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Que dizer de marcar encontros?A Sentinela — 1972 | 1.° de abril
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porque os outros de sua idade o fazem. Mas o motivo básico de os jovens marcarem tais encontros é a crescente atração que sentem para com o sexo oposto. Isto se pode ver em que a atração física usualmente tem muito que ver com quão desejável alguém é para tal “encontro”. Também, na maioria das vezes, tais encontros envolvem algum contato físico — segurar as mãos, beijar ou mesmo algo mais além disso.
Por causa disso, a questão exige reflexão séria, pelo menos quando alguém deseja evitar o “vexame” ou mesmo a “calamidade” contra os quais a Bíblia adverte. No início, apenas tocar na mão da outra pessoa pode ser muito agradável, dando a sensação de excitação. Mas, depois de algum tempo, talvez deixe de ser emocionante e não tenha mais o mesmo efeito. Algo mais, tal como beijos, pode tornar-se atraente. Mas, isso também se pode tornar corriqueiro, até mesmo um pouco passado. Por que se dá isso?
Porque tudo faz parte de uma cadeia de eventos destinados a levar a um resultado específico. O primeiro elo é o primeiro contato. O último elo são as relações sexuais, as quais são reservadas aos cônjuges, conforme mostra a Palavra de Deus. Tudo no intermédio apenas leva àquele último elo da cadeia. Não importa quanto procure convencer-se de que não é assim, não poderá mudar os fatos da vida. Os humanos foram feitos assim.
Portanto, se não for casado ou nem mesmo noivou para se casar, é sábio começar com aquele primeiro elo ou com qualquer outro? Fazer isso só resultará em “vexame”. Por quê? Porque o seu corpo se aprontará para algo que não deve ter, aquele último elo. Estimular o desejo de relações sexuais, mas sem satisfazer este desejo, leva a irritações e frustrações, à tensão nervosa. Torna-se uma escolha entre o vexame e a fornicação.
Mas, nem mesmo a fornicação acabará com o vexame. E ela leva à “calamidade”. Como?
Além de lhe impedir de ter uma consciência limpa perante Deus, pode resultar em doenças venéreas. Tem havido um aumento fantástico de tais doenças entre os jovens. Elas podem privar a jovem da faculdade de ter filhos, e podem em ambos os sexos levar à ruína do sistema nervoso. É isto o que deseja?
A fornicação pode também resultar numa gravidez não desejada. Esta pode coagir o casal a um casamento para o qual realmente não estão preparados. Como afetaria isto a probabilidade de felicidade futura? Os fatos não são animadores. Por exemplo, nos Estados Unidos, mais da metade de todos os casamentos de adolescentes acabam em divórcio. Muitos destes matrimônios foram contraídos por causa da gravidez. Sem dúvida, muitos destes casamentos fracassam porque nenhum dos dois no casamento teve muitos motivos para sentir verdadeiro respeito ou admiração pelo outro. Seu casamento só lhes trouxe vexame — e acabou em calamidade.
Por outro lado, o jovem talvez se negue a se casar com a jovem que tornou grávida. Ela se verá então obrigada a criar o filho sem marido. Ou talvez se sinta tentada a ter um aborto, o qual, segundo a Bíblia, é uma forma de assassinato. Não é esta uma calamidade?
Talvez esteja decidido a não deixar que tais encontros tenham essas conseqüências no seu caso. Mas, muitos dos que acabaram enfrentando tais dificuldades tinham a mesma determinação.
SEU ENVOLVIMENTO PESSOAL
Mesmo quando tais encontros não resultam diretamente em “calamidade”, têm outras desvantagens. Uma delas é que reduz os seus interesses apenas a uma pessoa — numa época em que, para desenvolver sua própria madureza emocional, poderia tirar proveito da associação com uma grande variedade de pessoas. Se for rapaz, por que não se concentra primeiro em se tornar homem mesmo por ter suas amizades principais com outros homens que demonstram amar o que é direito, aprendendo deles capacidades e modos varonis? Se for moça, por que não se interessar primeiro em desenvolver-se em verdadeira pessoa adulta, tirando proveito da associação das que já são mulheres e que a podem ajudar a desenvolver boas habilidades e modos femininos? Os encontros com alguém do sexo oposto realmente interrompem e atrasam tal desenvolvimento.
Portanto, está-se favorecendo ou prejudicando quando mantém encontros com alguém do sexo oposto? A evidência é que se está prejudicando. Expõe-se ao vexame e à calamidade.
Conforme diz o livro inglês A Família no Contexto Social: “Os encontros entre os de sexo oposto como os conhecemos surgiram provavelmente depois da Primeira Guerra Mundial.” As pessoas antes da Primeira Guerra Mundial, inclusive os jovens, achavam bastantes coisas para fazer que lhes davam prazer — provavelmente mais do que a geração atual. Poderá fazer o mesmo. Poderá ter verdadeiro prazer na conversação, em aprender, desenvolver habilidades, trabalhar em projetos, em jogos de diversão, em passeios e excursões. E poderá tirar maior prazer de fazer tais coisas com alguém do seu próprio sexo ou com um grupo. Amiúde verificará que, quanto mais ampla é a diversidade das pessoas num grupo — algumas de sua própria idade, outras mais idosas, outras mais jovens — tanto mais prazer terá.
Por que não passar os ‘primórdios da vida’ dum modo que realmente lhe faça bem e que lhe fortaleça o coração para ganhar uma vida de felicidade duradoura? Sem dúvida, isto é o que os pais lhe desejam. E sabe da Palavra do Criador que isto é o que ele lhe deseja. Aceite a ajuda deles.
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Assembléias que realmente enaltecem o nome divinoA Sentinela — 1972 | 1.° de abril
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Assembléias que realmente enaltecem o nome divino
“MONTARÃO uma pequena cidade regida por Jeová no estádio [Riverfront]”, foi como descreveu o editorialista do jornal Enquirer a Assembléia de Distrito “Nome Divino” então em preparação em Cincinnati, E. U. A.
Esta previsão se aplicava também a todas as trinta e quatro assembléias realizadas nos Estados Unidos, às onze realizadas no Canadá, de junho a agosto do ano passado, e às dezoito realizadas no Brasil, em dezembro e janeiro últimos.
De fato, desde os preparativos antecipados até o fim do programa de cinco dias, evidenciou-se que as testemunhas de Jeová reunidas gozavam do sorriso do seu Deus e Criador, a quem reconhecem como controlando suas atividades. O espírito predominante nas assembléias era o enaltecimento do Nome Divino, bem como de se ter um bom nome perante Deus. Deu-se ênfase especial à espiritualidade, à necessidade de alcançá-la, a como protegê-la e à edificação espiritual de outros.
Esta atitude permeava de tal maneira as reuniões, que um jornalista do Constitution
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