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  • O que os adolescentes necessitam de seus pais
    A Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
    • A autoridade estrita dos pais desenvolve nos filhos um senso de segurança.”

      O adolescente precisa da segurança da disciplina coerente. Talvez não concorde prontamente com a necessidade de algumas das restrições e regras, mas concordará plenamente que seus pais deviam ser coerentes nas suas regras. Ele quer saber o que pode ou o que não pode fazer. Sente-se frustrado quando estas regras são mudadas de um dia para outro, só porque os pais “acham” assim na ocasião. Jesus disse: “Deixai . . . que a vossa palavra Sim signifique Sim, e o vosso Não, Não.” — Mat. 5:37.

      As regras e restrições podem ser comparadas a limites. O adolescente necessita que se lhe definam e identifiquem claramente os limites; daí, quer ter a confiança e a liberdade dentro destes limites. Certo pai comparou este fato com a experiência de sua família no aluguel duma casa:

      “Encontrava-se num lugar arborizado. Uma das primeiras perguntas que fizemos foi sobre os limites. Queríamos saber: O que se nos permite fazer com a propriedade? Seria necessário saber isso para gostarmos de viver ali. Pode imaginar o desconforto e a frustração se o senhorio mudasse as restrições cada semana, ou algo assim. O mesmo princípio se aplica às restrições impostas aos adolescentes. As regras devem ser razoáveis e coerentes. E, daí, dê-lhes a confiança e a liberdade dentro destes limites.”

      As regras não devem ser desarrazoadamente rígidas. Algum acontecimento ou ocasião especial pode ser motivo bastante para se considerar um pedido especial.

      AJUDA EM FIXAR ALVOS NA VIDA

      A necessidade de orientação inclui a ajuda em fixar alvos na vida, escolher uma profissão e receber a necessária instrução secular. Cada um deve poder sentir que vale alguma coisa e que aquilo que faz vale alguma coisa. Deve poder ter amor-próprio e orgulhar-se de si mesmo.

      Os pais mostram sua preocupação por ajudarem o filho adolescente a escolher a profissão mais apta para ele. Seus “dons”, talentos ou preferências deviam receber consideração. (Veja Romanos 12:6.) Ele deve ser ajudado a fixar alvos atingíveis. Nem todos conseguem alcançar uma posição de destaque. Pode-se atingir alvos com mais realismo quando são fixados cada vez mais alto, ao passo que alvos menores são alcançados.

      É uma grande responsabilidade prover a educação que prepara os jovens para enfrentarem os problemas da vida adulta. Os jovens devem ser instruídos e devem desenvolver habilidade numa profissão para que se possam sustentar. (1 Tim. 5:8; Pro. 31:10, 19, 20) Embora Jesus havia de tornar-se o Cristo, seu pai adotivo, José, ensinou-lhe um ofício, de modo que ficou sendo conhecido como o “filho do carpinteiro” e “o carpinteiro”. (Mat. 13:55; Mar. 6:3) O apóstolo Paulo sustentou a si mesmo e os com ele por trabalhar no seu ofício, a fabricação de tendas. — Atos 18:1-4; 20:33, 34.

      Na preparação para enfrentarem os problemas da vida adulta e para aceitarem responsabilidades adultas, os adolescentes precisam do apoio de seus pais e incentivo para não se tornarem “desistentes”. Muitas vezes, precisam de ajuda com suas tarefas escolares. Às vezes talvez quase queiram desistir. Em ocasiões assim, os pais podem ser motivo de encorajamento por entenderem as frustrações e falarem francamente com eles sobre este assunto. Se o pai, ou a mãe, ocasionalmente ajudar com problemas difíceis das tarefas escolares, talvez passe a entender melhor as frustrações do jovem com as tarefas e estar em condições de dar sugestões práticas. Ocasionalmente, quando o pai compreensivo passa algum tempo conversando sobre o problema com o adolescente, isto já basta para ajudá-lo a passar pela crise.

      SENTIR-SE NECESSÁRIO

      Talvez o maior anseio seja sentir-se necessário. Por este motivo, os jovens às vezes perguntam aos pais se foram adotados, ou se os pais planejaram ou quiseram seu nascimento. Querem assegurar-se do amor de seus pais. Todos nós almejamos a segurança de saber que temos nosso lugar. Quando os pais reconhecerem as necessidades de seus adolescentes e as suprirem com compreensão, aumentará a felicidade no círculo familiar.

  • Jovens — estão em caminho para ser bem sucedidos?
    A Sentinela — 1979 | 1.° de outubro
    • Jovens — estão em caminho para ser bem sucedidos?

