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  • Pode-se achar falta em Deus?
    A Sentinela — 1963 | 1.° de janeiro
    • de longe.” Não foi homem algum que deu à águia a sua visão aguda, habilitando-a a perscrutar a enorme expansão da terra e penetrar nas profundas ravinas. As águias têm a habilidade peculiar de mudar com rapidez a focalização de seus olhos, o que é uma grande ajuda para apanhar a sua presa. Comentando a respeito da visão delas, Rutherford Platt escreve na obra The River of Life (O Rio da Vida):

      “Encontramos os olhos campeões entre todo o reino animal nas alturas do firmamento à luz do dia — são os olhos da águia, do abutre e do gavião. São tão aguçados que podem olhar para baixo da altura de mil pés [300 metros] no ar e avistar um coelho ou um galo silvestre meio escondido no mato.

      “A vista aguçada do olho caçador é causada pelo reflexo do objeto que cai sobre um denso grupo de células pontudas e da forma de cone. Este pequeníssimo ponto na traseira do globo ocular absorve os raios de luz do objeto através de milhares de pontos, de modo especial que concentra na mente uma imagem nítida. Para quase todos os caçadores, tais como o cangambá, o puma e nós mesmos, um único ponto dos cones é o suficiente; olhamos diretamente para a frente e aproximamo-nos diretamente do objeto que contemplamos. Mas tal não se dá com a águia nem com o gavião, que, fitando o coelho na mata com os seus aguçados cones focalizadores, pode então aproximar-se mediante uma longa descida obliqua. Isto faz que a imagem do objeto passe através da parte traseira do globo ocular numa trajetória curva. Tal trajetória é planejada com precisão para o filho da águia, de modo que, ao invés de um grupo de cones, a ave ao descer tem uma trajetória curva de cones. Ao passo que a águia desce, o coelho na mata é assim mantido em constante foco. Pode parecer um ponto tão pequeníssimo, que a trajetória curva das células de focalização no globo ocular corresponde exatamente à trajetória curva da descida, mas é de grande importância para os que estão envolvidos, e pergunto-me quem pensou nisso.”

      Foi o Criador! Ele, e não o homem, dotou a águia de tal visão maravilhosa.

      Em quarto lugar se acha o notável modo de a águia prover sustento para si e para seus filhotes. Algumas espécies de águias não desprezam as carcaças de animais que acabaram de morrer, de modo que o suprimento de alimento para elas vem de duas fontes: O que já está morto e o que elas pegam. As águias se alimentam de animais pequenos, os quais pegam e levam para, seus filhotes. Os filhotes de águias, ainda muito fracos para devorar carne, chupam o sangue da presa. Portanto, a águia se sustenta a si mesma bem como a sua família pela velocidade de suas asas, pela sua visão aguçada e pela sua habilidade de apanhar a presa, também por encontrar e procurar carcaças. “Onde há mortos, ela aí está.”

      OBTENDO O PONTO DE VISTA CORRETO

      Após essas palavras acerca de sua criação, tanto animada como inanimada, Jeová perguntou do seio da tempestade: “Acaso quem usa de censuras contenderá com o Todo-poderoso? Quem assim argúi a Deus que responda.” — Jó 40:1, 2, ALA.

      Jeová falou. Essas palavras sobre as maravilhas de Deus na natureza fizeram que Jó voltasse ao seu estado mental correto, a fim de entender que a criatura não é nada em comparação com o Criador, que, em face da grandiosidade de Deus, Jó não devia declarar “ser mais justo do que Deus”. Visto que Jeová tem demonstrado tanto poder e sabedoria na sua criação visível, e visto que há também muitas coisas que estão além da compreensão do homem, a Deus se deve confiança implícita. Tudo o que Deus faz, quer seja imediatamente entendido pelo homem quer não, o único sentimento correto que o homem deve ter é que Deus faz o que é justo. Seria o cúmulo de presunção levantar dúvidas sobre qualquer parte dos feitos de Deus, baseando-se no juízo humano. Quem, então, contenderá com o Todo-poderoso ou achará falta nele? Certamente, não Jó. “Então Jó respondeu ao SENHOR [Jeová], e disse: Sou indigno; que te responderia eu? Ponho a mão na minha boca. Uma vez falei, e não replicarei, aliás, duas vezes, porém não prosseguirei.” O remorso de Jó não era verboso; não tinha nem sombra de auto-justiça. Era simplesmente “Sou indigno.” — Jó 40:3-5, ALA.

