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  • João, As Cartas De
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    • II. Elogiado Gaio por mostrar hospitalidade aos irmãos que visitavam a congregação numa missão cristã (5-8)

      A. Aconselhado a encaminhá-los em sua jornada com a mesma hospitalidade (6, 7)

      B. Tal hospitalidade é uma obrigação cristã (8)

      III. Diótrefes, ambicioso de ter uma posição, mostra desrespeito pela autoridade teocrática, e tenta expulsar aqueles que recebem com respeito os irmãos viajantes; o escritor mostra-se confiante de poder corrigir esses assuntos por meio duma visita pessoal (9, 10)

      IV. Aconselhado Gaio a ser imitador do que é bom; mencionado Demétrio como alguém que obteve bom testemunho (11, 12)

      V. Palavras finais de paz, e cumprimentos (13, 14)

      Por todas as três cartas, vemos enfatizados a união cristã, o amor a Deus pela observância de seus mandamentos, o evitar as trevas e andar na luz, o mostrar amor aos irmãos e o continuar a andar na verdade. Mesmo em sua velhice, este “ancião”, João, foi assim uma grande fonte de encorajamento e de fortalecimento para as congregações na Ásia Menor, como é para todos os cristãos que lêem suas cartas. — Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 245-249.

  • Joaquim
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    • JOAQUIM

      [Jeová estabelece firmemente]. Filho do Rei Jeoiaquim, de Judá, e de Neusta. (2 Reis 24:6, 8; 2 Crô. 36:8) É também chamado de Jeconias (variante de Joaquim), e de Conias (contração de Jeconias). — Ester 2:6; Jer. 28:4; 37:1.

      Aos 18 anos, Joaquim tornou-se rei e deu continuidade às práticas erradas de seu pai. (2 Reis 24:8, 9; 2 Crô. 36:9 [veja nota da NM, ed. 1955, em inglês: “Dezoito”, LXX (Ms. Alexandrino, Edição Lagardiana), Sy e 2 Reis 24:8; “oito”, M (Texto Massorético), Vp.]) O pai de Joaquim, Jeoiaquim, tinha estado sujeito ao rei babilônico, Nabucodonosor, mas rebelou-se em seu terceiro ano de vassalagem (618 AEC). (2 Reis 24:1) Isto resultou num sitio de Jerusalém. A expressão “durante esse tempo” (2 Reis 24:10) talvez não se refira necessariamente ao breve reinado de Joaquim, mas pode referir-se ao período geral em que se enquadra, permitindo destarte que o sítio se tenha iniciado no reinado do seu pai, Jeoiaquim, conforme Daniel 1:1, 2 parece indicar. Jeoiaquim morreu, pelo que parece, durante este sítio, e Joaquim ascendeu ao trono de Judá. Sua regência terminou, contudo, apenas três meses e dez dias depois, quando se rendeu a Nabucodonosor (617 AEC, no mês de adar, de acordo com as Crônicas Babilônicas). (2 Reis 24:11, 12; 2 Crô. 36:9) Em cumprimento da palavra de Jeová mediante Jeremias, ele foi levado para o exílio babilônico. (Jer. 22:24-27; 24:1; 27:19, 20; 29:1, 2) Outros membros da casa real, oficiais da corte, artífices e guerreiros, foram também exilados. — 2 Reis 24:14-16.

      O registro em 2 Reis 24:12-16 declara que Nabucodonosor levou estes cativos para o exílio, junto com “todos os tesouros da casa de Jeová e os tesouros da casa do rei”. O relato em Daniel 1:1, 2 se refere apenas a uma “parte dos utensílios” como tendo sido levada para Babilônia. A explicação pode ser que os tesouros mencionados em Segundo Reis envolviam especialmente os utensílios de ouro, que recebem destaque nesse relato, deixando-se permanecer os demais utensílios. Outra possibilidade é a de que, quando Jerusalém cedeu diante do sítio babilônio (o que aconteceu em resultado da rebelião de Jeoiaquim contra o rei de Babilônia), “alguns dos utensílios da casa de Jeová” foram levados para Babilônia, e que, pouco tempo depois, quando o próprio Joaquim foi transferido para Babilônia, outros “objetos desejáveis da casa de Jeová” foram levados junto com ele. Tal possibilidade é sugerida pelo relato de 2 Crônicas 36:6-10. Pelo relato de Crônicas, parece que Nabucodonosor, depois de conquistar com êxito Jerusalém, voltou a Babilônia e, dali, ‘mandou trazer [Joaquim] a Babilônia, junto com os objetos desejáveis da casa de Jeová’. De modo similar, dez anos depois, na conquista e na destruição finais de Jerusalém (607 AEC), Nabucodonosor retirou-se para Ribla, “na terra de Hamate”, deixando os pormenores depois da conquista para o chefe de sua guarda pessoal, Nebuzaradã. — 2 Reis 25:8-21.

