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  • Como posso enfrentar a pressão dos colegas?

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  • Como posso enfrentar a pressão dos colegas?
  • Despertai! — 1983
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Despertai! — 1983
g83 22/1 pp. 20-22

Os Jovens Perguntam . . .

Como posso enfrentar a pressão dos colegas?

AOS QUATORZE anos Karen já fazia uso de drogas fortes e praticava sexo regularmente. Michelle, com quinze anos, foi presa por vandalismo e furto, e acusada de possuir drogas. Por volta dos dezessete anos, Jim havia-se tornado alcoólatra e levava uma vida imoral. Contudo, todos os três admitiram que não gostavam realmente da vida que levavam nem das coisas que faziam.

“Minha consciência me incomodava constantemente”, confessou Michelle. Então, por que ela e os outros agiram da forma como o fizeram? “Todos com quem me associava empenhavam-se nestas coisas e isso exerceu um grande efeito sobre mim”, relatou Karen. Jim concordou, por dizer: “Eu não queria perder meus amigos por ser diferente.”

O poderoso denominador comum que os impeliu ao álcool, às drogas, ao crime e ao sexo foi a pressão dos colegas. Todavia, será que a pressão dos colegas é sempre ruim? Pode ser boa? O que faz com que muitas pessoas cedam a ela?

Quem ou o Que Determina os Padrões dos Colegas?

Ao passo que os jovens avançam na idade ficam mais cientes dos seus colegas e dos padrões deles. O desejo de ser popular e de ser aceito pelos de sua própria faixa etária torna-se uma poderosa influência em sua vida; o mesmo se dá com o temor de rejeição. Com a diminuição da influência dos pais sobre o proceder que os jovens adotam, esses jovens tornam-se especialmente vulneráveis à moldagem de seus colegas. Também, para preencher rapidamente qualquer vácuo que possa restar acham-se os filmes, a televisão, a música e a propaganda. Estes promovem a idéia de que a atividade sexual é necessária, para que a pessoa seja aceita e amada. Certas pesquisas estadunidenses revelam que por ocasião em que os jovens, atingem os dezenove anos, 90 por cento já praticaram sexo.

No entanto, a dra. Corinne Devlin, chefe da Clínica de Regulação da Reprodução do Centro Médico da Universidade McMaster, Canadá, declara candidamente que o que muitos jovens desejam realmente não é sexo. Numa reportagem no Toronto Star, declarou ela: “Quando adolescentes praticam sexo amiúde é por razões não-sexuais — para ser considerado ‘normal’ ou para obter respostas a algumas perguntas básicas dos adolescentes, tais como: ‘Você gosta de mim, ou quer passar tempo comigo?’ Há uma mensagem bastante clara no ar: Se você se interessa por alguém, o modo de mostrar isso não é por meio da honra, do respeito, do companheirismo. Mostra-o por ter relações sexuais.”

Ressoa-se essa mensagem nos ouvidos dos adolescentes onde quer que estejam.

É a mesma mensagem na música e nos discos de alta vendagem dirigidos aos jovens. Isso, junto com a conduta de músicos populares, contribui para estabelecer os padrões dos colegas. “O grupo com o qual me associava tinha sua música e ídolos próprios”, relata Karen, que é agora mãe solteira, “e assim eu escutava os discos que eram aceitos por meus colegas. Porém, não percebia quanto era influenciada pela música, não só por fazer uso de drogas e praticar sexo, mas também por desenvolver um sentimento de rancor contra meus pais e qualquer outro em autoridade”.

Outra coisa que contribui para os padrões dos colegas é a vulnerabilidade dos jovens às influências da sensualidade e da emoção. Com o começo da puberdade os adolescentes cavalgam a crista de uma onda de experiências novas, de realizações e sentimentos com os quais jamais tiveram de lidar antes. E com a crescente rejeição de padrões morais mais antigos, muitos se vêem seguindo a conduta que pessoalmente não gostam.

