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  • ‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’ — Parte 26 da série
    A Sentinela — 1960 | 1.° de maio
    • de Antíoco III na Ásia; Menor, até os montes Tauro. Roma estabeleceu assim um domínio sobre o rei sírio do norte. Um dos filhos deste, que se tornou o Rei Antíoco IV, viveu na infância em Roma, como refém.

      46. Para onde voltou então o seu rosto, e como cambaleou e caiu de modo a não ser mais achado?

      46 Depois de ter sido expulso da Grécia e de perder a Ásia Menor, e quase toda a sua frota, Antíoco III voltou o seu rosto para as fortalezas de seu próprio país. Os romanos tinham rechaçado o vitupério que lançara sobre eles, fazendo-o recair sobre ele próprio ele se achou em apuros para pagar a grande multa a Roma. Em 187 A. C., enquanto tentava roubar o templo de Belus em Elimais, na Pérsia, ele foi morto. Cambaleou e caiu, para morrer. Deixou dois filhos, Seleuco e Antíoco, para lhe sucederem.

      47. Quem se tornou o novo rei do norte, e o que continuou a ser chamado?

      47 Neste ponto, o rei do norte tornou-se Seleuco IV, apelidado de Filopator (“Amigo de Seu Pai”). Apesar das grandes perdas resultantes da derrota de seu pai na batalha de Magnésia, que ele presenciou, Seleuco IV continuou a ser chamado de “Rei da Ásia”. Seu filho, Demétrio, sentiu a dominação de Roma por servir como refém em Roma. Ptolomeu V, cunhado egípcio de Seleuco IV, devido ao casamento com Cleópatra, tentou recuperar as províncias perdidas que devia ter recebido como dote de Cleópatra. Seu envenenamento interrompeu os seus preparativos. Ele foi sucedido por Ptolomeu VI Filometor (“Amigo de Sua Mãe”).

  • É Jesus Cristo o prometido Messias?
    A Sentinela — 1960 | 1.° de maio
    • É Jesus Cristo o prometido Messias?

      Não importa qual a sua raça, nacionalidade ou religião, esta pergunta afeta a sua felicidade — de fato, afeta o seu destino . . . eterno.

      CONHECER a identidade do prometido Messias não é um assunto de somenos importância. É absolutamente vital. As Escrituras Hebraicas não só nos dizem por que este assunto é tão importante, mas elas especificam também a identidade do Messias, além de qualquer dúvida.

      Antes de examinar o testemunho das Escrituras, surge a seguinte pergunta: Que significa a palavra “Messias”?, significa “o ungido”. Em Daniel 9:25, a palavra hebraica mashíahh é traduzida “Messias” na Versão Almeida, e a tradução inglesa feita pela Sociedade Publicadora, Judaica da América, bem como a Versão Brasileira, vertem-na “o ungido”.

      Há muitas idéias diferentes sobre a identidade do Messias. Milhões de pessoas na cristandade crêem que o Messias já apareceu na pessoa de Jesus de Nazaré. Alguns judeus crêem, que o Messias seja a nova nação de Israel; e Philip Bernstein diz no seu livro O Que É Crido Pelos Judeus, publicado em inglês: “Os ortodoxos ainda crêem na vinda dum Messias pessoal, e oram cada dia pelo seu advento. Uma grande parte da comunidade liberal dos judeus rejeitou a idéia duma única personalidade messiânica que venha a salvar a humanidade. . . . Em lugar disso, afirmam a sua fé numa era messiânica que há de ser alcançada pelos esforços cooperativos de homens bons de todas as nações, raças é religiões.”

      As Escrituras Hebraicas desfazem todos os mal-entendidos e todas as dúvidas quanto ao Messias ou o “ungido”. Ungido é alguém revestido de autoridade para agir, da parte de seu superior. O Messias é o Ungido por Deus; Aquele a quem Deus ungiu para libertar a humanidade obediente. Logo cedo na história da raça humana, Deus forneceu a base para a esperança num vindouro Libertador, alguém que esmagaria a cabeça da Serpente, que é Satanás, o Diabo. Esta promessa se acha registrada em Gênesis 3:15, na declaração de Deus à Serpente: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.”

      Posteriormente, as profecias tornaram-se mais específicas quanto a como viria o Libertador. Deus prometeu que haveria grandes bênçãos por intermédio de Abraão: “Por tua semente se abençoarão todas as nações da terra.” — Gên. 22:18.

      Aquele que pudesse libertar toda a humanidade obediente seria realmente governante ou rei. Na antiguidade, o rei levava um cetro, um bastão que era símbolo de poder real. O prometido Libertador precisa ter poder como rei, pois Deus predisse na profecia proferida por Balaão: “Uma estrela procederá de Jacó, e um cetro subirá de Israel.” — Núm. 24:17, Al.