      Enquanto em Babilônia, Joaquim gerou sete filhos. (1 Crô. 3:16-18) Desta forma, a linhagem real que conduzia ao Messias foi preservada. (Mat. 1:11, 12) Mas, conforme a profecia indicara, nenhum dos descendentes de Joaquim chegou a reinar na Jerusalém terrestre. Por conseguinte, foi como se Joaquim não tivesse filhos, não tendo nenhum descendente que o sucedesse qual rei. — Jer. 22:28-30.

      No quinto ano do exílio de Joaquim, Ezequiel iniciou sua obra profética. (Eze. 1:2) Cerca de trinta e dois anos depois, em 580 AEC, Joaquim foi liberto da prisão pelo sucessor de Nabucodonosor, Evil-Merodaque, e foi-lhe dada uma posição de favor acima da de todos os demais reis cativos. Depois disso, ele comia à mesa de Evil-Merodaque e recebia uma porção diária. — 2 Reis 25:27-30; Jer. 52:31-34.

      Foram encontrados documentos administrativos babilônios que alistam rações para Joaquim e cinco de seus filhos.

      [Foto na página 925]

      Estampa dum selo encontrado em Judá, contendo a inscrição “[Pertence] a Eliaquim, despenseiro de YWHKN [talvez uma abreviação de Joaquim].”

  • Joás
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    • JOÁS

      Em hebraico, este nome é grafado de duas maneiras, embora em português se use somente “Joás”. A primeira, e a mais comum, Yoh’ásh, é uma forma abreviada de Jeoás, significando “Jeová é forte” ou “Jeová concedeu”; a segunda, Yoh‘ásh, significa “Jeová veio auxiliar, ou, ajudar”. — Veja JEOÁS N.° 1 e N.° 2.

  • Joeirar
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    • JOEIRAR

      O passo final da separação dos grãos de cereais, tais como a cevada e o trigo, de sua palha e haste. Depois de a debulha ter soltado os grãos de cereal da palha, e a haste ter sido cortada em pedacinhos, a mistura toda é joeirada por ser lançada no ar, na direção contrária ao vento, com uma pá ou um forcado de joeirar. (Isa. 30:24) A brisa, especialmente forte à noite, leva embora a palha, lança as hastes cortadas para o lado, e permite que os grãos pesados caiam de novo no eirado. (Rute 3:2) Depois de se passar o grão por uma peneira, para eliminar as pedrinhas e coisas semelhantes, ele está pronto para ser moído ou estocado. — Amós 9:9; Luc. 22:31.

      Com freqüência, emprega-se “joeirar” em sentido figurado. A título de exemplo, Jeová determinou enviar “joeireiros” a Babilônia e seus habitantes, de modo que estes pudessem joeirá-la. (Jer. 51:1, 2) Os “joeireiros” resultaram ser os medos e os persas, sob Ciro. Com efeito, eles lançaram Babilônia e seus habitantes no ar, para que o vento os apanhasse e levasse embora como palha a ser queimada. (Mat. 3:12; Luc. 3:17) Similarmente, conforme predito, Jeová tinha usado antes Babilônia para joeirar seu povo, espalhando-os em derrota. (Jer. 15:7) E, mediante o profeta Isaías, Jeová deu a seu povo a certeza de que viria o tempo em que eles reduziriam seus inimigos a palha, e os joeirariam. (Isa. 41:14-16) Em Jeremias 4:11, diz-se que um “vento causticante” que viria sobre Jerusalém não seria “para joeirar, nem para se fazer limpeza”. Um vento tempestuoso, causticante, não seria apropriado para o joeiramento, de modo que isto indica a sua natureza destrutiva.

