BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia
BIBLIOTECA ON-LINE
da Torre de Vigia
Português (Brasil)
  • BÍBLIA
  • PUBLICAÇÕES
  • REUNIÕES
  • Jezabel
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • Por este motivo, “o Filho de Deus” declarou que ela seria lançada num leito de doença e os filhos dela seriam mortos, para mostrar que cada um é recompensado segundo suas ações. — Rev. 2:18-23.

  • Jezreel, Jezreelita
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • JEZREEL, JEZREELITA

      [Deus semeará semente].

      O nome “Jezreel” era possuído por dois homens diferentes. (1 Crô. 4:3; Osé. 1:4) Havia também duas cidades conhecidas como Jezreel, uma na região montanhosa de Judá (Jos. 15:56) e a outra na fronteira do território de Issacar. (Jos. 19:17, 18) Um habitante de qualquer destas duas cidades era chamado de jezreelita. (1 Sam. 27:3; 1 Reis 21:1) A área geográfica abrangida pelo vale de Jezreel amiúde é restrita à baixada que se estende na direção SE desde a cidade de Jezreel, em Issacar, até Bete-Seã. Mas, às vezes, a designação “vale de Jezreel” também é usada, atualmente, para incluir a baixada a O de Jezreel, ou a planície de Esdrelom (a forma grega do hebraico Jezreel).

      A cidade situada na fronteira do território de Issacar é ligada a Zer‘in, povoado situado a c. 11 km ao N de Jenin (En-Ganim). (Jos. 19:17, 18) Logo ao SE acha-se uma cordilheira em forma de crescente, de colinas de pedras calcárias, que é tradicionalmente identificada com o monte Gilboa.

      Situada na ponta de uma descida rochosa, Zer‘in dá para a inteira baixada de Jezreel, estendendo-se para o SE por c. 19 km e medindo aproximadamente 3 km de largura. No tempo de Josué, esta área era controlada pelos cananeus, que possuíam uma frota de carros fortes e bem-equipados. (Jos. 17:16) Foi também na baixada de Jezreel que Gideão e seus 300 homens testemunharam a mão salvadora de Jeová, à medida que as forças inimigas dos midianitas, amalequitas e orientais se voltaram umas contra as outras, em confusão. (Juí. 6:33; 7:12-22) Mais tarde, o exército israelita, sob o Rei Saul, acampado junto à fonte de Jezreel (talvez Ain Jalud, no espinhaço NO do monte Gilboa ou Ain el-Meiyiteh, abaixo da cidade de Zer‘in), encarava os inimigos filisteus. Depois disso, receberam-se notícias de Jezreel a respeito da morte de Saul e de seu filho, Jonatã. (1 Sam. 29:1, 11; 2 Sam. 4:4) Jezreel e sua vizinhança vieram então a ser parte do território governado pelo filho de Saul, Is-Bosete. (2 Sam. 2:8, 9) E, enquanto Salomão reinava, a designação do preposto Baana incluía a fértil planície de Jezreel. — 1 Reis 4:7, 12.

      Na metade final do século X AEC Jezreel servia como residência real do Rei Acabe, de Israel, e de seu sucessor, Jeorão, embora Samaria fosse realmente a capital do reino setentrional. (1 Reis 18:45, 46; 21:1; 2 Reis 8:29) No vinhedo de Nabote, próximo do palácio em Jezreel, o profeta Elias proferiu o julgamento de Jeová contra a casa de Acabe. (1 Reis 21:17-29) Esta profecia se cumpriu. Jeú matou o Rei Jeorão, filho de Acabe, e então mandou que o cadáver deste fosse lançado no lote de terra do campo de Nabote. Jezabel, esposa de Acabe, virou comida dos cães necrófagos de Jezreel, quando foi lançada duma janela alta, às ordens de Jeú. As cabeças dos setenta filhos de Acabe, executados pelos seus tutores, em Samaria, foram empilhadas em dois montes na porta de Jezreel. Nenhum dos homens distintos, dos conhecidos e dos sacerdotes de Acabe, em Jezreel, conseguiu escapar. — 2 Reis 9:22-37; 10:5-11.

