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    A Sentinela — 1975 | 1.° de julho
    • marido origina os maus tratos violentos? (Pro. 23:29, 30) Deixa ele que as frustrações encontradas no emprego sejam levadas para casa? É você, a esposa, a responsável? Importuna-o ou aborrece-o? “A goteira do telhado . . . e a esposa contenciosa são comparáveis.” (Pro. 27:15; 19:13; 21:9; 25:24) Atiça as chamas durante uma discussão, em vez de manter-se calma? “O amor . . . não fica encolerizado.” — Sal. 139:23, 24; 1 Cor. 13:4, 5; veja Efésios 4:26.

      Mas o que se deve fazer quando seu marido, apesar de tal ajuda, continua violento? Diz a Bíblia que a esposa precisa continuar com o marido, apesar de espancamentos e de perigo para a sua saúde e vida? Lemos: “A mulher que tiver marido incrédulo, e ele, contudo, estiver disposto a morar com ela, não deixe seu marido.” (1 Cor. 7:13) Às vezes, a esposa cristã talvez conclua finalmente que seu marido violento não ‘está disposto a morar com ela’. Tal esposa talvez ache que, como último recurso, ela precisa obter um desquite ou divórcio para a sua própria proteção. Neste respeito, note o conselho da Bíblia: “A esposa não se afaste de seu marido; mas, se ela realmente se afastar, que permaneça sem se casar, ou, senão, que se reconcilie novamente com seu marido.” — 1 Cor. 7:10, 11.

      Visto que, afinal, é a esposa confrontada com tal situação marital difícil que tem de decidir pessoalmente o que fazer, seguem-se aqui alguns dos aspectos sérios a considerar: Se permanecer com ele, poderá com o tempo ajudá-lo a se tornar cristão? (1 Ped. 3:1, 2) Limitará o divórcio ou desquite sua associação com os filhos ou impedirá que lhes ensine algo sobre Deus? Que dizer de suas necessidades sexuais? O divórcio obtido sem ter havido imoralidade não a liberta para se casar de novo; portanto, criará a paixão algum problema? (Mat. 19:9) Ver-se-á obrigada a obter um emprego secular, expondo-se assim a novas pressões e problemas? Consumiria tal emprego tempo agora usado em atividades espirituais? Sim, a separação pode resolver alguns problemas, mas usualmente cria outros.

      Alguns destes aspectos estavam envolvidos no caso duma mulher em Wisconsin, EUA. Vários anos depois de casados, o marido dela começou a beber muito nos fins-de-semana quando não trabalhava como madeireiro. Influenciado pelo álcool, amiúde ficava enraivecido e violento. Por volta daquele tempo, ela se tornou testemunha de Jeová e procurou ser esposa excecionalmente boa, sem discutir ou ser exigente. Contudo, em muitas sextas-feiras, quando ela e os filhos voltavam das reuniões cristãs, ele batia nela, dava pontapés nela e socava-lhe os braços. Em tais ocasiões, ela tinha de fugir de casa. Ela e os filhos passavam muitas noites no monte de feno no celeiro, trancando as entradas com fardos de feno, até seu marido ficar novamente sóbrio.

      “Por que continua com ele?” perguntavam os filhos. Ela dizia que era porque os amava e não queria abandoná-los, e também porque seu pai sustentava a família, o que ela não podia fazer. Nunca lhes disse que não amava seu pai, mas explicava que o conhecimento da verdade bíblica a habilitava a perseverar e a ser cristã feliz. Os maus tratos continuaram por mais de vinte anos. Agora ela tem a alegria de ver dez de seus onze filhos servir a Jeová e seu marido abandonou a bebida, melhorou em controlar seu gênio e a acompanha às reuniões cristãs. É verdade que este talvez não seja o resultado em todos os casos. Mas este relato ilustra aspectos que poderá considerar em avaliar a sua situação.

