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  • João, As Boas Novas Segundo
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    • 4. José de Arimatéia e Nicodemos preparam o corpo de Jesus, e o sepultam num túmulo novo, perto do local em que foi pregado na estaca (19:38-42)

      VI. Aparecimentos do Cristo ressuscitado (20:1 a 21:25)

      A. Maria Madalena se dirige ao túmulo aberto; volta junto com Pedro e João; verificam que corpo de Jesus desapareceu (20:1-10)

      B. Cristo aparece a Maria, que imagina de início que ele é o jardineiro; ele revela sua identidade e manda-a contar isso aos discípulos (20:11-18)

      C. Cristo aparece aos discípulos, passando por portas trancadas, mostra mãos e lado do corpo; Tomé, que não estivera presente, duvida (20:19-25)

      D. Oito dias depois, ele aparece aos discípulos, inclusive Tomé, que fica satisfeito de ver as marcas dos pregos e o sinal deixado pela lança (20:26-29)

      E. Propósito de João em escrever: para que pessoas creiam que Jesus Cristo é o Filho de Deus e tenham vida (20:30, 31)

      F. Manifesta-se a sete discípulos por fazer com que consigam miraculosamente boa pesca no mar da Galiléia; serve-lhes o desjejum na praia (21:1-25)

      1. Instrui Pedro, por meio de ênfase tripla, a ‘apascentar meus cordeiros’ (21:1-17)

      2. Conta a Pedro a espécie de morte que este terá; faz alusão a que João continuará vivo depois da morte de Pedro (21:18-25)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 185-190.

  • João, As Cartas De
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • JOÃO, AS CARTAS DE

      Embora o nome do apóstolo João não apareça em parte alguma destas cartas, os peritos geralmente concordam com o conceito tradicional de que o escritor de As Boas Novas Segundo João e das três cartas intituladas A Primeira, A Segunda e A Terceira de João vieram da mesma pena. Há muitas similaridades entre elas e o quarto Evangelho.

      É bem estabelecida a autenticidade destas cartas. A evidência interna testifica a sua harmonia com o restante das Escrituras. Também, muitos escritores primitivos dão testemunho de sua genuinidade. Policarpo parece citar 1 João 4:3; Eusébio disse que Pápias testemunhou quanto à primeira carta; como também fizeram Tertuliano e Cipriano, e ela se acha contida na Versão Pesito, siríaca. Clemente de Alexandria, pelo que parece, indica ter tido conhecimento das outras duas cartas; Irineu aparentemente cita 2 João 10, 11; Dionísio de Alexandria, segundo Eusébio, faz alusão a elas. Estes escritores mencionados por último também testemunharam a favor da autenticidade de Primeira João.

      Bem provavelmente, João escreveu as cartas em Éfeso, por volta de 98 EC, próximo da época em que escreveu o relato do Evangelho. A expressão frequente “filhinhos” ou (“criancinhas”), parece indicar que foram escritas em sua velhice.

      PRIMEIRA JOÃO

      O estilo desta “carta” mais se parece com o de um tratado, visto não possuir nem saudações, nem conclusão. João, no segundo capítulo, dirige-se aos pais, aos filhos pequenos e aos moços, indicando que não se tratava duma carta pessoal a determinado indivíduo. Visava, mui provavelmente, uma congregação ou várias congregações e, com efeito, aplica-se à inteira associação daqueles que estão em união com Cristo. — 1 João 2:13, 14.

      João era o último apóstolo vivo. Haviam-se passado mais de trinta anos desde que a última das outras cartas das Escrituras Gregas Cristãs tinha sido escrita. Dentre em pouco todos os apóstolos sairiam de cena. Anos antes dessa época, Paulo escrevera a Timóteo que dentre em pouco, ele não mais estaria com ele. (2 Tim. 4:6) Instou com Timóteo a que continuasse apegando-se ao padrão de palavras salutares e que confiasse a homens fiéis as coisas que ouvira de Paulo, de modo que tais homens, por sua vez, as ensinassem a outros. — 2 Tim. 1:13; 2:2.

      O apóstolo Pedro avisara sobre os falsos mestres que surgiriam no seio da congregação, trazendo seitas destrutivas. (2 Ped. 2:1-3) Em aditamento, Paulo dissera aos superintendentes da congregação de Éfeso (onde as cartas de João foram posteriormente escritas) que “lobos opressivos” penetrariam, não tratando com ternura o rebanho. (Atos 20:29, 30) Predisse a grande apostasia, com seu “homem que é contra a lei”. (2 Tes. 2:3-12) Em 98 EC acontecia, portanto, como João dissera: “Criancinhas, é a última hora, e, assim como ouvistes que vem o anticristo, já está havendo agora muitos anticristos; sendo que deste fato obtemos o conhecimento de que é a última hora.” (1 João 2:18) Por conseguinte, a carta era muitíssimo oportuna e de importância vital para o fortalecimento dos cristãos fiéis como baluarte contra a apostasia.

      PROPÓSITO

      No entanto, João não escreveu simplesmente para refutar ensinos falsos. Antes, seu propósito principal era fortalecer a fé dos cristãos primitivos nas verdades que tinham recebido; ele amiúde contrastou estas verdades com os ensinos falsos. É possível que Primeira João tenha sido enviada como carta circular a todas as congregações da área. Este conceito é apoiado pelo uso frequente, por parte do escritor, da forma plural grega que equivale a “vós”.

      Seu argumento é metódico e vigoroso, conforme mostra a consideração que segue dessa carta. Tal carta possui forte apelo emocional, e é claro que João a escreveu motivado por seu grande amor à verdade, e por sua repugnância

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