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  • Preparação para o futuro durante a juventude
    A Sentinela — 1972 | 1.° de março
    • Preparação para o futuro durante a juventude

      Fatos úteis que os jovens desejam saber.

      É JOVEM, talvez com menos de vinte anos de idade? Então está atravessando uma fase muito importante e bem crítica de sua vida. Como?

      Por que está lançando a base para a espécie de homem ou mulher que será no futuro. Já sabe por experiência que aquilo que faz hoje influi na sua vida amanhã. Se brigar com um amigo hoje, então, ou se reconciliem amanhã ou aumentará o rompimento entre os dois. Se estudar bem hoje, amanhã a escola será mais fácil.

      Mas as coisas que pensa, diz e faz influem em mais do que a sua vida de amanhã. Têm influência na semana que vem, e no mês que vem, até mesmo em anos e decênios depois. Podem deixar marcas quase indeléveis. Ou podem contribuir para a preparação de um alicerce forte para uma vida feliz, produtiva e satisfatória. É isto o que deseja?

      Alguns jovens já são aleijados, cegos ou surdos por causa dos riscos tolos que tomaram e que resultaram em sérios acidentes. Alguns ficam ‘viciados’ com drogas, e daí em diante, a sua vida é uma luta cansativa para sustentar este hábito dispendioso. Outros contraem uma doença venérea, e antes que possa ser impedida, causa dano irreparável que enfraquece alguma parte de seu corpo. Moças talvez fiquem grávidas e se vêem sobrecarregadas com um filho ilegítimo, já na sua juventude. É verdade que estas não são coisas agradáveis em que pensar. Mas acontecem, conforme sabe. Vão acontecer a você? Isto depende de quão sabiamente se prepara para o futuro.

      Mas alguns dizem: “Quem se importa com o que vem depois? A juventude é o único tempo que realmente conta; depois disso, nada mais importa.” É isso verdade?

      Não, não é. Em vez de ser o ponto alto da sua vida, a juventude é apenas um período de transição. Seu corpo, por exemplo, só atinge a madureza física completa lá entre os vinte e os vinte e três anos de idade. A madureza emocional pode levar ainda mais tempo. Portanto, visto que se encontra ainda num período “intermediário”, na preparação para o futuro, por que encarar a juventude como se fosse o “fim da estrada”?

      É verdade que não é mais criança. Mas tampouco já é adulto. Muitas coisas estão ocorrendo na sua pessoa — física, mental e emocionalmente. Algumas destas mudanças o tornam confuso, perturbado e inseguro. Sente novas pressões no seu íntimo e talvez se sinta perplexo quanto a como controlá-las sabiamente. Mas, se compreender estas mudanças e pressões, poderá ajustar-se a elas, aprender a lidar com elas e ter satisfação nisso. Tudo isso faz parte de se tornar uma pessoa, uma pessoa diferente: Você.

      De modo que a juventude representa um verdadeiro desafio. A maneira em que enfrenta este desafio influirá muito em que espécie de pessoa se tornará. E lembre-se de que, uma vez que passou a juventude, ela se foi para sempre. Por que desperdiçar as oportunidades que oferece para se preparar para o futuro?

      Hoje em dia, usualmente se deixa que os jovens gastem muito do seu tempo para se prepararem com conhecimento, talvez até mesmo aprendendo um ofício ou adquirindo prática. Mas eles podem também observar e pensar no que os mais velhos têm feito e fazem agora, antes de eles mesmos se envolverem em ocupações e empenhos similares. Sim, na juventude é que poderá obter perspicácia quanto a que é a vida. Poderá considerar o resultado de procederes diferentes, para evitar os erros tolos de muitos, e também para se beneficiar com a sabedoria de outros. Poderá estabelecer seu próprio alvo na vida.

      Poderá fazer tudo isso por conta própria? Teria sentido tentar fazer isso? Antes de responder, considere o seguinte:

      Se for rapaz, tentaria construir um motor de automóvel por conta própria, sem primeiro tentar aprender dos outros a mecânica, de alguém que tem experiência neste ramo? Ou se for moça, tentaria fazer um vestido de gala sem um molde, sem ter lido alguma coisa sobre costura ou sem mesmo ter visto alguém costurar? Não? Então, lembre-se de que a vida humana é muito mais complexa do que o motor dum automóvel ou um vestido de gala.

      Todos nós nos baseamos no conhecimento e na experiência dos outros. Este é um fato simples da vida. Mas para fazermos isso, precisamos comunicar-nos. Se não houver comunicação, não se poderá recorrer a tal conhecimento e experiência dos outros. Comunica-se? Com quem? Com os que têm conhecimento e experiência? Com seus pais?

      Talvez olhe para o mundo em sua volta e sinta nojo. Observa crimes, injustiças, guerras, ganância, mentiras, fraudes e hipocrisia. Talvez diga: “Por que deveria eu falar com os mais velhos, quando foram eles que causaram tal embrulhada? O que poderia aprender deles?” É verdade que muitos dos mais velhos levam a culpa por estas coisas — quer por fazerem tais coisas, quer por apoiarem e aprovarem os sistemas responsáveis por elas.

