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  • “O verbo” — quem é ele segundo João?
    A Sentinela — 1963 | 15 de março
    • (2 Ped. 1:13, 14, ALA) É claro que Pedro não queria dizer nestas palavras que ele próprio fosse uma encarnação. Pedro quis dizer que ele ia viver só mais um pouco na terra, como criatura de carne.

      34 A mesma palavra grega usada em João 1:14 é usada também com relação a outras pessoas, que não são encarnações, em Apocalipse 12:12; 13:6. Portanto, as palavras de João 1:14 não apóiam a teoria da encarnação.

  • Sua existência pré-humana
    A Sentinela — 1963 | 15 de março
    • Parte 2

      Sua existência pré-humana

      35, 36. (a) A existência de quem se refere João 1:1, e quem foi o primeiro homem a chamar atenção para isto? (b) Como foi que Jesus era um varão vindo depois de João, mas existindo antes dele, e a que se referiu João ao chamá-lo de Cordeiro de Deus?

      O APÓSTOLO João iniciou o seu registro, dizendo: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus.” Com isto ele não se referia ao início do ministério público de Jesus sobre a terra há dezenove séculos. Ele queria dizer que o Verbo tivera uma existência pré-humana muito tempo antes de ele se ‘fazer carne’ sobre a terra. João torna isto patente através de todo o seu registro. Mais de um mês depois de Jesus ter sido batizado no Rio Jordão, João Batista fez referência a Jesus e a sua vida anterior, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! É este a favor de quem eu disse: Após mim vem um varão que tem a primazia, porque já existia antes de mim. Eu mesmo não o conhecia, mas a fim de que ele fosse manifestado a Israel, vim, por isso, batizando com água.” — João 1:29-31, ALA.

      36 João Batista tinha nascido cerca de seis meses antes de o Verbo ter-se ‘feito carne’ ou de ter nascido como Filho da virgem judia. Por isso, João disse referente a Jesus: “Após mim vem um varão.” Mas então, em vista do que aconteceu a Jesus, depois de o ter batizado, ele podia dizer que Jesus era um varão que ‘tinha a primazia’. Portanto, quando João disse que Jesus “já existia antes” dele, João tinha de estar referindo-se à sua existência pré-humana. João indicou também que Jesus seria um sacrifício a Deus, pois no antigo Israel sacrificavam-se cordeiros diariamente por intermédio dos sacerdotes judeus. Para que Jesus, como o “Cordeiro de Deus”, tirasse o pecado do mundo, seu sangue tinha de ser derramado em sacrifício, pois sem o derramamento do sangue de uma vítima inocente não se poderia obter de Deus o perdão dos pecados. — Heb. 9:22.

      37. Por que podia Jesus, falar com Nicodemos referente a coisas celestiais?

      37 Em diversas ocasiões; o próprio Jesus testificou de sua existência no céu, antes de se tornar carne sobre a terra: Por isso Jesus podia falar de “cousas celestiais”, porque segundo ele disse ao governador judeu, ‘Nicodemos: “Ninguém subiu ao céu senão aquele quede lá desceu, a saber, o Filho do homem.” — João 3:12, 13, ALA.

      38. Como foi que Jesus, ao falar acerca do maná; testificou sobre a sua existência anterior no céu?

      38 Falando de si mesmo como o maná simbólico vindo do céu, Jesus disse aos judeus: “Não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo.” “Eu desci do céu não para fazer a minha própria, vontade; e, sim, a vontade daquele que me enviou.” “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém dele comer, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne.” “Quem de mim se alimenta, por mim viverá. Este é o pão que desceu do céu.” Muitos judeus murmuraram porque Jesus disse estas coisas, e, por isso, êle os surpreendeu ainda mais, quando disse: “Isto vos escandaliza? Que será, pois, se virdes o Filho do homem subir para o lugar onde primeiro estava?” — João 6:32, 33, 38, 51, 57, 58, 61, 62, ALA.

      39, 40. (a) Noutra ocasião, Jesus falou de si mesmo como sendo de onde? (b) Portanto, o que podia Jesus pedir a Deus em oração?

      39 Conseqüentemente, mais tarde, quando Jesus falava com os judeus descrentes sobre a sua partida, ele disse: “Vós sois cá de baixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, eu deste mundo não sou.” “Se Deus fosse de fato vosso pai, certamente me havíeis de amar; porque eu vim de Deus e aqui estou; pois não vim de moto próprio, mas ele me enviou.” (João 8:23, 42, ALA) Por isso Jesus podia orar a Deus e dizer aos ouvidos dos seus fiéis apóstolos:

      40 “Glorifica-me, ó Pai; contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti antes que houvesse mundo [da humanidade]. Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo, ao passo que eu vou para junto de ti. Pai santo, guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nos. . . . A minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.” — João 17:5, 11, 24, ALA.

      41. De que, portanto, falou e deu testemunho Aquele que era de cima?

      41 Lá no céu, Jesus, como o Verbo ou Logos, tivera uma glória junto com o Pai e tinha sido amado deste. Isto se deu antes que o mundo existisse. O apóstolo João ouvira aquelas palavras de Jesus, e por isso podia fazer corretamente o seguinte comentário: “Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da terra é terreno e fala da terra; quem veio do céu está acima de todos. E testifica o que tem visto e ouvido.” (João 3:31, 32, ALA) Não há dúvida de que Jesus teve uma existência pré-humana. Como o Verbo ou Logos, ele tinha estado com Deus “no princípio”.