      HÁ MAIS de um século, o escritor norte-americano R. W. Emerson deu aos jovens a receita para serem bem sucedidos. Ele aconselhou: “Atrele sua carroça a uma estrela.” Emerson queria dizer que os jovens deviam empenhar-se em alcançar objetivos elevados. Mas, para o jovem ser bem sucedido, precisa fazer-se valer por meio do treinamento disciplinado para atingir tal objetivo.

      Jovens, estão fazendo os devidos planos agora para o futuro? É sábio fixar alvos nobres e estar decidido a alcançá-los.

      A juventude é um período em que a vida brota. É um tempo de comparativa liberdade de pesadas responsabilidades; é tempo de se olhar para a frente, para se conseguir muita alegria e felicidade. Os rapazes e as moças estão cheios de energia e saúde, com perspectivas felizes.

      Lamentavelmente, uma grande parte dos jovens não se empenha hoje para atingir objetivos elevados na vida. Antes, no vão empenho de obter independência e isenção de responsabilidades, muitos procuram uma saída por meio de drogas, sexo promíscuo e outras tolices. No entanto, é importante que se dê ouvidos à admoestação: “De Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará.” — Gál. 6:7.

      INCLUA DEUS NOS SEUS OBJETIVOS

      A Bíblia diz: “Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e faça-te bem o teu coração nos dias da tua idade viril [também feminil], e anda nos caminhos de teu coração e nas coisas vistas pelos teus olhos.” (Ecl. 11:9a) De modo que Jeová, o Criador, quer que os jovens usufruam a vida. Ele não adota um conceito negativo sobre os interesses dos jovens e o que atrai os desejos de corações e olhos jovens. Os jovens, da sua parte, precisam lembrar-se de que têm de prestar contas a Deus pelas suas ações.

      As Escrituras prosseguem: “Mas sabe que por todos estes [o proceder na vida que decide seguir] o verdadeiro Deus te levará a juízo. Portanto, remove de teu coração o vexame e afasta de tua carne a calamidade.” (Ecl. 11:9b, 10a) Embora o Altíssimo permita aos jovens liberdade de escolha, ele não os protegerá contra as amargas conseqüências de um proceder errado.

      O mesmo escritor bíblico acrescenta: “Pois a juventude e o primor da mocidade são vaidade.” (Ecl. 11:10b) Por quê? Em primeiro lugar, é óbvio que ninguém permanece jovem para sempre. Mesmo os que estão no primor da vida adoecem e morrem. O jovem que desconsidera isso talvez deixe de usar sabiamente o que possui, dissipando suas energias físicas e suas capacidades num modo de vida que pode tornar seus anos de adulto mais difíceis.

      O que devem fazer os jovens, em vista disso? A Bíblia diz: “Lembra-te, pois, do teu Grandioso Criador nos dias da tua idade viril.” (Ecl. 12:1) Lembrar-se assim continuamente de Deus promove uma conduta excelente e solidifica a relação do jovem com Jeová durante os seus anos jovens.

      O “JUGO” DO DISCIPULADO CRISTÃO

      A Bíblia indica que os jovens devem canalizar suas energias para um objetivo sábio na vida. Senão, tais forças serão finalmente dissipadas sem que se atinjam alvos que valham a pena.

      Jesus animou os abatidos, dizendo: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas. Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” (Mat. 11:29, 30) Não é um privilégio inestimável ser discípulo de Jesus Cristo? Que maneira melhor há para se gastar os anos da juventude? Mas isto requer que se dê o passo sério do batismo cristão. Só assim pode alguém considerar-se como sendo “discípulo” de Jesus.

      RECEBER A NECESSÁRIA INSTRUÇÃO

      Quando jovem, Jesus foi instruído como carpinteiro pelo seu pai adotivo, José. (Mar. 6:3) De modo que, hoje, os jovens cristãos se sujeitarão com proveito a um período de instrução básica. Isto significa aceitar instrução secular que os prepare para se sustentarem durante a vida de adultos.

      Os cristãos, muitas vezes, acharam aconselhável aproveitar a instrução secular normal disponível no lugar onde moram. No Brasil, o curso de 2.º grau costuma ser de valor prático.

      Além de estudos básicos, tais como matemática, história e língua pátria, há países em que certas escolas oferecem cursos de ferramentaria e mecânica, carpintaria, eletricidade, automecânica e gráfica. As moças podem aprender prendas domésticas, datilografia e outras especialidades de secretária, serviços de auxiliares de enfermagem, e outros campos interessantes e práticos disponíveis a elas.

      PENSE NO FUTURO

      A maioria dos jovens atinge um ponto decisivo quando encerra a instrução escolar. Nesta ocasião se apresentam a eles muitas opções.

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