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  • Quando adolescentes têm filhos
    A Sentinela — 1988 | 15 de abril
    • Quando adolescentes têm filhos

      “ELE parecia algo saído dum conto de fadas”, lembra-se amargamente uma jovem a quem chamaremos de Sara. “Sempre repetia que me amava e que se uma namorada sua engravidasse ele jamais a abandonaria.”

      Certo dia Sara foi a um médico por causa do que ela achava ser apendicite; constatou-se que estava grávida de três meses. “Imediatamente telefonei ao meu namorado”, lembra-se Sara. A reação dele? “Você tem de abortar! Simplesmente livre-se disso!” O conto de fadas virara um pesadelo.

      Cerca de um milhão de adolescentes engravidam por ano apenas nos Estados Unidos. Os Estados Unidos têm a duvidosa distinção de terem o mais alto índice de gravidez de adolescentes entre os países industrializados — o único país em que esse índice aumentou nos anos recentes. Contudo, um estudo de 37 países, feito pelo Instituto Alan Guttmacher, revelou que a gravidez de adolescentes solteiras é um problema mundial.

      Os pesquisadores Black e DeBlassie escreveram na revista Adolescence: “Moças em idade escolar que engravidam procedem de todos os níveis socioeconômicos, tanto de escolas públicas como de particulares. Todas as raças, todas as crenças e todas as regiões do país, rurais e urbanas, estão representadas.” Quanto ao motivo de o índice de nascimentos ser maior entre moças de famílias pobres ou minoritárias, a revista Journal of Marriage and the Family diz: “Moças brancas e de N[ível] S[ócio]E[conômico] mais elevado com mais freqüência se submetem a aborto.”

      Nos Estados Unidos, mulheres com menos de 20 anos respondem por um terço de todos os casos de abortos legais. Considerações morais à parte, a decisão de submeter-se a um aborto muitas vezes mostra ser algo difícil com que conviver. “Creia-me”, lembra-se certa mulher que se submeteu a um aborto quando adolescente, “dói saber que fui a causa de um assassinato, um assassinato pelo qual a vítima jamais saberá o quanto lamento”.

      Em Busca de Soluções

      Estigma social, casamento instável, pobreza — são conseqüências comuns da gravidez de adolescentes. Não surpreende, portanto, que esse assunto tenha virado um foco de preocupação para educadores, médicos, políticos e pais. Alguns recomendam programas de educação sexual, até mesmo exigindo que contraceptivos e serviços de aborto sejam facilmente acessíveis para adolescentes.

      Não obstante, alguns jovens têm necessidades emocionais que a educação sexual não pode satisfazer. Algumas moças, por exemplo, quiseram realmente engravidar! Como disse certa mocinha: “Tentei meter-me em dificuldades para granjear a atenção de meus pais. Eu achava que este [bebê] seria algo que fosse meu — ninguém poderia tirá-lo de mim, e me restaria uma pequena parte de mim que me desse uma razão para viver.”

      Ademais, os programas de educação sexual não dão aos jovens a orientação moral. Países como a Suécia e os Países-Baixos, onde tais programas são comuns, talvez tenham poucos casos de gravidez de adolescentes, mas a promiscuidade é grassante. Poderia ser que, além de gravidezes, a promiscuidade acarreta sérios custos emocionais, morais e espirituais? Em caso positivo, existem razões válidas para incentivar, não a contracepção, mas sim a castidade? Em resposta, vejamos o que tem a dizer sobre isso o livro mais antigo que existe — a Bíblia.

      [Foto na página 3]

      “Moças em idade escolar que engravidam procedem de todos os níveis socioeconômicos, tanto de escolas públicas como de particulares. Todas as raças, todas as crenças e todas as regiões do país, rurais e urbanas, estão representadas.” — Revista Adolescence.

  • A Bíblia e a moralidade dos adolescentes
    A Sentinela — 1988 | 15 de abril
    • A Bíblia e a moralidade dos adolescentes

      “Parece que os adolescentes herdaram o pior mundo possível no que toca à sua exposição a mensagens sobre sexo: Filmes, música, rádio e TV lhes dizem que o sexo é romântico, excitante, deleitoso . . . Mas, ao mesmo tempo, os jovens assimilam a mensagem de que boas moças devem dizer não.” — Instituto Alan Guttmacher.

      OS JOVENS de hoje cresceram numa era de ambigüidade moral. A Bíblia, no entanto, provê instruções claras e nada ambíguas a respeito de moralidade sexual. Ao passo que os programas de educação sexual tendem a focalizar-se em evitar a gravidez, a Bíblia mostra que o sexo pré-marital em si é a coisa a ser evitada. “É bom que saibais que nenhum fornicário [que inclui o praticante de sexo pré-marital] ou impuro ou avarento . . . têm herança no Reino de Cristo e de Deus”, diz a Bíblia. (Efésios 5:5, A Bíblia de Jerusalém) Obviamente, as relações sexuais devem limitar-se ao casamento.

      Portanto, a solução para o problema da gravidez de adolescentes não é ensinar a contracepção aos jovens, mas sim dar-lhes orientação moral e espiritual. A Bíblia mostra claramente a quem cabe o dever de dar essa orientação: “Pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” — Efésios 6:4.

      Numa pesquisa, porém, pediu-se aos jovens que “classificassem seus genitores quais fontes de informações sobre sexo, numa escala que ia de insatisfatório a altamente satisfatório. A classificação que os adolescentes deram às mães foi, majoritariamente, pouco satisfatório. A classificação dada aos pais foi muito insatisfatório”. Sendo assim, é realístico

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