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  • Encarando os problemas de seus filhos
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 15/8 pp. 483-484

Encarando os problemas de seus filhos

“ELE estava doente quando chegou em casa às duas da madrugada” — explicou sua mãe. “Simplesmente mandei que se deitasse e esperei até esta manhã para perguntar-lhe o que acontecera. Com as mãos segurando a cabeça latejante — como qualquer outro bêbedo arrependido na manhã seguinte — disse-me que estivera no “drive-in” com seus amigos de treze anos, e três rapazes mais velhos partilharam com eles alguma cerveja.”

Não são poucas as mães e os pais que tiveram experiências semelhantes com os filhos pequenos. No entanto, beber excessivamente é apenas um dos problemas que os pais amiúde encaram hoje.

A ênfase moderna ao sexo tem também resultado em casos assustadoramente crescentes de doenças venéreas, gravidez indesejável e casamentos forçados. O mundo adulto adotou uma “nova moralidade” de liberdade sexual, e a juventude o copia. Isto inquestionàvelmente resultou num grande aumento dos problemas entre os jovens.

No outono passado (hemisfério norte), certa pesquisa feita pelo Senado dos EUA disse que, em sua opinião, “quatro e meio milhões de crianças estadunidenses [uma em cada dez] precisam de tratamento psiquiátrico” a fim de enfrentar com seriedade normas de comportamento indesejáveis. A pesquisa também revelou que, dos 29 milhões de crianças de dez a dezessete anos, 2.500.000, ou cerca de uma em cada onze, tem ficha na polícia! Deveras, as dificuldades em que os jovens modernos estão envolvidos deixa perplexa a imaginação. — Times de Nova Iorque, de 19 de outubro de 1966, primeira página.

Os pais em outros países, também, enfrentam problemas com os filhos. No Japão, por exemplo, o número de violadores da lei com menos de vinte anos tem triplicado de 1953 a 1963. “E o que é atemorizante”, observa proeminente oficial de policia, “é que os crimes tendem cada vez mais para a violência . . . e a idade média dos ofensores está diminuindo”.

Como podem os leitores que são pais encarar com êxito os problemas de seus filhos? Primeiro, têm de convencer-se de que eles precisam de sua atenção e ajuda. Não pense que as festas desenfreadas, o beber demais, o dirigir um carro como louco, e outras travessuras da juventude não poderiam envolver seus filhos. Podem sim, como observou a Sra. Arnold Washton, presidente da Liga dos Pais de Nova Iorque: “Recebemos tantas cartas e telefonemas dos pais que desejam saber como ajudar os filhos que se tornaram envolvidos nestes problemas, que sabemos que eles podem existir nas famílias e escolas mais cuidadosas.”

Não há dúvida disso; os filhos precisam vitalmente de pais compreensivos e amorosos. O bebê vem ao mundo indefeso e ignorante, com pouco conhecimento além de saber mamar e chorar. Por conseguinte, o Deus Todo-poderoso proveu o arranjo marital de modo que o filho pudesse receber a orientação e instrução necessárias daqueles que verdadeiramente o amariam. E a Bíblia destaca a importância de os pais darem regularmente tal instrução. — Deu. 6:4-9; Efé. 6:4.

No entanto, fazer isso exige que reserve tempo para estar com seus filhos. Este tempo que passam juntos deveria ser planejado, de modo que realmente edifique e forteleça os laços familiares. Tornem-no divertido, porém instrutivo. Na hora das refeições, por exemplo, podem compartilhar experiências, idéias, atividades, esperanças e planos. Tenham presente as coisas ouvidas durante o dia que sejam humorísticas ou de interesse comum, e as partilhem à mesa de refeições. Esta comunicação e este interesse podem unir mais a família, dando aos filhos o senso de segurança, de pertencerem a algo.

Os pais jamais deveriam subestimar a importância da comunicação com seus filhos pequenos. “A queixa fundamental dos jovens estadunidenses”, observa certo escritor bem-conhecido, é “que eles não podem conversar com pessoas crescidas . . . a grande maioria de nossos garotos jamais usufruíram uma relação íntima nem mesmo com uma só pessoa crescida”. Pouco é de admirar que os jornais e as revistas todo ano recebam milhares de cartas dos filhos que dizem que desejam ter alguém com quem falar sobre seus problemas pessoais.

Mas, como é que os pais e seus filhos se afastam tanto, tornando a conversa sobre assuntos vitais quase impossível? Segundo o escritor acima: “Seus esforços de comunicar-se conosco são invariável e completamente reprimidos.” Infelizmente, isto amiúde é verdade. Os pais não raro repelem seu filho indagador: ‘Vá-se embora; não vê que estou ocupado?’ Quão melhor seria se o genitor, quando estivesse realmente ocupado, prometesse palestrar mais tarde sobre o assunto e, quando livre, perguntasse ao filho o que lhe passava pela mente. Desta forma, o filho sentirá que seus pais realmente se interessam por ele e confiará mais prontamente neles.

Os jovens precisam de alguém que converse com eles, uma pessoa que aprecie seus problemas e que os ajude a enfrentá-los por lhes prover o conselho necessário. Ilustrando como os pais amiúde falham em prover esta necessidade, dois médicos escreveram recentemente: “Conta-se a história de certa mãe que tinha uma desinformada filha grávida de treze anos. Quando lhe perguntaram se ensinara os ‘fatos da vida’ à filha, ela respondeu: ‘Oh, não, pensei que ela fosse jovem demais para isso.’

Os médicos então comentaram: “Com demasiada freqüência, tais pais enviam seus filhos de dez a doze anos a festas, sem acompanhantes, junto com ‘namorados’, usando meias de seda, sapatos de salto alto, roupas de estilo adulto e batom, e então ficam admirados de como se metem em dificuldades aos quinze anos.” É verdade que os jovens talvez às vezes pressionem os pais para obterem liberdade de fazer estas coisas. No entanto, como pais, têm de ficar firmes e insistir no cumprimento das regras necessárias. É sua responsabilidade fazer isso! E, realmente, seus filhos lhes serão gratos se o fizerem.

Se mantiverem saudáveis vínculos familiares, de modo que seus filhos se sintam livres de conversar com vocês, e se preverem os problemas que eles enfrentarão e os prepararem para encará-los, o vínculo de amor entre vocês e seus filhos certamente aumentará. Às vezes, talvez ressintam o que consideram restrições indevidas. Mas, eventualmente, sem dúvida expressarão os sentimentos de certo adolescente: “Agora, finalmente sei o que posso ou não fazer — e isso me tirou terrível peso da mente.”

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