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  • O dia em que nós tivemos nosso bebê!
    Despertai! — 1979 | 22 de outubro
    • seus filhos nutrem sentimentos mais intensos para com os filhos depois disso do que aqueles que não os fazem. Perguntei a meus amigos o que eles achavam disso.

      “Acho que, quando o marido está ali em pé, ajudando sua esposa, nesse momento crítico do parto, isso os faz achegar-se mais um ao outro”, explicou o marido. “E não há dúvida de que uma boa relação entre o marido e a esposa contribui para uma boa relação entre pais e filhos, posteriormente. Não vejo como poderia ter outro efeito senão um benéfico.”

      “E o que diria a mãe?”

      “Oh, concordo inteiramente”, respondeu a esposa dele. “Por exemplo, estando tão envolvida no que eu fazia, houve certas coisas que eu não consegui observar, mas que meu marido observou. Preencher os pormenores um para o outro ajudou-nos realmente a partilhar tal experiência.”

      “Naturalmente”, acrescentou o marido, “um homem pode, sem dúvida, ser um pai amoroso e devotado cristão sem assistir ao nascimento de seu filho”.

      Meus amigos me deram algo em que pensar. Era óbvio que, na família deles, não havia nenhuma falta de afeição natural. Fiquei imaginando se os preparativos mútuos e a participação antes e durante o parto do seu filho não contribuiria muito para criar e preservar uma boa atmosfera familiar. Poderia ser algo digno de consideração por parte dos pais que esperam um filho. Mas obviamente não era algo a ser feito sem conhecimento e cuidadosa previsão.

      Ainda me lembro das últimas palavras de meu amigo, enquanto a pequenina Jenny soltava seus vagidos ao fundo: “É algo maravilhoso trabalharmos juntos para ter um bebê. Jamais esquecerei o dia em que tivemos o NOSSO.”

  • Os adultos de amanhã
    Despertai! — 1979 | 22 de outubro
    • Os adultos de amanhã

      Um estudo, de seis anos, patrocinado pelo Governo, dos escolares de Londres, Inglaterra, revela que quase nove de cada dez se haviam empenhado em alguma forma de roubo antes de deixarem a escola. “Estes garotos são o nosso futuro”, declarou um psicólogo social preocupado, que dirigiu o estudo dum segmento representativo dos jovens de treze a dezesseis anos de Londres.

      Uma enquête entre adolescentes, feita por um jornal estudantil duma escola de 2.º grau em Madison, Wisconsin, EUA, indicava que cerca de dois terços deles já tinham roubado alguma loja pelo menos uma vez. Apenas cerca de um quarto destes ladrões de lojas tinham sido apanhados.

      Quanto à cola, um aluno do 10.º ano, na Escola Jesuíta Walsh, de 2.º grau, em Akron, Ohio, EUA, contou a um repórter do Beacon Journal: “Afirmam que a gente só está enganando a nós mesmos, mas realmente não o fazemos. Todo mundo faz isso, assim, não faz diferença alguma.” Em sentido similar, uma enquête estudantil feita da Universidade Johns Hopkins revelava que quase um terço dos estudantes já tinham colado quando chegaram a ser veteranos. E um relatório de faculdade da Universidade da Califórnia, EUA, afirma: “O presente status do espírito de honra tem sido caraterizado variavelmente como ‘piada’, como ‘abalado’, como uma ‘farsa’ ou como estando ‘morto’.”

      Uma pesquisa nacional de adolescentes dos EUA revela que mais de um quarto deles são beberrões inveterados, tendo ficado bêbedos pelo menos quatro vezes no ano passado, ou ficando duas vezes em dificuldades por causa da bebida.

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