      COMO OS JUDEUS CRENTES O CHAMAVAM

      42. Em quem criam os doze antes de Jesus chamá-los para serem apóstolos, e assim, que perguntas surgem sobre isto?

      42 Quando estava na terra, Jesus Cristo chamou e escolheu doze apóstolos. Todos eles eram judeus de nascimento e tinham sido criados na “religião dos judeus” ou judaísmo, crendo em um só Deus, Jeová. (Gál. 1:13, 14) Será que Jesus, como Instrutor deles, lhes ensinou uma Trindade? Converteu-os ele para que cressem numa Trindade na qual ele próprio seria a Segunda Pessoa ou “Deus-Filho”? Chegaram os apóstolos e outros discípulos a considerar Jesus como “Deus-Filho” e a chamá-lo assim? Como eles o chamavam? Vejamos o que relata João.

      43, 44. Depois de o ter batizado, sobre o que deu João testemunho referente a Jesus?

      43 Depois de Jesus ser batizado, João Batista apresentou-lhe os seus discípulos. João tinha sido enviado por Deus para batizar, e Deus lhe dissera o que ele devia procurar. Portanto, como foi que João se referiu ao já batizado Jesus, quando lhe apresentou os seus discípulos?

      44 Vejamos a resposta em João 1:32-34: “João testemunhou dizendo: Vi o Espírito descer do céu como pomba e pousar sobre ele. Eu não o conhecia; aquele, porém, que me enviou a batizar com água, me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo. Pois eu de fato vi, e tenho testificado que ele é o Filho de Deus.” — ALA.

      45. Quem esperava João que viesse a ele para ser batizado, e que, portanto, disse João que ele não era?

      45 O próprio João Batista estava cheio de espírito santo desde o ventre de sua mãe. Testificou João que Jesus era Jeová ou que Jesus era Deus? Não! João Batista disse aos seus discípulos: “Ele é o Filho de Deus.” João disse “o Filho de Deus” e não “Deus-Filho”, sendo que a expressão “O Filho de Deus” significa algo completamente diferente. João não esperava que Jeová Deus viesse a ele para ser batizado em água. João esperava aquele que se tornaria o Cristo, o Messias ou O Ungido, aquele a quem Deus ungiria com espírito santo. Por isso João não fez que alguém pensasse que ele próprio fosse o Cristo. Ele disse aos seus discípulos: “Vós mesmos sois testemunhas de que vos disse: Eu não sou o Cristo, mas fui enviado como seu precursor . . . Convém que ele cresça e que eu diminua.” (João 3:28-30, ALA) Pelo que viu, João sabia que Jesus era o Cristo, o Ungido de Deus.

      46. Depois de João ter transferido os seus discípulos a Jesus, o que indica se eles mudaram de parecer quanto ao que João tinha dito que Jesus era?

      46 João Batista ensinou os seus discípulos e os transferiu a Jesus Cristo, a fim de que o seguissem como o “Filho de Deus”. Mudaram estes discípulos o seu modo de pensar referente a Jesus depois de ouvi-lo, de observá-lo e de estar com ele? Como foi que eles o chamavam do princípio ao fim? Quando Jesus encontrou-se com Natanael pela primeira vez e o assombrou com a sua capacidade de previsão, este disse-lhe: “Mestre, tu és o filho de Deus, tu és Rei de Israel!” (João 1:49, ALA) Em 1 João 4:15; 5:5, diz o apóstolo: “Aquele que confessar que Jesus é o Filho de Deus, Deus permanece nele, e ele em Deus.” “Quem é o que vence o mundo senão aquele que crê ser Jesus o Filho de Deus?” E em 2 João 3 ele fala da “paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, o Filho do Pai”. — ALA.

      47. O que disse Marta que cria referente a Jesus, e qual foi o motivo por que os inimigos de Jesus disseram que ele merecia a morte segundo a lei deles?

      47 Antes de ressuscitar Lázaro, que já estava há quatro dias morto, Jesus perguntou à Marta, irmã de Lázaro, se ela acreditava no que ele acabava de dizer. A resposta de Marta foi: “Sim, Senhor, eu creio que tu és o Cristo, Filho de Deus Vivo, que vieste a este mundo.” (João 11:27, So) Notável também é o testemunho dos próprios inimigos sanguinários de Jesus. Quando o governador romano demonstrou a sua intenção de transferir para os judeus o hediondo encargo da execução, uma vez que ele não considerava Jesus culpado, os judeus disseram ao governador: “Temos uma lei e, de conformidade com a lei, ele deve morrer, porque a si mesmo se fez Filho de Deus.” (João 19:7, ALA) Assim, João Batista, os apóstolos de Jesus, a irmã de Lázaro, Marta, e até mesmo os inimigos de Jesus, todos concordaram no seu testemunho que Jesus era “o Filho de Deus”. Não o próprio Deus!

      48, 49. (a) Ao transferir alegremente os seus discípulos a Jesus, que comparação fez João quanto a isto? (b) Com quem espera a Noiva desposar-se?

      48 Quando João Batista explicou por que ele devia diminuir com relação ao número de discípulos e por que Jesus devia aumentar quanto ao número de seguidores batizados, João comparou Jesus a um noivo. Disse ele: “O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente e o ouve, muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta alegria já se cumpriu em mim.” (João 3:29, ALA) João estava muito contente em dar discípulos batizados a Jesus Cristo.

      49 Sendo Jesus o Noivo, falando-se simbòlicamente, então o grupo todo dos seus seguidores batizados e ungidos deve ser a Noiva. Têm esperança de estar unidos nos céus juntamente com o Senhor Jesus Cristo, o Noivo. Não esperam desposar-se com Deus, o que seria o caso se Deus fosse uma Trindade. Tampouco esperam desposar-se com uma Pessoa separada de uma Trindade, isto é, com a Segunda Pessoa da Trindade, chamada Deus-Filho. Não lhes vem à mente desposar-se com uma Trindade nem com uma terça parte de uma Trindade. As inspiradas

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