      A essência do conselho bíblico, portanto, é que os cônjuges devem esforçar-se a permanecer juntos apesar de problemas maritais resultantes da imperfeição humana. Se a sua situação, porém, parecer ser tão perigosa ou severa que é preciso fazer algo, então terá de decidir se deve ou não procurar proteção por meio duma ação legal.

      ● O que queria dizer o apóstolo Paulo, ao considerar o casamento, quando falou sobre alguém estar “além da flor da juventude”?

      Ele se referiu basicamente a alguém estar além do tempo em que o seu desejo sexual primeiro se manifestou ou se tornou forte.

      Lemos em 1 Coríntios 7:36: “Mas, se alguém pensa que se está comportando de modo impróprio para com a sua virgindade, se esta estiver além da flor da juventude,a e este é o modo em que deve ocorrer, faça ele o que quiser; ele não peca. Casem-se.” Este conselho pode ser apreciado melhor à luz do contexto.

      Paulo havia salientado que o cristão não casado está livre das ansiedades que acompanham o casamento. Assim, ele ou ela pode dar atenção “ao Senhor, sem distração”. (1 Cor. 7:32-35) No entanto, no caso de algumas pessoas solteiras, seu desejo apaixonado talvez as submeta a perigosas tensões e tentações. Para tais seria “melhor casar-se do que estar inflamado de paixão”. (1 Cor. 7:9) Mas Paulo salientou que havia um fator a considerar, antes de decidir que esta era a situação da pessoa e que ela devia casar-se.

      O desejo da pessoa talvez seja apenas o primeiro impulso ou desabrochar da paixão sexual, que talvez possa controlar e permanecer solteiro sem ‘arder’ ou “estar inflamado” de paixão. Paulo entendia que, quando o rapaz ou a moça atravessa a puberdade, começa a desenvolver-se um desejo sexual, natural. Quando a pessoa se torna adulta, este desejo pode parecer bastante compulsivo. Precisa-se de autodomínio. Contudo, em vez de prontamente chegar à conclusão de que ter impulso sexual significa que seria definitivamente melhor casar-se, o tempo talvez mostre que o cristão poderia fazer o celibato bem sucedido sem ser atormentado pelo desejo.

      Por isso, Paulo aconselhou que a pessoa considerasse sua situação ou suas circunstâncias. Se alguém tiver passado do impulso inicial do desejo e a paixão ainda continuar a ser um problema, “faça o que ele quiser; ele não peca. Casem-se”. Mas, se o desejo sexual de alguém já estiver “além da flor da juventude” e ele não for constantemente perturbado pela paixão, então talvez possa permanecer solteiro; alguém em tal situação, que resolve no coração continuar solteiro, faria melhor. — 1 Cor. 7:37, 38.

      Este conselho inspirado certamente apresenta motivos para reflexão aos jovens. Pois, se alguém se casasse assim que seu desejo sexual ‘desabrochasse’ ou se tornasse forte, este impulso de paixão talvez fosse a influência predominante na decisão de quando casar ou com quem se casar. Mas quando alguém está além do período do impulso primário do desejo, está em condições de avaliar com mais objetividade seus sentimentos e sua situação na vida.

      Além disso, na maioria das sociedades humanas atuais, os casamentos de adolescentes são assinalados por um elevado índice de infelicidade, fracasso e divórcio. Muitas vezes acontece que os que se casam jovens são indevidamente influenciados pelo romanticismo e pelos seus desejos físicos ainda em desenvolvimento. Em muitos casos, ainda não desenvolveram as qualidades que contribuem para um casamento bem sucedido, tais como o autodomínio. (2 Ped. 1:5-8; Gál. 5:22, 23) Por isso, não é mais provável que o jovem ou a jovem que, durante um período, tiver mostrado autodomínio sobre o desejo físico possa demonstrar esta e outras qualidades excelentes no matrimônio?

  • Deus não é Trindade
    A Sentinela — 1975 | 1.° de julho
    • Deus não é Trindade

      As igrejas da cristandade dizem que ele é. “Na união da Divindade há três pessoas, unas em substância, poder e eternidade”, é o modo em que se define a Trindade. Mas a Bíblia não diz isso.

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