      Mas já pensou em que muitos dos mais velhos sentem tanto nojo da maldade que vêem como você? Precisa também dar-se conta de que todas estas dificuldades do mundo não começaram só na geração de seus pais. As coisas pioraram depressa já por mais de meio século, especialmente desde 1914 — e os que agora já são velhos eram então jovens de mais ou menos sua própria idade.

      Portanto, por que não procura aprender tudo o que pode de seus pais? Afinal de contas, como é que conseguiu viver até agora? Por causa do amor e do interesse de seus pais em sua pessoa, eles o alimentaram, vestiram e mantiveram limpo, dispensando-lhe cuidados na sua doença. Seria difícil de calcular quanto tempo, dinheiro e esforço você representa. Além disso, quem lhe ensinou algo sobre o perigo do fogo, da água fervente, dos objetos cortantes, das tomadas elétricas, das coisas venenosas e dos perigos do transito? Se não tivesse aprendido estas coisas de seus pais, estaria hoje aqui na boa forma em que se encontra? Então, por que começar a duvidar do sincero interesse deles na sua pessoa e felicidade agora?

      Naturalmente, pode ver que a idade e a experiência sozinhas não resolvem todos os problemas da vida. Senão, tudo melhoraria, em vez de piorar. Portanto, há uma fonte mais elevada de informações e orientação a que possa recorrer? Sim, há. Esta Fonte é seu Criador, Jeová Deus. Ele deu à humanidade a sua Palavra, a Bíblia, para responder às perguntas dela e orientá-la em sabedoria. E a Bíblia não encaminha a sua esperança para os atuais sistemas fracassados que encheram a terra com tantos perigos e problemas. Ela lhe indica novos sistemas, que oferecem algo muito superior. — 2 Ped. 3:13; Rev. 21:1-4.

      Talvez nunca tenha lido a Bíblia. Talvez se pergunte se a informação contida nela pode realmente solucionar seus problemas e responder às suas perguntas. Nunca saberá isso se não a examinar. Além disso, embora a Bíblia contenha o melhor dos conselhos, este não lhe será de proveito se não se empenhar em aplicá-lo na sua vida.

      Os editores desta revista que está lendo reconhecem o desafio que confronta hoje os jovens. Por causa disso, durante os meses vindouros, esta revista publicará artigos dirigidos especialmente aos jovens. Procurará responder a muitas das perguntas feitas pelos jovens, perguntas que os outros talvez não lhes tenham respondido. Estes artigos não serão publicados em cada número, embora esperemos publicar pelo menos um por mês. Aguarde-os. Leia-os. Veja como a Palavra de Deus, a Bíblia, o pode ajudar a enfrentar o desafio com que se confronta e a prepará-lo para um futuro feliz e proveitoso.

  • Lembrei-me do criador nos dias da minha mocidade
    A Sentinela — 1972 | 1.° de março
    • Lembrei-me do criador nos dias da minha mocidade

      Conforme narrado por Aleck Bangle

      QUANDO recebi uma petição para o ministério de pioneiro de tempo integral sob a direção da Sociedade Torre de Vigia, notei uma pergunta que me fez pensar. Perguntava se eu tinha dependentes. Antes de responder a esta pergunta, perguntei à minha mãe, visto que eu em parte a sustentava. Com coração feliz e rosto sorridente ela disse:

      “Filho, você foi o primeiro a nascer depois de eu chegar a conhecer a verdade de Deus, e eu me sinto quase como a mãe de Samuel, que dedicou seu filho a Jeová. Portanto, vá, filho, e dê a Jeová seu tempo, sua força e sua energia, e eu me sinto feliz de que faça isso agora, na sua mocidade. Jeová cuidará de mim.”

      Estas palavras de encorajamento da mãe fiel e trabalhadeira me bastaram. Lacrimejavam-me os olhos ao ver a grande fé e confiança que minha mãe tinha em Jeová. Não demorei, mas respondi logo à pergunta e enviei a minha petição, que foi aceita.

      Por isso renunciei ao meu emprego, e, em junho de 1940, na idade de vinte e um anos, fui à cidade de Nova Iorque para iniciar minha carreira como ministro pioneiro ou proclamador de tempo integral do reino de Deus. Quanto à minha mãe, estava sendo bem cuidada até o dia de sua morte em 1965.

      OS EXEMPLOS DOS MAIS VELHOS ME AJUDARAM

      Minha mãe e meu pai haviam aprendido a verdade de Deus entre 1917 e 1918. E o exemplo deles foi de grande ajuda para mim em lembrar-me do Criador desde os dias da minha mocidade. Impressionava-me ver papai e mamãe sempre orar antes de cada refeição e antes de irem dormir. E eu fazia o mesmo, ao meu modo simples.

      Morávamos em Pittston, na Pensilvânia, e quando meu pai se aposentou, em 1931, por motivos de saúde, passou os últimos cinco anos de sua vida pregando as boas novas do reino de Deus por tempo integral. Assim me deu um bom exemplo

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