      As palavras adicionais de Jeová revelam a sabedoria da expressão de Jó:

      “Então o SENHOR [Jeová] do meio de um redemoinho, respondeu a Jó: Cinge agora os teus lombos como homem; eu te perguntarei, e tu me responderás. Acaso anularás tu, de fato, o meu juízo? Ou me condenarás, para te justificares? Ou tens braço como Deus, ou podes trovejar com a voz como ele o faz? Orna-te, pois, de excelência e grandeza, veste-te de majestade e de glória. Derrama as torrentes da tua ira, e atenta para todo soberbo, e abate-o. Olha para todo soberbo, e humilha-o, calca aos pés os perversos no seu lugar. Cobre-os juntamente no pó, encerra-lhes o rosto no sepulcro. Então também eu confessarei a teu respeito que a tua mão direita te dá vitória.” — Jó 40:6-14, ALA

      Porá algum homem em dúvida o direito de Deus de ser o Soberano Universal? Tem algum homem “braço como Deus” para abater os soberbos e iníquos e encerrá-los no pó da terra, como Deus o fará na guerra do Armagedon? Caso tenha, então Jeová diz: “Então também eu confessarei a teu respeito que a tua mão direita te dá vitória.” Não é o homem, mas o braço e a mão direita de Jeová que livrará os justos das mãos dos perversos. O Armagedon é a batalha de Deus para a vindicação de sua soberania. Nenhuma criatura sobre a terra necessitará lutar naquela guerra por Deus. Portanto, se o homem não pode fazer a obra de Deus, que direito tem qualquer homem de dizer que Deus não a faz bem? Nunca pode ter o direito de impugnar as ações de Deus.

      Precisamos cuidar de não acusar Deus de injustiça ou de sermos achados criticadores do caminho divino: “Somos acaso mais fortes do que ele?” (1 Cor. 10:22, ALA) Lembremo-nos das palavras de Isaías 45:9: “Ai daquele que contende com o seu Criador! e não passa de um caco de barro entre outros cacos. Acaso dirá o barro ao que lhe dá forma: Que fazes?” (ALA)

      Reconheçamos o nosso devido lugar, como Jó reconheceu. Sob a influência do novo conhecimento que Jó ganhou, ele compreendeu a impotência do homem e a grandeza de Deus. Os cristãos, semelhantes a Jó, precisam medir seu próprio tamanho, precisam reconhecer quão insignificante é a sua justificação própria em comparação com a vindicação do nome e da soberania de Jeová. Não achemos falta em Deus. Sejam as nossas palavras: “Ao meu Criador atribuirei a justiça.” — Jó 36:3, ALA.

  • Uma ajuda real
    A Sentinela — 1963 | 1.° de janeiro
    • Uma ajuda real

      Por quase um século e agora em mais de 60 idiomas a revista A Sentinela tem ajudado milhões de pessoas a compreender e a praticar os princípios bíblicos. Há milhões que têm sido abençoados pelo salutar alimento espiritual desta revista.

      Entre os que apreciam grandemente o indiscutível valor da Sentinela acha-se certo abastado comerciante da cidade de Canela, Rio Grande do Sul. Este comerciante, adepto da religião da Boa Vontade, ao ser visitado por uma das testemunhas de Jeová demonstrou grande alegria pela visita, especialmente, por causa da oportunidade de renovar a sua assinatura para esta revista, que lhe é tão valiosa. “Nela”, disse ele, “encontro solução para os meus problemas religiosos e até familiares. Meu filho mais velho queria casar-se e o pai de sua noiva exigiu que ele se tornasse católico. Isto o deixou apreensivo. Eu, porém, acabara de ler o artigo ‘O Matrimônio no Paraíso’ (publicado na edição de 1.° de maio de 1961), peguei a caneta e copiei imediatamente alguns parágrafos, juntamente com os argumentos bíblicos, e dei ao meu filho que, por sua vez, levou ao seu futuro sogro. Este, após ler sobre a posição correta do cristão quanto ao matrimônio, suspendeu a exigência”. E, demonstrando apreciação adicional, foi assistir ao estudo da Sentinela no Salão do Reino local.

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