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  • A recuperação ainda é possível
    A Sentinela — 1966 | 1.° de fevereiro
    • eles. A recuperação ainda é possível para tais. — Atos 17:26, 27; Jer. 29:12-14, CBC; Isa. 57:15, Al.

      25 Há outros aspectos interessantes e importantes a considerar sobre este assunto, e há muita coisa que podemos aprender da Bíblia, para a nossa orientação e encorajamento. Por conseguinte, examinaremos uma das parábolas de Jesus. É especialmente apropriada para o nosso tema e tem o seu próprio apelo característico. Referimo-nos à bem-conhecida parábola, ou ilustração, do filho pródigo.

  • Um jovem se desvia
    A Sentinela — 1966 | 1.° de fevereiro
    • Um jovem se desvia

      1. (a) Por que usou Jesus freqüentemente ilustrações? (b) Como foi que Jesus revelou a verdadeira causa da dificuldade?

      JESUS deu muitas ilustrações, deixando-nos pensativos quanto à razão de ele usar tão freqüentemente esse método de ensino. Costumeiramente, o propósito duma ilustração é tornar uma coisa fàcilmente entendida, de forma impressionante. Pode haver exceções a esta regra, porém, como salta aos olhos neste caso. Os discípulos perguntaram a Jesus: “Por que é que lhes falas usando ilustrações” Quando lemos a resposta, ficamos imediatamente admirados pela referência que faz às próprias coisas que temos frisado, a respeito da necessidade de se cair em si e da todo-importante atitude de coração. Disse a seus discípulos: “A vós é concedido entender os segredos sagrados do reino dos céus, mas a êsses não é concedido.” Isto talvez pareça arbitrária decisão da parte de Jesus, mas, prosseguiu mostrando que a causa real da dificuldade jazia com as próprias pessoas. Citando a profecia de Isaías como tendo cumprimento nos seus dias, disse: “Pois o coração deste povo tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido com aborrecimento, e eles têm fechado os olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos, nem entendessem com os corações, e se voltassem, e eu o sarasse.” — Mat. 13:10, 11, 15, 34.

      2. Como foi que o método de ensino de Jesus serviu de prova, com que resultado?

      2 Ah, sim! A maioria das pessoas nos dias de Jesus gostava de ouvir a ele como maravilhoso contador de histórias, como ele parecia ser para elas. Mas, não queriam ser perturbadas em seu conceito das coisas ou modo de vida. Não queriam que a mensagem penetrasse até este ponto. Por isso, fechavam os ouvidos e olhos mentais, de modo a não caírem em si e terem de admitir a necessidade de mudarem seus corações e seus pés numa direção completamente diversa. Marcos diz que Jesus ficara “profundamente contristado com a insensibilidade dos seus corações”. (Mar. 3:5) Assim, o método de ensino de Jesus, por meio de ilustrações, serviu qual prova em que eles falharam, resultando em perderem até mesmo quaisquer informações e oportunidades que tinham. Como disse Jesus: “A todo que não tiver até mesmo o que tiver será tirado dele.” — Mat. 13:12.

      3. Que situação similar prevalece, hoje em dia, e qual é o proceder sábio a seguir?

      3 O mesmo se dá, hoje em dia, especialmente com as pessoas da cristandade. Têm sua religião e a igreja de sua escolha, e muitas não têm intenção de mudar ou de reconhecer a necessidade de mudar. Quando uma das testemunhas de Jeová as visita, procurando desviar sua atenção para a mensagem da Bíblia para a atualidade, no máximo ouvem com aborrecimento. Com efeito, fecham os ouvidos e olhos, e a porta também. Já fizeram a sua decisão. É Não! às testemunhas de Jeová, seja qual for a aproximação tentada. Bem, é seu privilégio e sua responsabilidade, mas não tem de ser assim. Como nos dias de Jesus, o mesmo se dá hoje, a decisão cabe à pessoa. Como nos dias de Jesus, a pedido dos discípulos, ele parou para explicar o significado de certas ilustrações suas. Assim, atualmente, faremos bem em pausar e perguntar o significado e a aplicação atual destes trechos bíblicos. Sabemos que foram ‘escritos para a nossa instrução’, especialmente agora, quando “já chegaram os fins dos sistemas de coisas”. — Mat. 13:36; Rom. 15:4; 1 Cor. 10:11.

      4. Que esbôço é seguido na ilutração do filho pródigo?

      4 A ilustração do filho pródigo é repleta de significado. Assim, de forma a ter em mente o quadro, recapitularemos em poucas palavras a história, que é de um homem que tinha dois filhos. O mais jovem pediu ao pai a sua parte da propriedade. Esta foi concedida, e o jovem então apoderou-se de todos os seus pertences e foi para um país distante, onde dissipou tudo que tinha numa vida devassa. A fome assolou o país, e, em desespero de causa, empregou-se em cuidar de porcos, mas não se lhe permitiu nem que comesse de sua forragem. Em sério apuro, caiu em si e decidiu voltar para casa. Reconheceria seu proceder pecaminoso e pediria para ser recebido, não como filho, mas como servo assalariado. Seu pai, contudo, vendo seu filho à distância, correu para ele e deu-lhe calorosas boas-vindas. Foram-lhe supridos a melhor túnica, sandálias e um ótimo anel, seguindo-se uma festa com música e dança. Mas, o filho mais velho, ao se aproximar da casa e ouvir falar o que acontecia, ficou furioso e não queria tomar parte em nada. Seu pai instou com ele, mas ele apenas retrucou com argumentos. O pai explicou de novo seu proceder, de maneira muitíssimo bondosa e cativante. Ali termina abruptamente a história, deixando o caminho aberto para a reação final do filho mais velho. — Luc. 15:11-32.

      5. De que forma se vê que é ímpar esta ilustração?

      5 Há certos aspectos que assinalam esta ilustração como sendo ímpar. É uma das mais compridas, dadas por Jesus, dando campo a um quadro mais pormenorizado e causando impressão mais profunda. Mas, a característica notável, que contribui para mais profunda impressão, é a relação familiar envolvida. Outras ilustrações envolviam o uso de coisas inanimadas, tais como diferentes tipos de sementes ou solo, ou a relação entre um senhor e seus escravos. (Mat. 13:18-30; 25:14-30; Luc. 19:12-27) Mas, aqui temos a relação mais achegada e íntima entre um pai e seus filhos. Na verdade, amiúde acontece que o pai não cultiva tal relação amigável ou confidencial com os filhos, que são criados de forma a temer e a respeitar a ele, antes que amá-lo de maneira espontânea. Mas, basta lermos tal ilustração para compreendermos que ardente amor tem este pai a ambos os seus rapazes, e o demonstra livremente a cada um deles, embora imerecidamente, conforme aconteceu no caso. A própria história faz um caloroso apelo, conforme Jesus tencionava que fizesse, e nós, por conseguinte, aguardamos com vívida expectativa a consideração

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