  • Joel
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    • JOEL

      [Jeová é Deus].

      1. O primogênito do profeta Samuel; descendente de outro Joel, “filho de Azarias”, cujo antepassado era Coate, filho de Levi. Joel era pai de Hemã, o cantor levita. (1 Crô. 6:28, 33, 36; 15:17) Joel e seu irmão mais moço, Abias, tinham sido designados juizes por seu pai, mas sua desonestidade nesse cargo forneceu ao povo uma desculpa para pedirem um rei humano. — 1 Sam. 8:1-5.

      Em 1 Crônicas 6:28, o Texto Massorético (e certas traduções, como Al, So) diz que “Vasni” era o primogênito de Samuel. Os peritos, contudo, concordam em geral que “Joel” era o que constava do hebraico original, leitura retida pela Versão Siríaca e por uma edição da Septuaginta. (Compare o V. 28 com 1 Samuel 8:2.) A similaridade entre “Joel” e a terminação duma palavra precedente no texto possivelmente fez com que um escriba inadvertidamente deixasse de fora por completo o nome “Joel”. Pelo que parece, ele então confundiu a palavra seguinte (Heb. , washní, que significa “e o segundo [filho]”) com o nome próprio “Vasni” (“Vasseni”, So) e inseriu a letra waw (“e”) antes do nome Abias.

      Um profeta de Jeová e o escritor do livro da Bíblia que leva o seu nome. Ele era filho de Petuel. — Joel 1:1; veja JOEL, LIVRO DE.

  • Joel, Livro De
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    • JOEL, LIVRO DE

      Um livro inspirado das Escrituras Hebraicas, escrito por “Joel, filho de Petuel”. (Joel 1:1) Virtualmente nada se sabe da vida deste profeta. Por suas referências a Judá, a Jerusalém e à casa de Jeová ali, pode-se inferir que profetizou em Judá, e que talvez morasse em Jerusalém. (Joel 1:9, 14; 2:17, 32; 3:1, 2, 16-20) Ter ele mencionado a “baixada de Jeosafá” (Joel 3:2, 12) dá a entender que escreveu seu livro depois de Jeosafá ter começado a reger. Mas o período exato envolvido é duvidoso.

      ÉPOCA DA ESCRITA

      Os peritos atribuem diversamente ao livro de Joel datas anteriores a 800 AEC ou posteriores a 500 AEC. A respeito de seus argumentos a favor de uma composição posterior ou anterior do livro, The International Standard Bible Encyclopoedia (Enciclopédia Bíblica Padrão Internacional; Vol. III, p. 1690) observa: “Muitos dos argumentos aduzidos são da espécie negativa, i.e., a consideração daquilo que o profeta não menciona ou a que não se refere [inclusive os caldeus, os assírios, um rei judeu e o reino das dez tribos], e o argumento resultante do silêncio é notoriamente precário.” De modo similar, não se pode determinar com certeza se Joel citou outros profetas ou foi citado por eles. Uma data após o exilio babilônico seria indicada se Joel (2:32) citava Obadias (17). Por outro lado, não só Obadias, mas até mesmo o bem anterior profeta Amós (compare Joel 3:16 com Amós 1:2) talvez tenha citado Joel. Isto significaria que Joel deve ter escrito seu livro o mais tardar no tempo de Uzias (Amós 1:1), talvez em cerca de 820 AEC. Embora não seja conclusivo, o lugar ocupado pelo livro de Joel no cânon hebraico, entre Oséias e Amós, parece favorecer o período anterior.

      AUTENTICIDADE

      Os judeus não questionaram a canonicidade do livro de Joel, mas o colocaram em segundo lugar entre os “Profetas Menores”. Também se harmoniza por completo com o restante das Escrituras, como é evidente dos numerosos paralelismos entre Joel e outros

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