      O profeta Daniel mostra que o reino recebido pelo prometido Governante é celestial: “Eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem: e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele. E foi-lhe dado o domínio e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem: o seu domínio é um domínio eterno.” — Dan. 7:13, 14, Al.

      Por meio deste reino celestial, o prometido Rei há de trazer bênçãos a ‘todas as nações da terra’. O prometido Governante liberta o povo de Deus em toda a parte por destruir os seus inimigos, inclusive as nações iníquas da terra. Portanto, o prometido Rei há de fazer uma obra que esmagará nações, conforme predito pêlo salmista: “Tu as quebrarás [as nações da terra] com um cetro de ferro, como se fossem vaso de oleiro as farás em pedaços.” — Sal. 2:9, NM.

      Quão felizes e pacíficas serão as condições que o governo do Ungido de Deus trará sobre a terra! Não é de admirar-se — o prometido Rei é predito por Isaías como o “Príncipe dá Paz”! (Isa. 9:6) “Nos seus dias florescerá o justo”, predisse o salmista, “e abundância de paz haverá enquanto durar a lua. Dominará de mar a mar, e desde o rio até às extremidades da terra”. — Sal. 72:7-9, Al.

      Em vista de tantas razões vitais para conhecermos a identidade Daquele a quem Deus ungiu por Rei, vejamos agora como as Escrituras Hebraicas estabelecem a identidade dele, habilitando-nos assim a responder à pergunta: É Jesus Cristo o prometido Messias?

      SEUS ANTEPASSADOS E SEU LUGAR NATALÍCIO

      O Governante real a quem a humanidade precisa ser obediente viria da tribo de Judá. Jacó predisse isso: “O cetro não será desviado de Judá, nem a vara de comando de entre seus pés, até que venha Siló, e a ele pertencerá a obediência do povo.” — Gên. 49:10, NM; Al.

      Não somente precisa o prometido Rei e Libertador vir da tribo de Judá, mas ele precisa ser também descendente do Rei Davi, assim como Deus disse a Davi por intermédio do profeta Natã: “Suscitarei depois dó ti a tua semente, que procederá das tuas entranhas, e estabelecerei o seu reino. Ele edificará uma casa para o meu nome, e eu estabelecerei para sempre o trono do seu reino.’ — 2 Sam. 7:12, 13.

      Além disso, como outro sinal positivo de identificação, Aquele a quem Deus ungiria como Governante temia de nascer na cidade de Davi, Belém, assim como foi predito pelo profeta Miquéias: “Mas tu, Bethleem Ephratah [Belém Efrata], que és pequena para se achar entre os milhares de Judah, de ti é que me sairá aquele que ha de ser reinante em Israel; e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde a eternidade. Ele estará em pé apascentará o seu rebanho na força de Jehovah na excelência do nome do Senhor seu Deus.’ (Miq. 5:2, 4) Tais promessas com referência ao Governante ungido de Deus, à pessoa dum Messias que havia de vir, tornam claro que o Messias não é uma nação, nem um esforço cooperativo entre nações.

      A NATUREZA DO SEU TRABALHO

      Antes de receber o seu reino celestial, o prometido Rei apareceria na terra. Ele faria uma obra especial na terra. O profeta Isaías predisse que este Prometido faria uma obra de pregação: “O espírito de Jehovah está sobre mim, porque Jehovah me ungiu para pregar boas novas aos mansos:” O prometido Messias proclamaria “liberdade aos cativos e abertura de prisão aos que estão encarcerados” e apregoaria também “o ano aceitável de Jehovah, e o dia da vingança do nosso Deus”. — Isa. 61:1, 2.

      Portanto, o prometido Ungido precisa ser profeta a quem os homens teriam de dar ouvidos. Moisés predisse este Profeta vindouro. “Disse-me Jehovah”, escreveu Moisés em Deuteronômio 18:17-19, “Dentre os seus irmãos lhe suscitarei um profeta semelhante a ti; porei na sua boca as minhas palavras, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. Todo aquele que não ouvir as minhas palavras que ele falar em meu nome, eu o requererei dele”.

      Embora o prometido Ungido não recebesse o seu reino enquanto na terra, apresentar-se-ia ele ao seu povo como o Rei e Governante predito pelos profetas? Sim, mas faria isso de modo inteiramente inesperado. Não viria então nas nuvens do céu, nem esmagaria o jugo do domínio romano, mas viria como o profeta Zacarias predisse: “Regozija-te muito, filha de Sião; exulta, filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei. Ele é justo, e traz a salvação; ele é pobre e vem montado sobre um jumento, sobre um potrinho, filho duma jumenta.” (Zac. 9:9) Seria este rei aceito pelo seu próprio povo?

