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  • A propagação do homossexualismo
    A Sentinela — 1970 | 15 de novembro
    • seja muitas vezes frustradora? O Criador fez os dois sexos para se complementarem, ambos com o fim de ‘encher a terra’ e dar satisfação e felicidade a cada um. Que o homem e a mulher se destinavam um ao outro é indicado pela própria estrutura dos órgãos sexuais. As intimidades maritais, realizadas com consideração mútua, fortalecem o vínculo marital, bem como a personalidade de cada um. Sim, quando tanto o marido como a mulher desempenham o papel devido segundo as normas de Deus, o casamento é belo e edificante. — 1 Cor. 7:3-6; Efé. 5:22-33.

      Não faz a própria racionalidade da atitude heterossexual da Bíblia que se saliente logo a irracionalidade da atitude homossexual? Na relação homossexual, um dos participantes amiúde finge ou age a parte do sexo oposto, física, mental e emocionalmente, de modo que isso se baseia numa mentira. Conforme diz o livro Homosexuality (Homossexualismo), da autoria da Sociedade de Psicanalistas Médicos, Comissão de Pesquisa: “É irracional tentar encontrar qualidades femininas num companheiro do sexo masculino.”

      A propagação do homossexualismo significa que muitos começam a adotar um modo de vida que tantas vezes causa frustração e aflição. É algo detestável e repugnante aos olhos de Deus e dos amantes da justiça. Saber o que fazer para evitar um resultado tão infeliz, desaprovado por Deus, é o proceder sábio a adotar. O artigo que segue considera as causas e a prevenção do homossexualismo.

  • A maneira de evitar o laço do homossexualismo
    A Sentinela — 1970 | 15 de novembro
    • A maneira de evitar o laço do homossexualismo

      PARA se evitar o que pode ter conseqüências trágicas, é sábio saber algo sobre as causas possíveis. Com respeito ao homossexualismo, há muita incerteza quanto à causa. Reconhece-se agora, de modo geral, que os fatores físicos, tais como a constituição física ou os hormônios, não são os principais responsáveis pelo homossexualismo. O que se crê, então, serem as causas significativas?

      Algumas causas possíveis são consideradas pelo Dr. Albert Ellis, no seu livro Homosexuality, Its Causes and Cure (Homossexualismo, Suas Causas e Cura; 1965). Ele acredita que a condição se deve na maior parte a certos temores. Conta que curou muitos homossexuais por ajudá-los a se livraram destes temores subjacentes. Isto é corroborado pela recomendação de um dos líderes do movimento homossexual norte-americano, Donald Webster Cory:

      “O objetivo da terapia [devia ser] aliviar a hostilidade e o temor das relações, sexuais e outras, com o sexo oposto . . . O motivo disso é duplo: . . . ajudar o homossexual a chegar à raiz do problema, e não atacar o que apenas é sintoma — seu problema não é tanto que se sinta atraído aos homens, mas é que foge das mulheres.”

      Por outro lado, um rapaz jovem talvez seja iniciado no homossexualismo por ser seduzido por homens homossexuais. Houve um exemplo flagrante disso em Vancouver, no Canadá, onde alguns homossexuais seduziram trinta e cinco meninos entre as idades de dez e quatorze anos, e depois fizeram comércio com eles.

      Em muitos casos, os homens mais velhos davam aos meninos vinho ou bebida alcoólica, sabendo que os jovens seriam então mais vulneráveis às suas propostas imorais, assim como observa a Palavra de Deus: “Fornicação, e o vinho, e o vinho doce é que tiram o bom motivo.” (Osé. 4:11) O profeta Habacuque também advertiu contra esta prática de se usar a bebida alcoólica como preliminar para a sedução: “Ai daquele que dá aos seus companheiros algo para beber, . . . a fim de embriagá-los, com o objetivo de olhar para as suas vergonhas.” (Hab. 2:15) Portanto, quando homens mais velhos, estranhos, se oferecem a comprar uma bebida alcoólica para um rapaz jovem, pode haver nisso segundas intenções.

      RESPONSABILIDADE DOS PAIS

      Quando um jovem se volta para o homossexualismo, a tendência atual é culpar o pai e a mãe dele como tendo possivelmente lançado a base para a prática desnatural de seu filho. Os entendidos acreditam que os pais talvez façam isto até mesmo antes de seu filho atingir a idade de seis anos. Neste sentido, segundo o Dr. Irving Bieber, autoridade internacional no assunto: ‘O pai desinteressado e a mãe dominante são a combinação perfeita para produzir um filho homossexual.’ Declarou mais: “Não acredito ser possível produzir um pederasta quando o pai é carinhoso com sua esposa e seu filho, e apóia a masculinidade do filho.”