Como Enfrentar a Pressão dos Colegas

Os jovens estão à procura de orientação e sentem a necessidade de conversar com alguém. Pais discernidores estimulam palestras razoáveis desde a tenra idade e tomam tempo para escutar os problemas e as tentações com que se confrontam os adolescentes. A maioria dos jovens reage prontamente ao amor e à atenção; eles precisam ter certeza de que são necessários e compreendidos. Quando não encontra isso no lar, o jovem buscará isso em outra parte. Isso poderá torná-lo vulnerável à pressão dos colegas.

Amiúde os jovens cedem à pressão devido à falta de confiança em si próprios ou devido a sentimentos de insegurança. Portanto, se seus pais o animam a desenvolver seus talentos, suas habilidades e perícias, reconheça o valor disso. “Os adolescentes que são bons em alguma coisa sentem-se importantes com toda a razão”, diz Beth Winship, conselheira estadunidense de adolescentes. “Não precisam depender da aprovação de colegas para a boa imagem própria.”

E se seus pais procuram ensinar-lhe verdadeiros valores morais junto com qualidades de um adulto, tais como a determinação e o autodomínio, não se esquive disso. Certa jovem declarou: “Meus pais eram firmes comigo. Às vezes não gostava disso, mas estou contente de que eles fincaram o pé e restringiram minhas associações.” Devido a essa ajuda parental, ela não cedeu à pressão para usar drogas e praticar sexo.

Visto que seus companheiros irão influenciar a você e a seus princípios morais, é importante ser seletivo quanto a seus amigos. Associar-se com os que têm bons valores e padrões pode servir-lhe de proteção contra o mau procedimento. Deste modo, essa influência dos colegas poderá ser-lhe útil.

Contudo, ser seletivo pode significar também ter menos colegas. Como pode a pessoa enfrentar este problema e lidar com os sentimentos de isolamento? Certa adolescente expressou-se da seguinte maneira: “Quando não acompanhava outros na escola, no tocante às suas idéias quanto às drogas e ao sexo, logo me deixavam só. Apesar de que isto aliviava muita pressão externa para me conformar a eles, fez-me sentir realmente um pouco solitária. Mas então procurei até que achei outra moça que levava a sério os estudos, que tinha valores similares aos meus e com a qual podia associar-me durante as horas que passava na escola. Isto ajudou bastante.”

Alguns jovens sábios, que não têm pais com quem possam conversar, fizeram amizade com pessoas mais idosas e mais experientes que podiam dar-lhes conselho salutar. Conforme diz a Bíblia: “Quem anda com pessoas sábias tornar-se-á sábio.” — Provérbios 13:20.

Para permanecer firme contra a pressão dos colegas para fazer coisas tolas, necessita ter convicções pessoais fortes e suficiente motivação para prosseguir. Como poderá adquiri-las? Bem, quem conhece mais sobre a vida do que o Criador da humanidade? Ele registrou na Bíblia orientações para uma vida verdadeiramente satisfatória. — Salmo 119:9-11, 105.

Chegar a conhecer a Jeová como amigo, como alguém a quem se pode chegar em busca de ajuda a qualquer tempo, dia ou noite, mediante oração pessoal e genuína, deu a muitos a coragem para serem diferentes e a força para resistirem quando o mundo tentou ‘comprimi-los em seu molde’. (Romanos 12:2, Phillips, em inglês) “A maior ajuda que encontrei para enfrentar a pressão dos colegas e resistir a uma vida de imoralidade, de drogas e de álcool foi desenvolver uma relação bem achegada com Jeová Deus”, ponderou Michelle.

Como muitos jovens entre as Testemunhas de Jeová têm verificado, eles são geralmente respeitados e admirados por defenderem princípios corretos. Sabem que, conforme expresso em Provérbios 29:25, “tremer diante de homens é o que arma um laço, mas quem confia em Jeová será protegido.”.

[Destaque na página 22]

“Os adolescentes que são bons em alguma coisa sentem-se importantes com toda a razão”, diz Winship, conselheira estadunidense de adolescentes. “Não precisam depender da aprovação de colegas para a boa imagem própria.”

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