      REJEIÇÃO E MORTE DO MESSIAS

      Contrário à expectativa, o há muito prometido Messias, ao aparecer como homem, seria aceito apenas por uns poucos. O povo judeu, como nação, o teria de rejeitar como o prometido Messias, conforme predito por Isaías no capítulo cinqüenta e três do seu livro. “Era ele desprezado, e dele não fizemos caso”, predisse Isaías. “Nós o reputávamos como aflito, ferido de Deus e oprimido.” — Isa. 53:3, 4.

      Finalmente, como para culminar o inteiramente inesperado, o Ungido de Deus tinha de ser morto pelos que o rejeitavam. Sim, a perseguição e a morte seriam a sorte do Messias, “ainda que ele não tinha cometido violência, nem havia dolo na sua boca”. Resistiria o Messias? Disse o profeta de Deus: “Como o cordeiro que é levado ao matadouro, e como a ovelha que é muda deante dos que a tosquiam; assim não abriu ele a boca.” — Isa. 53:9, 7.

      O Salmo vinte e dois é outro relato inspirado, que prediz as coisas que o Messias tinha de sofrer. Leia este salmo, para ver as muitas maneiras específicas em que o Messias tinha de sofrer. Por exemplo, este salmo diz a respeito dos executores do Messias: “Semelhantes a um leão atacam minhas mãos e meus pés.” Lançariam até sortes sobre a sua vestimenta: “Repartiram entre si a minha roupa, e lançaram sortes sobre minha vestimenta.” — Sal. 22:16, 18, NM.

      Quão desapontador seria isso para os judeus que esperassem a libertação na ocasião do aparecimento do Messias!

      Muitos judeus deixariam de ver que os profetas predisseram duas vindas do Messias, cada uma para um fim específico. Na sua primeira vinda, o Messias viria como homem; na sua segunda vinda ou presença, ele viria como gloriosa criatura espiritual, para dar cumprimento às gloriosas profecias a respeito do seu domínio eterno. Muitos judeus rejeitariam o Messias como homem, por acharem que deveria cumprir estas maravilhosas profecias a respeito de sua vinda em glória na sua primeira vinda.

      TRES PONTOS DESTACADOS DE IDENTIFICAÇÃO

      Calcula-se que haja trezentas ou mais referências ao Messias nas Escrituras Hebraicas. Em realidade, somente três delas bastam para determinar a identidade do Messias além de qualquer dúvida.

      Primeiro, aquele que se destinava a ser o prometido Messias havia de nascer duma virgem, pelo poder de Deus, assim como Jeová Deus predisse através de Isaías: “Eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho.” — Isa. 7:14, Al.

      Segundo, o Messias, pouco depois de ser morto, ressuscitaria dentre os mortos, pelo poder de Deus. Isto foi predito no Salmo 16:10: “Pois não abandonarás a minha alma ao Seol.”

      Terceiro, o Messias tinha de aparecer no tempo exato. Quando O anjo Gabriel disse a Daniel, e este profeta o conta a nós: “Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para extinguir a transgressão, e dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer á justiça eterna, e selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos santos. Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Messias [o ungido, VB], o Príncipe, sete semanas; e sessenta e duas semanas.” — Dan. 9:24, 25, Al.

      Portanto, “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém” até ao Messias, o príncipe, decorreriam sessenta e nove semanas. Qual é a duração destas sessenta e nove semanas? Não se trata de semanas de dias, mas de semanas de anos, em harmonia com a regra “cada dia por um armo”, muitas vezes encontrada na cronologia bíblica. — Eze. 4:6; Núm. 14:34.

      Quando começaram estas sessenta e nove semanas de anos, ou 483 anos? Começaram, conforme disse Daniel, “desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém”. Quando foi isso? A história nos diz que foi em 455 A. C. Naquele ano, o Rei Artaxerxes decretou que Jerusalém e seus muros fossem reedificados. Isto é encontrado em Neemias 2:1-8. Assim, começando com 455 A. C., os 483 anos terminariam em 29 E. C. Este era o tempo exato para o Messias aparecer. Não podia aparecer na terra nem antes nem depois daquela data.

      Pois bem, apareceu o Messias em 29 E. C? Apareceu, sim! Lucas 3:1-4 diz: “No décimo quinto ano do reinado de Tibério Cesar, . . . veio a palavra de Deus a João, filho de Zacharias, no deserto. Ele percorreu toda a circunvizinhança do Jordão, pregando o batismo de arrependimento para remissão de pecados.” Cerca de seis meses depois, Jesus de Nazaré dirigiu-se a João e foi batizado, e neste batismo evidenciou-se que Jesus se tornou o Messias, o Ungido; pois ele foi ungido com o espírito santo de Deus. — Veja-se Mateus 3:13-17, João 1:32-34 e Lucas 4:17-19.

