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  • Quem escreveu o Pentateuco?
    Despertai! — 1972 | 22 de agosto
    • vista”, “Deus Todo-poderoso”, “Deus”, “o verdadeiro Deus”, e “o Juiz de toda a terra”. (Gên. 14:18, 19; 15:2, NM, 1971, em inglês; Gên. 16:13; 17:1, 3, 18; 18:25) Atribuir-se cada seção a um escritor diferente à base destes diferentes títulos de Deus dividiria o relato em fragmentos sem significado.

      Por outro lado, quando consideramos o registro como um todo coerente, podemos prontamente ver que os diferentes títulos de Deus são usados com propósito, revelando a Jeová em seus diferentes atributos e em suas várias obras e tratos com seu povo.

      Daí, também, devia-se esperar variedade de expressão. A variedade de expressão é, conforme o Professor Segal da Universidade Hebraica de Jerusalém, “uma característica notável em todo estilo narrativo hebraico, e, especialmente, na atribuição de nomes de pessoas”. Ilustrando este ponto, trouxe à atenção Êxodo, capítulo 18, em que “Jetro” e “sogro” são usados de forma alternada, evidentemente a bem da variedade.

      Clamando contra a falta de razoabilidade da teoria documental, o egiptólogo K. A. Kitchen afirma: “Na crítica do Pentateuco, tem sido costumeiro dividir-se o todo em documentos separados ou ‘mãos’. . . . Mas, a prática da crítica do Velho Testamento em atribuir tais características a diferentes ‘mãos’ ou documentos se torna manifesta absurdez quando aplicada a outros antigos escritos orientais que demonstram fenômenos precisamente similares.” Cita então um exemplo duma biografia egípcia que, usando-se os métodos teóricos empregados pelos críticos do Pentateuco, poderia ser atribuída a diferentes “mãos”. Mas, esta biografia egípcia “foi concebida, composta, escrita, e esculpida dentro de meses, semanas, ou até menos tempo. Não pode haver diversas ‘mãos’ por trás de seu estilo, que simplesmente varia conforme os assuntos em pauta e a questão que merece tratamento”. — The New Bible Dictionary, p. 349.

      A teoria documental não só é absurda, mas realmente deturpa a narrativa bíblica. Tornaria o relato da venda de José pelos seus meio-irmãos numa combinação desajeitada de duas estórias contraditórias. Por exemplo, The Interpreter’s Dictionary of the Bible (Vol. 3, p. 713) declara: “Há dois relatos do ocorrido, que foram ajuntados em confusão. Em um, José foi lançado numa cova e deixado ali para morrer. Foi achado pelos midianitas, levado ao Egito, e vendido ali (vs. 22-21, 28a [até ‘cova’], 28c-30, 36; a fonte é E). No outro, foi vendido a um bando de ismaelitas que passavam (vs. 25-27, 28b [até ‘prata’], 31-35; a fonte é J). Rubem figura como intercessor de José em (E), Judá no outro (J). Apenas tal separação oferece um relato inteligível do episódio.

      Mas, exige o relato tal separação para ser “inteligível”? Não resulta a separação antes em confusão, tornando impossível que o leitor saiba exatamente o que aconteceu? Se este conceito fosse correto, isto significaria que é impossível considerar de forma inteligente o relato como um todo harmônico. Todavia, através dos séculos, milhões de pessoas sensatas, inclusive eruditos estudiosos, têm feito isso.

      Em suma, isto é o que ocorreu. Ao verem José a certa distância, seus meio-irmãos começaram a tramar contra ele, dizendo: “Eis aqui vem aquele sonhador. E agora vinde e matemo-lo, é joguemo-lo numa das cisternas.” O primogênito Rubem, contudo, desejou frustrar a trama assassina e instou com eles para que não matassem José, mas o jogassem numa cisterna seca. Quando José chegou, despojaram-no de sua túnica listrada comprida, e seguiram a recomendação de Rubem. Depois disso, ao comerem, avistaram uma caravana de israelitas. Já então Rubem havia partido. E, em sua ausência, Judá persuadiu os outros que, ao invés de matarem José (como teriam feito caso o deixassem na cisterna), seria melhor vendê-lo aos mercadores que passavam. “Portanto, [os meio-irmãos de José, conforme indicado pelo contexto] puxaram e levantaram José para fora da cisterna, e venderam então José aos ismaelitas por vinte moedas de prata. Estes, por fim, levaram José ao Egito. Rubem voltou mais tarde à cisterna, e eis que José não estava na cisterna.” (Gên. 37:18-29) Será difícil de entender este relato?

