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  • Sárdio
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    • sugerido que tal nome se originou da palavra persa sered, que significa “vermelho-amarelado”, e acompanhou a pedra desde sua fonte, na Pérsia. O sárdio também tem sido chamado por outros nomes similares. Sua beleza, a sua dureza, a facilidade com que aceita uma gravação, e pode receber grande polimento, o tornaram uma pedra popularíssima entre os artesãos.

      Em Revelação 4:3 faz-se referência ao sárdio, Aquele sentado sobre seu trono celeste de esplendor sendo, “em aparência, semelhante . . . a uma pedra preciosa de cor vermelha [ou, “um sárdio”, NM, nota da ed. 1950, em inglês]”. “A cidade santa, a Nova Jerusalém”, é descrita como tendo uma muralha com alicerces que “estavam adornados com toda sorte de pedra preciosa”, a sexta sendo o sárdio. — Rev. 21:2, 19, 20.

  • Sardônio
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    • SARDÔNIO

      Uma pedra ornamental que é uma variedade de ágata, uma espécie de calcedônia. É um ônix composto de duas ou mais camadas de calcedônia branco-leitosa e do sárdio vermelho transparente. No entanto, a camada contrastante é, por vezes, dourada ou castanha. A camada vermelha que transparece através da branca se parecia muito com a cor duma unha para os gregos, sendo esta provavelmente a razão de aplicarem a ela a palavra grega ónyx (que significa “unha”), da qual se deriva o vocábulo português “ônix”. O sardônio é encontrado em vários lugares, incluindo a Palestina e a Arábia.

      O sardônio era apreciado nos tempos antigos para a feitura de pedras preciosas gravadas, camafeus, entalhes, e anéis de sinete. A Bíblia só menciona uma vez esta pedra, em Revelação 21:2, 19, 20, onde a quinta pedra de alicerce da “cidade santa, a Nova Jerusalém”, é um sardônio.

  • Sargão
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    • SARGÃO

      [o rei é legitimo, ou, o rei constituído].

      O sucessor de Salmaneser V como rei da Assíria. Os historiadores se referem a ele como Sargão II, sendo um rei anterior, não da Assíria, mas de Babilônia, designado como Sargão I.

      O início do reinado de Sargão é, em geral, considerado como coincidindo com a queda de Samaria, no sexto ano de regência do rei Ezequias, de Judá (740 AEC), e a Sargão amiúde se credita a complementação da conquista daquela cidade, iniciada por Salmaneser V. (2 Reis 18:10) O relato bíblico sobre a queda de Samaria em 2 Reis 17:1-6, só cita nominalmente Salmaneser (V). Não obstante, ao passo que se refere especificamente a ele por ocasião em que tornou Oséias um tributário da Assíria, o nome de Salmaneser não é repetido nos versículos subseqüentes, sendo feita uma referência apenas ao “rei da Assíria” na descrição do posterior sítio e deportação dos israelitas. No relato paralelo em 2 Reis 18:9, cita-se nominalmente a Salmaneser pelo menos como tendo iniciado o sítio de Samaria, porém, o versículo 10 declara: “E [eles] foram capturá-la [“a cidade foi tomada”, BV] ao fim de três anos.” Assim, o registro bíblico não especifica que Salmaneser concluiu margem à possibilidade de que Sargão o tenha feito.

      No que tange aos registros seculares, o Oxford Bible Atlas (Atlas Bíblico de Oxford; 1962, pp. 27, 28) declara: “Os próprios registros de Sargão não são coerentes, e a afirmação de ter destruído Samaria no primeiro ano de seu reinado provêm da edição final de seus Anais, encontrada nas escavações de sua capital Dur Xarruquin (Corsabad). Alguns peritos julgam que quem conquistou Samaria não foi Sargão, e sim Salmaneser V, como o texto bíblico parece subentender (2 Reis 17:1-6).”

      O reinado de Sargão foi um reinado marcado pela luta contínua de manter o domínio imperial da Assíria sobre seus territórios subjugados. Após a ascensão de Sargão ao trono, os babilônios sob Merodaque-Baladã se revoltaram, com o apoio do Elão. Sargão travou guerra contra eles em Der, mas, evidentemente, não conseguiu esmagar a revolta. Pode-se observar que novamente neste caso temos uma ilustração da insensatez de se colocar grande confiança nestes registros seculares, chegando até mesmo ao ponto de igualar o valor deles ao do registro bíblico. As inscrições de Sargão o apresentam afirmando ter ganho a completa vitória na batalha supracitada, todavia, a “Crônica Babilônica” declara que os elamitas derrotaram os assírios, e um texto de Merodaque-Baladã se jacta de que ele ‘derrubou as hostes assírias e destroçou suas armas’. O compêndio Ancient Iraq (O Iraque Antigo; p. 258) observa: “Um detalhe curioso: A inscrição de Merodaque-Baladã foi encontrada em Nimrud, para onde Sargão a levara, de Uruk . . . substituindo-a naquela cidade por um cilindro de argila que trazia sua própria versão, e, naturalmente, uma versão radicalmente diferente daquele evento. Isto mostra que a propaganda política e os métodos de ‘guerra fria’ não constituem um privilégio de nossa época.”

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