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  • Quando adolescentes têm filhos
    A Sentinela — 1988 | 15 de abril
    • Em Busca de Soluções

      Estigma social, casamento instável, pobreza — são conseqüências comuns da gravidez de adolescentes. Não surpreende, portanto, que esse assunto tenha virado um foco de preocupação para educadores, médicos, políticos e pais. Alguns recomendam programas de educação sexual, até mesmo exigindo que contraceptivos e serviços de aborto sejam facilmente acessíveis para adolescentes.

      Não obstante, alguns jovens têm necessidades emocionais que a educação sexual não pode satisfazer. Algumas moças, por exemplo, quiseram realmente engravidar! Como disse certa mocinha: “Tentei meter-me em dificuldades para granjear a atenção de meus pais. Eu achava que este [bebê] seria algo que fosse meu — ninguém poderia tirá-lo de mim, e me restaria uma pequena parte de mim que me desse uma razão para viver.”

      Ademais, os programas de educação sexual não dão aos jovens a orientação moral. Países como a Suécia e os Países-Baixos, onde tais programas são comuns, talvez tenham poucos casos de gravidez de adolescentes, mas a promiscuidade é grassante. Poderia ser que, além de gravidezes, a promiscuidade acarreta sérios custos emocionais, morais e espirituais? Em caso positivo, existem razões válidas para incentivar, não a contracepção, mas sim a castidade? Em resposta, vejamos o que tem a dizer sobre isso o livro mais antigo que existe — a Bíblia.

  • A Bíblia e a moralidade dos adolescentes
    A Sentinela — 1988 | 15 de abril
    • A Bíblia e a moralidade dos adolescentes

      “Parece que os adolescentes herdaram o pior mundo possível no que toca à sua exposição a mensagens sobre sexo: Filmes, música, rádio e TV lhes dizem que o sexo é romântico, excitante, deleitoso . . . Mas, ao mesmo tempo, os jovens assimilam a mensagem de que boas moças devem dizer não.” — Instituto Alan Guttmacher.

      OS JOVENS de hoje cresceram numa era de ambigüidade moral. A Bíblia, no entanto, provê instruções claras e nada ambíguas a respeito de moralidade sexual. Ao passo que os programas de educação sexual tendem a focalizar-se em evitar a gravidez, a Bíblia mostra que o sexo pré-marital em si é a coisa a ser evitada. “É bom que saibais que nenhum fornicário [que inclui o praticante de sexo pré-marital] ou impuro ou avarento . . . têm herança no Reino de Cristo e de Deus”, diz a Bíblia. (Efésios 5:5, A Bíblia de Jerusalém) Obviamente, as relações sexuais devem limitar-se ao casamento.

      Portanto, a solução para o problema da gravidez de adolescentes não é ensinar a contracepção aos jovens, mas sim dar-lhes orientação moral e espiritual. A Bíblia mostra claramente a quem cabe o dever de dar essa orientação: “Pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e na regulação mental de Jeová.” — Efésios 6:4.

      Numa pesquisa, porém, pediu-se aos jovens que “classificassem seus genitores quais fontes de informações sobre sexo, numa escala que ia de insatisfatório a altamente satisfatório. A classificação que os adolescentes deram às mães foi, majoritariamente, pouco satisfatório. A classificação dada aos pais foi muito insatisfatório”. Sendo assim, é realístico

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