      A PROFECIA DE OSÉIAS

      O nome profético “Jezreel”, que Jeová instruiu que Oséias desse a seu filho com Gômer, apontava um futuro ajuste de contas contra a casa de Jeú. Esse ajuste de contas veio quando Zacarias, trineto de Jeú, depois de governar seis meses, foi assassinado, e Salum, o homicida, apoderou-se do trono. (2 Reis 15:8-10) Assim findou a dinastia de Jeú. Cerca de 50 anos depois, em 740 AEC, quando o reino setentrional caiu diante da Assíria e seus habitantes foram exilados, o governo régio da casa de Israel cessou por completo. Nesse tempo, o “arco de Israel”, isto é, seu poderio militar, foi definitivamente quebrado. A profecia indicara que isto ocorreria na baixada de Jezreel, talvez porque os assírios obtiveram ali uma vitória decisiva. — Osé. 1:4, 5.

      No entanto, mediante seu profeta Oséias, Jeová também indicou um significado favorável de “Jezreel”. Por reajuntar o restante de Israel e de Judá, e então fazer Seu povo retornar à terra dele, Jeová semearia semente. — Osé. 1:11; 2:21-23; compare com Zacarias 10:8-10.

  • Jó
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • JÓ

      [objeto de hostilidade].

      Um homem que morava na terra de Uz, no que é agora a Arábia. (Jó 1:1) Deus disse a respeito de Jó: “Não há ninguém igual a ele na terra, homem inculpe e reto, temendo a Deus e desviando-se do mal.” (Jó 1:8) Isto indicaria que Jó morava em Uz por volta da mesma época em que seus primos distantes, as doze tribos de Israel, estavam em escravidão lá na terra do Egito. Já então, José, filho de Jacó (Israel), havia morrido, depois de ter suportado muitos sofrimentos injustos, mas se mantivera inculpe para com Jeová Deus. Moisés não tinha ainda surgido como profeta de Jeová, para liderar as doze tribos de Israel para fora da escravidão no Egito. Entre a morte de José (1657 AEC) e o nascimento de Moisés (1593 AEC), passou-se um período de sessenta e quatro anos. Não existe nenhum registro de alguém, entre José e Moisés, com integridade como a de Jó. Foi provavelmente neste período que ocorreram as palestras entre Jeová e Satanás, envolvendo Jó. — Jó 1:6-12; 2:1-7.

      ÉPOCA DA PROVAÇÃO DE JÓ

      Credita-se a Moisés, em geral, a escrita do relato das experiências de Jó. Ele podia ter sabido a respeito de Jó quando passou quarenta anos em Midiã, e talvez tivesse ouvido falar do resultado final feliz e da morte de Jó quando Israel estava perto de Uz, próximo do fim de sua jornada pelo deserto. Se Moisés concluiu a compilação do livro de Jó por volta da época da entrada de Israel na Terra Prometida, em 1473 AEC (provavelmente não muito depois da morte de Jó), isto situaria a época das provações de Jó por volta de 1613 AEC, pois Jó ainda viveu 140 anos depois de suas provações. — Jó 42:16, 17.

      HOMEM RICO E HONRADO

      Jó era, pelo que parece, parente de Abraão por meio de Uz, filho de Naor, irmão de Abraão. (Gên. 22:20, 21) Embora não fosse israelita, Jó era adorador de Jeová. Era “o maior de todos os orientais”, possuindo grande riqueza. Sua família consistia em sua esposa, sete filhos e três filhas. (Jó 1:1-3) Ele realizava conscienciosamente os deveres de sacerdote em benefício de sua família, oferecendo sacrifícios a Deus em favor deles. — Jó 1:4, 5.

      Jó era um homem honrado, ou de boa reputação, possuindo servos, sendo uma figura de destaque na porta da cidade, até mesmo os homens idosos e os príncipes o respeitando. (Jó 29:5-11) Ele se sentava ali como juiz imparcial, executando a justiça como defensor das viúvas, e era como que um pai para o menino órfão de pai, para os aflitos e para aqueles que não tinham nenhum ajudador. (29:12-17) Ele se mantinha isento da imoralidade, do ganancioso materialismo e da idolatria, e era generoso para com os pobres e os necessitados. — 31:9-28.

