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  • Tornam-se insensíveis os seus sentimentos?
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • não é apenas correto, mas também é sábio. Deixar de controlar a nós mesmos na busca do prazer acaba sendo contraproducente, pois entorpece nossa capacidade de apreciar o que fazemos. — 1 Tim. 3:2, 11; 2 Tim. 3:4, 5.

      Assim, seja sábio. Evite insensibilizar seus sentimentos, quer físicos, emocionais, quer morais. Seja moderado no usufruto das boas coisas da vida e fique longe do que é mau, do que é violento, do que é sensual. Ler a Palavra de Deus o ajudará, pois “paz abundante pertence aos que amam a . . . lei [de Deus], e para eles não há pedra de tropeço.” — Sal. 119:165.

  • Respeite a propriedade dos outros
    Despertai! — 1973 | 22 de setembro
    • Respeite a propriedade dos outros

      “POR QUE É o Crime Agora Uma Epidemia Mundial?” Essa foi a pergunta proposta por U. S. News & World Report em seu editorial de 1.º de maio de 1972. Nos EUA, não só foram cometidos cerca de seis milhões de crimes violentos, em 1971, mas os roubos e invasões de domicílios aumentaram 10 por cento em comparação com 1970. A anarquia em forma de tais crimes indica, é óbvio, a diminuição do respeito pelos direitos de propriedade dos outros.

      Na verdade, estes são os preditos “últimos dias” em que há “aumento do que é contra a lei”, quando nos vemos confrontados com “tempos críticos, difíceis de manejar”. Mais do que nunca antes, todas as pessoas bem-intencionadas precisam meditar sobre seu respeito pelos direitos de propriedade dos outros. A negligência neste respeito poderia, com facilidade, abrir caminho para que a pessoa ‘acompanhasse a multidão para maus objetivos’. A Bíblia avisa sobre isso. — Mat. 24:12; 2 Tim. 3:1; Êxo. 23:2.

      Além dos casos de roubo relatados à polícia, há cada vez mais pequenos roubos que jamais chegam à atenção das autoridades policiais. Isto se dá tanto nos locais de trabalho como em vários tipos de moradias em que grande número de pessoas partilham as mesmas instalações. Fazemos bem em perguntar a nós mesmos: “Sou culpado disso?” Se algo parece ser desejável, mas pertence a outra pessoa, ou à direção, sente-se tentado de levá-lo se achar que não será notado num descoberto? Racionaliza quanto a suas ações por dizer a si mesmo que merece muito mais do que lhe estão pagando ou que seu patrão tira grandes lucros do seu trabalho?

      Vandalismo

      Outra evidência da grave e ampla falta de respeito pelos direitos de propriedade dos outros é a desenfreada destruição de bens. Isto é chamado de vandalismo, devido aos vândalos germânicos que saquearam Roma no início do quinto século. Os vândalos modernos destroem para mais de Cr$ 650 milhões por ano, apenas nos EUA; os vândalos dos ônibus e dos metropolitanos de Nova Iorque causam danos anuais de Cr$ 16,9 milhões. Uma forma comum de vandalismo dos jovens é estilhaçar vidraças das escolas, de trens e os pára-brisas e vidros traseiros de carros. Apenas na Ferrovia de Long Island (no estado de Nova Iorque, EUA), quebram-se mais vidraças por ano do que em toda a França.

      Sem comparação, o vandalismo é um ‘servicinho’ dos jovens. Manifesta sua destrutividade em especial nos parques públicos. Em tais lugares, os jovens arrancam bebedouros, quebram tudo nos banheiros, conspurcam os reservatórios de água. Sua destruição de letreiros, inclusive os que avisam dos perigos, resulta na morte de pessoas em férias. Em uma linda reserva florestal de uns 280 hectares, não longe da cidade de Nova Iorque, os jovens causam danos anuais às instalações no valor de Cr$ 650.000,00. Além disso, causam incalculáveis danos por destruírem árvores, arbustos, e outras vidas vegetais, quebrando ovos de cisnes e espancando com varas os coelhinhos até matá-los. Que tremenda falta de respeito revelam tais ações para com os direitos de propriedade pública! Terrivelmente agastado com o dano que as pessoas causam a tais parques recreacionais, certo professor da Universidade de Cornell escreveu: “As pessoas são é uns porcos. . . . Nem todas as pessoas, sem dúvida, mas a maioria se enquadra bem nessa categoria.”

      A mesma espécie de mentalidade é responsável pelo que é conhecido como “pichamento”. Refere-se à escrita rudimentar de nomes, lemas, obscenidades e vulgarismos nas paredes e carros dos metropolitanos — tanto dentro como fora deles — bem como nas calçadas, escadas, prédios públicos, nos monumentos, e nas eminências de pedra nos parques públicos. Em Filadélfia, Pensilvânia, o custo de se tentar remover esta poluição de “pichamento” atinge perto de Cr$ 26 milhões por ano. Na cidade de Nova Iorque, o pichamento do metropolitano já atingiu “o estágio de epidemia”. Depois de muitos meses, os vereadores da cidade de Nova Iorque por fim sancionaram uma lei que prevê sanções para tal desfiguração de propriedades.

      Considerando o Assunto

      Não é de forma alguma provável que nossos leitores sejam aqueles que invadam propriedades ou cometam roubos, nem é provável que se inclinem para o vandalismo ou se empenham em pichamentos. Mas, ainda assim, todos precisam estar alertas para que, devido à irreflexão ou desconsideração, verifiquem ser culpados de desrespeitar os direitos de propriedade dos outros. Como?

      Certo empregado dum parque público declarou que os atos pequenos, mas prejudiciais, que as pessoas cometem sem pensar são os mais sérios, devido à sua freqüência. Atenta para letreiros tais como “Passagem Proibida”, e “Por Favor, Não Pise na Grama”? Há tendência, por parte das pessoas que deviam ser maduras em suas idéias e ações, de justificar-se quando violam as regras dos parques, visando seus interesses imediatos, tais como deixando lixo espalhado, ou fazendo piquenique no gramado, quando supostamente não deveriam pisar nele. Mas, realmente, ou não pensaram bem ou, devido a uma atitude errônea de importância própria, consideram-se desobrigadas de cumprir determinada regra.

      Os direitos de propriedade dos outros merecem atenção também quando é hóspede dum hotel. Tem cuidado com a mobília e a roupa de cama, como se fossem as de sua própria casa? Deveria ter. Um gerente de um dos maiores hotéis de Brooklyn lamentou vividamente não poder colocar mobília de qualidade, como bem gostaria, por causa dos abusos com que os hóspedes tratam tais coisas.

      O mesmo se aplica quando é hóspede dum amigo ou parente na casa dele. Seu anfitrião talvez tenha disposição expansiva e lhe diga que deve sentir-se como se estivesse em sua própria casa, mas seria melhor que tivesse mais do que o

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