vossos pecados, e recebereis a dádiva gratuita do espírito santo.” (Atos 2:37, 38) Observe que Pedro indicou-lhes algo novo, que não era o arrependimento e o batismo com o “batismo de João”, e sim o arrependimento e o batismo no nome de Jesus Cristo que era necessário para o perdão dos pecados. Ele não disse que o próprio batismo lavava o pecado. Pedro sabia que “o sangue de Jesus, . . . Filho [de Deus], purifica-nos de todo o pecado”. (1 João 1:7) Mais tarde, ao falar sobre Jesus como “o Agente Principal da vida”, Pedro disse aos judeus no templo: “Arrependei-vos, portanto, e dai meia-volta, a fim de que os vossos pecados sejam apagados, para que venham épocas de refrigério da parte da pessoa de Jeová.” (Atos 3:15, 19) Aqui, instruiu-os que o arrependimento quanto à sua má ação contra Cristo, e ‘dar meia-volta’ para reconhecer a ele, era o que trazia o perdão de pecados; não mencionou, neste ponto, o batismo.

      Quanto aos judeus, o pacto da Lei foi abolido à base da morte de Cristo na estaca de tortura (Col. 2:14), e o novo pacto entrou em operação em Pentecostes de 33 E.C. (Compare com Atos 2:4; Hebreus 2:3, 4.) Todavia, Deus

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