      A INTEGRIDADE DE JÓ

      Daí Jeová, com confiança na integridade de Jó, desafiada por Satanás, e sabendo de Sua própria capacidade de recuperar e recompensar Jó, permitiu que Satanás testasse a integridade de Jó até o limite máximo, mas não permitiu que Satanás matasse Jó. Depois de Satanás, por vários meios, ter tirado primeiro o gado e os servos de Jó, daí os filhos dele (Jó 1:13-19), Jó jamais acusou a Deus de tolice ou de agir errado. Nem se desviou de Deus, mesmo quando pressionado por sua própria esposa, e por outros. (1:20-22; 2:9, 10) Ele falou a verdade sobre Deus. (42:8) Ele aceitou a repreensão por estar ansioso demais em se declarar justo e por deixar de vindicar a Deus (32:2), e ele admitiu seus pecados perante Deus. — 42:1-6.

      EXEMPLO PARA OS CRISTÃOS

      Jeová amava Jó. No fim de seu proceder fiel sob provação, Deus constituiu Jó em sacerdote para seus três companheiros, que contenderam com ele, e Deus restaurou Jó à sua condição anterior. Jó de novo veio a possuir uma família excelente (evidentemente com a mesma esposa) e dobrou as riquezas que ele antes possuíra. Todos os seus parentes e antigos associados vieram novamente a apresentar-lhe seus respeitos, e lhe trazer presentes. (Jó 42:7-15) Ele viveu para ver seus filhos e seus netos por quatro gerações. — Jó 42:16.

      Por meio do profeta Ezequiel, Deus apontou Jó como um exemplo de justiça. (Eze. 14:14, 20) Ter ele suportado pacientemente o sofrimento é apresentado como exemplo para os cristãos, e seu feliz resultado é indicado como algo que magnífica a afeição e a misericórdia de Jeová. (Tia. 5:11) O relato de sua experiência provadora é de grande conforto e revigoramento para os cristãos, e muitos princípios bíblicos são destacados e esclarecidos no livro que leva o seu nome.

  • Jó, Livro De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • JÓ, LIVRO DE

      Escrito por Moisés, segundo os peritos tanto judeus como cristãos primitivos. Sua poesia, sua linguagem e seu estilo indicam que foi escrito originalmente em hebraico, e em suas partes de prosa possui muitas similaridades com o Pentateuco, o que tende a indicar Moisés como o escritor. Durante sua estada de quarenta anos em Midiã, Moisés podia ter tido acesso aos fatos sobre a provação de Jó e podia vir a saber do resultado final quanto à vida de Jó, quando Israel chegou perto de Uz, a caminho da Terra Prometida, em 1473 AEC.

      ARRANJO

      O livro de Jó é ímpar no sentido de que consiste principalmente de um debate entre um servo verdadeiro de Jeová Deus e três outros que afirmavam servir a Deus, mas que cometeram erros doutrinais em sua tentativa de corrigir a Jó. Eles erroneamente pensavam que Jó estava sendo punido por Deus devido a grave pecado oculto. Assim, argüindo nesta base, realmente tornaram-se perseguidores de Jó. (Jó 19:1-5, 22) O debate consiste numa série de três fases de discursos, em que todos os quatro oradores participam, exceto que Zofar não fala na última fase, tendo sido silenciado pelo argumento de Jó. Depois disso, todos são corrigidos pelo porta-voz de Jeová, Eliú, e, finalmente, pelo próprio Deus.

      É claro, portanto, que é preciso ter presente, ao se ler ou citar este livro, que os argumentos apresentados por Elifaz, Bildade e Zofar são errôneos. Às vezes, estes três companheiros de Jó declaram fatos verídicos, mas num contexto e com uma aplicação que são errados.

      Os companheiros de Jó disseram que Deus pune os iníquos. Isto é verdade. (2 Ped. 2:9) Mas eles concluíram que todo sofrimento por que alguém passa é resultado de pecados de tal pessoa — que Deus, destarte, administra-lhe o castigo. O sofrimento, disseram, é evidência de que um indivíduo pecou de modo específico. Falaram de forma inverídica sobre Deus. (Jó 42:7) Caluniaram-no. Segundo apresentaram Deus, faltava-lhe misericórdia. Sua afirmação era de que Deus não se deleita no homem que mantém integridade, e

Publicações em Português (1950-2026)
Sair
Login
  • Português (Brasil)
  • Compartilhar
  • Preferências
  • Copyright © 2025 Watch Tower Bible and Tract Society of Pennsylvania
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
  • Configurações de Privacidade
  • JW.ORG
  • Login
Compartilhar