      Também, segundo este médico, “os pais parecem ter o poder de veto absoluto sobre o desenvolvimento homossexual de seus filhos”. Rapazes bem criados não temem o sexo feminino.

      Aplica-se, pois, ao homossexualismo, assim como a muitos outros problemas da vida, o velho ditado: “É melhor prevenir do que remediar.” Cada pai deve tomar interesse ativo no filho e ajudá-lo a desenvolver uma forte personalidade masculina. Como pode fazer isso? Do modo mais importante, por dar um bom exemplo. Conforme o expressou o apóstolo Paulo: “Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, procedei como homens, tornai-vos poderosos.” (1 Cor. 16:13) O exercício do autodomínio é básico. A forte personalidade masculina não é emocional, mas é equilibrada, razoável, em vez de agitada, e adota uma atitude protetora para com os de sua família. Cada pai deve também inculcar no filho honrar e respeitar o sexo feminino; pode fazer isto por tratar a sua esposa de modo amoroso.

      Do mesmo modo, cada mãe deve respeitar a chefia de seu marido e precaver-se de não se tornar possessiva ou dominante demais, pois neste caso poderá alhear seus filhos do sexo feminino.

      Pai e mãe podem também advertir os filhos explicitamente sobre os males do homossexualismo. Tal conhecimento do homossexualismo é uma proteção. Quando pai e mãe deixam de instruir e advertir seus filhos de modo correto, estes podem cair vítimas de homossexuais astutos.

      RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL

      Embora exista certa medida de responsabilidade parental, há principalmente a responsabilidade individual. Cada jovem precisa estar alerta a evitar o laço do homossexualismo. Não se deve desperceber a força do impulso sexual, do apetite sexual e as armadilhas possíveis a que podem levar. Sem o temor de Deus ou o amor natural à bondade para agir como freio, o coração do homem talvez explore meios desnaturais em busca de satisfação sensual. Quanto mais se vai contrário ao que é normal e direito, tanto mais parece o sensualista sentir-se atraído a isso. (Gên. 8:21; Jer. 17:9, 10) Embora esta forte tendência não se limite ao homossexual, parece ajudar a explicar o domínio que esta prática exerce sobre tantos.

      Embora, sem dúvida, para a maioria dos jovens o homossexualismo pareça abominável, caso a pessoa observar qualquer inclinação ou curiosidade neste respeito, deve resistir a ela firmemente, acatando o conselho do apóstolo Paulo: “Abominai o que é iníquo.” — Rom. 12:9.

      Por isso, os jovens farão bem em odiar as práticas que iniciam a pessoa na vida frustradora do homossexualismo. O Dr. D. J. West diz sobre este aspecto da questão: “Beijos, carícias, íntimo contato corporal e a masturbação mútua são formas comuns de namoro com que os homossexuais, tanto masculinos como femininos, começam a sua carreira sexual.”

      O que ajuda neste respeito é reconhecer, então, que o auto-erotismo ou a masturbação não é apenas um passatempo inocente, mas é antes uma prática que pode levar a atos homossexuais. Por quê? Porque a masturbação pode tornar mais fácil e mais tentador empenhar-se em masturbação mútua, que é uma forma de homossexualismo. Combater sinceramente esta prática contribuirá muito para proteger o jovem.

      Igualmente útil para evitar o laço do homossexualismo é ter em mente o que se disse sobre quão frustrador e desnatural é. Que é extremamente egoísta e endurece a pessoa se vê no modo em que os homossexuais importunam pessoas estranhas, na sua sedução de rapazes e na prevalência do estupro homossexual nas prisões. A evidência indica que o desejo sexual anormal é muito mais difícil de controlar do que o desejo normal.

      LIBERTAR-SE DE SEUS LAÇOS

      Muitos homossexuais afirmam que não podem mudar. Mas o testemunho de muitos na profissão médica diz que podem mudar, se realmente quiserem. O livro Homosexuality (Homossexualismo), da Sociedade de Psicanalistas Médicos, Comissão de Pesquisa, diz que “cada homossexual é um heterossexual latente”. A Bíblia testifica adicionalmente que é possível abandonar práticas imundas e degradantes. Neste sentido, o apóstolo Paulo, depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, acrescenta: “No entanto, isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados.” — 1 Cor. 6:9-11.

