De Nossos Leitores
Publicidade. Não sou Testemunha de Jeová, mas escrevo-lhes para agradecer o maravilhoso tema: “Publicidade — Como o Atinge”, da revista Despertai!. (8 de fevereiro de 1988) Fez com que eu tirasse a nota mais alta da turma durante o meu estágio do Curso de Letras. Coube a mim falar sobre “Português — Leitura e Interpretação”. No princípio, estava nervosa, mas quando comecei a falar com base nos artigos da revista, os colegas ficaram tão empolgados que esqueci completamente os nervos. No término, recebi elogios da Supervisão da Faculdade e de quase todos os colegas. Digo de quase todos, porque uma colega me criticou, dizendo que era uma revista religiosa. Resumindo, a Supervisão afirmou que a revista era de alto nível, ótimo recurso para o processo educativo.
I. S. S., Brasil.
Canções de Amor. Sempre gostei muito dos assuntos de Despertai!, principalmente de “Os Jovens Perguntam . . .”. O assunto de que eu gostei demais foi: “É o Amor Como o Descrevem as Canções de Amor?” (22 de junho de 1989) Este assunto veio na hora certa para mim, porque sou muito ligado à música e este assunto me abriu os olhos para escolher o tipo de música que vou ouvir. Bem poucas servem. Sou grato a Jeová e aos irmãos por este belo assunto que me ajudou e tenho certeza que vai ajudar a outros.
J. B. R., Brasil.
Acabo de ler o artigo “Os Jovens Perguntam . . . É o Amor Como o Descrevem as Canções de Amor?”. O artigo foi escrito com perícia e com profundo conhecimento de causa. Compreendo que todas as canções de amor são prejudiciais para os que não tem condições de casar-se. Mas significa isto que os indivíduos casados deviam também parar de ouvir canções de amor?
D. K., Estados Unidos.
O artigo servia, não para condenar categoricamente as canções de amor, mas para mostrar que muitas de tais canções passam um conceito irrealístico e insalubre do amor e do casamento. No entanto, o simples fato de que uma música expressa sentimentos românticos não a torna, automaticamente, objetável para os cristãos. Dá-se, assim, encorajamento aos jovens a que sejam seletivos em sua escolha da música. Os cristãos casados devem orientar-se de forma similar. — RED.
Eu pensava que as canções de amor realmente expressavam como se deve supostamente mostrar amor, e como ele é partilhado. Este artigo me fez finalmente compreender que a pessoa tem de empenhar-se num relacionamento e apegar-se a ele, tanto em épocas boas como nas ruins.
M. Z., Estados Unidos.
Florestas. Escrevo para agradecer-lhes os maravilhosos assuntos de Despertai!, os quais me têm ajudado muito. A Diretora de meu colégio pediu que os alunos fizessem um trabalho sobre “A Natureza”. Quem fizesse o melhor trabalho ganharia um troféu e vinte cruzados novos. Baseei meu trabalho no artigo “O Que Acontece com as Nossas Florestas?” (22 de junho de 1987), e fiquei muito feliz pois ganhei o troféu. Dei uma parte do dinheiro como contribuição para o Salão do Reino.
G. O. M., Brasil.
História Religiosa. Acabo de ler a Parte 12 da série “O Futuro da Religião, Tendo em Vista Seu Passado.” Acho estes artigos deveras interessantes e informativos. Queiram colocar-me em sua lista de assinantes.
M. K., Estados Unidos.