      Por certo não há necessidade de afirmar que, em um relato, o intercessor era Rubem e, no outro, Judá. Estavam envolvidas duas ocasiões diferentes. A Bíblia afirma: “Rubem voltou mas tarde”, indicando que não estava presente na ocasião em que Judá recomendou que José fosse vendido.

      O fato de os termos “midianitas” e “ismaelitas” parecerem ser usados de modo intercambiável não apresenta problema. Sendo descendentes de Abraão por meio de seus filhos Ismael e Midiã, os dois povos sem dúvida eram mui aparecidos em sua forma de vida, e o casamento entre eles poderia ter resultado em maior mistura. Poderia ter acontecido também que os mercadores midianitas estivessem viajando numa caravana ismaelita.

      Assim, a “confusão”, como se vê, não reside na Bíblia, mas com os que aderem à teoria documental. O testemunho da Bíblia de que Moisés deveras escreveu o Pentateuco permanece inquestionável.

  • Itens Noticiosos
    Despertai! — 1972 | 22 de agosto
    • Itens Noticiosos

      Segurança das Crianças

      ◆ Nos EUA aproximadamente 10.000 crianças com menos de quatro anos morreram em desastres de automóvel entre 1960 e 1969. Outras foram gravemente feridas, algumas sofrendo paralisantes ferimentos na espinha. Tais acidentes demonstram que o lugar mais perigoso para a criança sem cinto de segurança é a poltrona dianteira do carro. Relata-se que uma cadeira de bebê e o colo da mãe são ambos lugares perigosos num acidente automobilístico. A criança pode ser lançada da cadeira ou, se estiver no colo da mãe, pode ser esmagada pelo corpo desta. Aqueles que analisam acidentes de carro afirmam que o melhor lugar para uma criancinha num carro é uma cesta colocada na poltrona de trás, com seus apoios traseiros presos a um cinto de segurança de trás, e os apoios dianteiros seguros ao chão. A criança deve ficar deitada com os pés para a frente. Uma rede sobre a cesta protegerá a criancinha se o auto capotar num acidente. Crianças entre dezoito meses e quatro anos podem ser presas na poltrona traseira por uma correia ligada ao cinto restritivo.

      Apertem os Cintos de Segurança

      ◆ A sabedoria de se manter o cinto de segurança durante todo o vôo dum avião foi bem ilustrado recentemente num gigantesco 747. Embora os 334 passageiros tivessem sido avisados que apertassem os cintos, muitos não o fizeram. Subitamente, o avião entrou no que é chamado de turbulência de céu claro. Não se viam quaisquer nuvens, e, ainda assim, o avião caiu subitamente. Os passageiros e o alimento que era servido, foram jogados contra o teto. Treze passageiros foram levados para os hospitais quando o avião aterrissou.

      Tragédia com Revólver

      ◆ Cada vez mais pessoas compram armas para proteger a si mesmas. Certa senhora em Detroit, EUA, comprou um revólver de uma amiga para proteger a si mesma e a seus filhos, de arrombadores e de atacantes pelas costas em sua vizinhança. Ela guardava o revólver na bolsa. Certo dia, estava procurando um endereço na bolsa quando tocou o telefone. Ela colocou a bolsa no chão e foi atender o telefone. Seus três filhos, cujas idades iam de quatro a oito anos, brincavam na sala. Enquanto ela não estava presente, o mais jovem tirou o revólver da bolsa dela, colocou junto à cabeça e puxou o gatilho. Tragédias resultantes de se terem revólveres carregados num lar não são raras. Em Detroit apenas, em 1971, houve 690 homicídios que envolviam pessoas que se conheciam umas às outras.

      Aspirina Provoca Sangria

      ◆ Segundo o Dr. Vernon M. Smith, professor de medicina da Universidade de Maryland, EUA, a aspirina pode causar grande sangria intestinal. Crê que a aspirina inibe a ação das plaquetas no sangue que param a sangria. Observou: “Acha-se bem documentado nos humanos que a aspirina, em doses bem pequenas, envenena a habilidade das plaquetas de agregar-se.” Considera a aspirina como “droga perigosa”.

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