      O homossexual que quer mudar precisa dizer-se continuamente que, não importa quão fácil e sensualmente agradável seja a prática, ela é má. Precisa tomar a peito o conselho: “Ó vós amantes de Jeová, odiai o que é mau.” Sim, precisa realmente odiar “prazeres” maus. Além disso, precisa ‘continuar a considerar as coisas virtuosas, castas e louváveis’. Encher a mente com a verdade de Deus lhe será de ajuda, pois, conforme Jesus disse: “A verdade vos libertará.” — Sal. 97:10; Fil. 4:8; João 8:32.

      É de muita importância que o homossexual se dê conta de que não pode agradar a Deus se continuar com esta prática detestável. Ela é tão imunda aos olhos de Deus, que tais pessoas moralmente impuras são chamadas de cães na Bíblia. A lei de Deus dada a Israel declara: “Não deves trazer a paga duma meretriz nem o preço dum cão [“sodomita”, ALA] à casa de Jeová, teu Deus, para algum voto, porque são algo detestável para Jeová, teu Deus, sim, ambas estas coisas.” (Deu. 23:18) Todos os que, quais cães vira-latas, praticam coisas repugnantes, tais como a sodomia e o lesbianismo, são impedidos de obter a vida eterna no novo sistema de coisas de Deus. (Rev. 22:15) Quão importante é, então, esforçar-se sinceramente a agradar a Deus por não ter nada que ver com as práticas homossexuais!

      Aquele que progride no seu desejo de agradar a Deus não deve ficar desanimado se não puder imediatamente eliminar da mente e dos sentimentos todas as emoções e os pensamentos errados. Precisa continuar a lutar, porém, tomando coragem de que até mesmo o apóstolo Paulo confessou que não conseguia plenamente fazer o que queria. Mas não desistiu de lutar. Não cedeu à carne, mas ‘amofinou o seu corpo e o conduziu como escravo’, de modo que podia dizer: “Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder.” — 1 Cor. 9:27; Fil. 4:13; Rom. 7:13-25.

      A oração a Jeová Deus é de grande ajuda nesta luta. Ore pelo perdão, também por ajuda e especialmente por mais do espírito santo de Deus. Sim, “persisti em oração”. — Rom. 12:12; Fil. 4:6, 7.

      O homossexualismo se propaga apesar de ser um modo de vida errado, desnatural e frustrador. Os escravizados a ele podem libertar-se dele se realmente quiserem. A vida eterna está em jogo! Esforce-se, portanto, a todo custo evitar o laço do homossexualismo.

  • A tagarelice pode ser mortífera
    A Sentinela — 1970 | 15 de novembro
    • A tagarelice pode ser mortífera

      QUE idéia lhe dá a palavra “tagarelice”? Talvez a de uma palestra agradável sobre assuntos de família, com uma pessoa bem conhecida? Ou a de passar adiante alguma ‘novidade’ pessoal do momento, às custas de outra pessoa?

      A tagarelice usualmente tem a sua base em nosso interesse nas pessoas e no que fazem. A tagarelice pode relacionar-se com algo de somenos importância ou corriqueiro sobre outros, de puro interesse humano. Pode até mesmo incluir observações de algo a respeito da pessoa. Amiúde assume a forma de conversa leve e humorística, sem haver más intenções. Por outro lado, o que se diz pode ter a tendência de colocar a pessoa de que se fala sob um aspecto desfavorável. Pode ser dito de brincadeira, talvez irrefletidamente.

      Mesmo que a tagarelice não tenha más intenções, há ocasiões em que é melhor não se dizerem certas coisas. Podem ser verídicas, mas, por outro lado, pode tratar-se de assuntos que a terceira pessoa não deseja ter divulgados entre amigos e vizinhos, e se tais assuntos não envolverem o bem-estar deles, não há necessidade de saberem disso. Isto exige empatia. Gostaria de ver seus assuntos particulares ser tema de tal conversa?

      TAGARELICE PREJUDICIAL

      É tão fácil passar de uma conversa inocente sobre pessoas para uma conversa prejudicial e que cria dificuldades. É nisso que há perigo. Sabe quando parar? Sabe distinguir uma coisa da outra? É vital que o saiba, se quiser evitar que seus lábios causem dificuldades. — Pro. 24:2.

      A pergunta que deve fazer a si mesmo é: Prejudica esta tagarelice a alguém? Esta pergunta é muito importante, porque a Bíblia aconselha claramente os cristãos: “Que não ultrajem a ninguém.”

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