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    • ofertas, pois Jeová só aceitará a Jó, Seu “servo”, e as orações deste em favor deles. Eles fazem isto (42:7-9)

      B. Jeová cura Jó quando este ora a favor de seus companheiros, lhe dá bens em dobro, restaura-lhe parentes, amigos. Ele tem sete filhos, também três filhas, as mais lindas da terra (evidentemente sua esposa foi restaurada como sendo uma com ele). Jó vive 140 anos mais e vê quatro gerações de descendentes (42:10-17)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 91-97.

  • Joabe
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    • JOABE

      [Jeová é pai].

      O segundo dos três filhos da meia-irmã de Davi, Zeruia (filha da mãe de Davi, evidentemente não com Jessé, mas de anterior casamento com Naás — 2 Sam. 17:25). Joabe era, assim, sobrinho de Davi. Seus irmãos eram Abisai e Asael. (2 Sam. 8:16; 1 Crô. 2:13-16) Ao identificar estes três homens, registra-se o nome da mãe deles, em vez de o do pai, porque ela era irmã de Davi; assim, torna-se claro o parentesco de Davi com esses três homens.

      CARACTERÍSTICAS

      Joabe era um general capaz, um homem dotado de capacidade de organização, engenhoso e decidido. Por outro lado, era ambicioso oportunista, vingativo, astucioso, e, às vezes, inescrupuloso.

      Joabe estava à testa dos homens de Davi na ocasião em que Is-Bosete, filho de Saul, governava todo o Israel, com exceção da tribo de Judá, que se apegava a Davi. (2 Sam. 2:10) Os servos de Is-Bosete e de Davi foram atraídos uns contra os outros junto à piscina de Gibeão, as forças de Is-Bosete estando sob o comando do tio de Saul, Abner, que fora responsável por Is-Bosete assumir o trono. Enquanto os homens estavam sentados, uns encarando os outros, Abner sugeriu um combate entre doze homens de cada lado. Quando se agarraram uns aos outros pela cabeça, cada um deles atravessou com a espada o seu oponente, todos caindo mortos juntos. (2 Sam. 2:12-16) Não tendo a questão sido resolvida por este combate, a guerra em plena escala foi o resultado. Uma contagem, depois disso, revelou que as forças de Is-Bosete perderam 360 homens, e as de Davi apenas 20. — 2 Sam. 2:30, 31.

      Na luta, à medida que Abner fugia, Asael, o irmão ligeiro de Joabe, perseguiu Abner. Apesar dos protestos e dos avisos de Abner, Asael persistiu tanto nisso que, por fim, Abner deu um golpe para trás com o conto de sua lança, atravessando-o de lado a lado. (2 Sam. 2:18-23) Alcançando a colina de Amá, Abner e seus homens se reuniram no topo, de onde Abner fez um apelo para que cessasse a luta, a fim de se evitar a amargura e a matança interminável. Joabe, neste caso, demonstrou sabedoria prática por acatar tal apelo e voltar para Davi em Hébron. — 2 Sam. 2:24-28, 32.

      Mata Abner em vingança

      O espírito de vingança de Joabe, contudo, fervia dentro dele, e ele aguardava a oportunidade de extravasá-lo. No ínterim, travou uma prolongada guerra com a casa de Saul, que continuamente declinava, ao passo que Davi se tornava cada vez mais forte. Por fim Abner, ofendido com Is-Bosete por causa dum assunto pessoal, fez um pacto com Davi, prometendo-lhe trazer todo o Israel para o lado de Davi. (2 Sam. 3:6-21) Joabe discordava fortemente desta transação, acusando Abner de ser espião. Mas, fingindo-se de amigo de Abner, ele sutilmente o matou em vingança pela morte de seu irmão Asael. Também, talvez tivesse achado que, ao mesmo tempo, eliminava possível rival para o posto de comandante do exército de Davi. — 2 Sam. 3:22-27.

      Quando ouviu falar no assassínio, Davi afirmou que sua própria casa estava inocente perante todo o Israel. Davi não agiu, nessa oportunidade, contra Joabe e Abisai, que foi conivente com Joabe no assassínio, porque, como Davi mesmo disse: “Hoje sou fraco, embora ungido rei, e estes homens, os filhos de Zeruia, são severos demais para mim. Retribua Jeová ao que fez o mal, segundo a sua própria maldade.” — 2 Sam. 3:28-30, 35-39.

      COMANDANTE DOS EXÉRCITOS DE ISRAEL

      Depois que Davi foi ungido como rei de todo o Israel, ele subiu contra Jerusalém (Jebus). Os jebuseus zombaram de Davi, imaginando que sua própria posição era imbatível. Mas Davi observou que a cidade era vulnerável por meio de seu túnel de água. Por isso, ofereceu a posição de “cabeça e príncipe” a qualquer que subisse túnel acima e fosse o primeiro a abater os jebuseus. Joabe subiu, a cidade caiu diante de Davi, e Joabe foi recompensado com a posição elevada de comandante dos exércitos de Israel. (2 Sam. 5:6-8; 8:16; 20:23; 1 Crô. 11:4-8) Como comandante, Joabe tinha um grupo de dez ajudantes-de-ordens que carregavam suas armas, entre eles estando o poderoso Naarai, o berotita. — 2 Sam. 18:15; 1 Crô. 11:39.

      Depois de Davi ter conquistado Edom, Joabe permaneceu ali por seis meses, no empenho de destruir todo varão dentre eles. (2 Sam. 8:13, 14; 1 Reis 11:14-17) Mais tarde, Joabe manifestou qualidades dum general, na luta contra os amonitas e os sírios, colocando seu irmão, Abisai, como encarregado de uma divisão, para derrotar um movimento em forma de pinça por parte das forças inimigas. (2 Sam. 10:8-14; 1 Crô. 19:6-16) Ele sem dúvida teve amplo desempenho nas outras batalhas travadas por Davi contra os filisteus, os moabitas, e outros.

      Apóia a realeza de Davi

      No sítio contra Rabá de Amom, Joabe parecia

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