      Somente Jesus Cristo preencheu todos os requisitos estabelecidos pelas Escrituras Hebraicas. Êle nasceu da tribo de Judá, como descendente do Rei Davi. (Mat. 1:1-3; Luc. 3:31, 33) ele nasceu em Belém. (Mat. 2:1, 5, 6) Nasceu duma virgem. (Mat. 1:22, 23) Entrou em Jerusalém montado numa jumenta. (Mat. 21:4, 5) Foi rejeitado pelo povo judeu como um todo. (Mar. 9:12; 12:10, 11; João 1:11; Atos 4:11) Manteve-se calado diante dos seus acusadores; foi pendurado numa estaca. (Mat. 27:12-14; Mar. 15:25, NM) Foi ressuscitado dentre os mortos, havendo mais de quinhentas testemunhas disso. (Mar. 16:6; Atos 2:31; 1 Cor. 15:6) Jesus foi ungido como Messias no ano exato predito por Daniel — 29 E. C.!

      Jesus Cristo é a Semente da mulher de Deus, a Semente de Abraão, o Príncipe da Paz, o prometido Messias. O Messias é agora Rei, tendo recebido o reino celestial das mãos de seu Pai. Somente os que dão atenção e obedecem às palavras do Messias sobreviverão para o novo mundo de Deus, para usufruir alia bênção de vida eterna depois que este mundo e seu deus, Satanás, o Diabo, forem destruídos pela Semente da mulher de Deus. Quão vital é dar ouvidos ao aviso de Moisés: “Toda a alma que não ouvir a esse profeta, será exterminada do meio do povo”! — Atos 3:23.

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    A Sentinela — 1960 | 1.° de maio
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      QUE Cristo Jesus ordenou aos seus seguidores que pregassem as “boas novas do reino” é evidente tanto do seu exemplo como da instrução que lhes deu. Muitos, porém, tomaram as instruções de Jesus como significando que devem tentar converter o mundo; e em vista do fato de que professam fazer isso às ordens de Deus, afirmam que Deus está tentando converter o mundo. (Como se Deus precisasse tentar fazer algo!) — Mat. 24:14, NM.

      Visto que tais professos cristãos crêem que o homem tem uma alma imortal, que na morte vai ou para o céu ou para o inferno (ou para o purgatório), eles se vêem confrontados por um dilema. Ou o caso é que todos os que nunca ouviram que “abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” estão condenados a sofrer o tormento eterno, e assim os cristãos se vêem confrontados pela tarefa irrealizável de tentar converter o mundo — irrealizável porque os povos pagãos aumentam de população muito mais ràpidamente do que estão sendo convertidos; ou Deus terá de salvar a todos à base do fato de nunca terem tido nenhuma oportunidade, caso em que se precisa perguntar: Por que não manter toda a humanidade em ignorância e salvar depois a todos? — Atos 4:12, ARA.

      Mas a Palavra de Deus não apresenta nenhum dilema. Ela mostra que Deus é perfeito em sabedoria, justiça, amor e poder, e que ele realiza tudo o que decide fazer; que ele decretou que o salário do pecado é a morte, não o tormento eterno, e que por causa do seu amor e por causa do seu nome ele tomou providências pelas quais os obedientes da humanidade podem recuperar o que seu primeiro pai Adão perdeu para eles, a saber, a vida eterna num mundo justo. A Palavra de Deus mostra além disso que este mundo justo está às portas, o que significa que o fim deste velho mundo iníquo também está próximo. Deus faz, portanto, que se realize uma grande obra de pregação, para dar testemunho, avisando a todos os iníquos da sua ruína e oferecendo a todos os que amam a justiça a via de escape para o novo mundo de Deus.

      Na execução desta obra de pregação para dar testemunho, os servos de Deus esforçam-se em fazer a mensagem que oferecem tão convincente como possível. Sua motivação no cumprimento desta obra de pregação é o amor, o amor a Deus e o amor ao seu próximo: Na realização desta obra usam os mesmos métodos empregados por Jesus e pelos seus discípulos, junto com os meios modernos de comunicação que se acham à sua disposição, tais como a imprensa, o rádio e a televisão. Em resultado de tal pregação, milhões de pessoas ouviram pela primeira vez falar de Jeová e dos seus propósitos, e centenas de milhares se debicaram a Jeová, participando agora na obra de pregação. — Apo. 7:9, 10.

      Hoje em dia não há obra mais agradável em que alguém se possa empenhar do que a de pregar para dar testemunho. Não se trata da tarefa irrealizável de tentar converter o mundo, nem é inútil, como se todos fossem salvos por causa de ignorância.

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