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  • De Nossos Leitores
  • Despertai! — 1986
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  • Que Importância Tem a Aparência?
  • Síndrome de Down
  • Quando Morre Alguém Que Amamos
Despertai! — 1986
g86 22/7 p. 29

De Nossos Leitores

Que Importância Tem a Aparência?

Gostaria muito de agradecer-lhes o artigo “Os Jovens Perguntam . . . Que Importância Tem a Aparência?”. (8 de janeiro de 1986) Tenho 15 anos, e sou bem alta, tendo 1 metro e 72, para ser exata. Sempre me queixei de ser tão alta, mas seu artigo me fez compreender que minha altura não interfere em minha personalidade. Afinal de contas, é o que se é no íntimo que conta, e não o que se é por fora.

J. D., Louisiana, EUA.

Síndrome de Down

Que alegria foi ler aquela história tão acalentadora de pais que amorosamente ajudam sua filha excepcional. (“Trinta Anos de Amor e Devotamento”, 8 de fevereiro de 1986.) Meu coração bate por eles, por causa de seu devotamento. Durante vários anos, trabalhei numa instituição que abriga tais crianças. Depois de ler esse artigo, pensei nessas crianças, colocadas ali porque seus pais tinham vergonha delas, ou achavam que não havia nenhuma esperança de elas aprenderem algo. Uma vez que as crianças portadoras da síndrome de Down carecem tanto de atenção e de cuidados, uma instituição não é a resposta para se cuidar delas. Não há suficientes funcionários para cuidar de cada uma delas, numa base individual, de modo que as crianças são submetidas à sedação para mantê-las tranqüilas, dormindo a maior parte do tempo. As crianças vivem melhor em casa, em seu próprio ambiente natural.

D. H., Maryland, EUA.

As circunstâncias variam, mas concordamos que, quando a família dispõe da força emocional e pode cuidar de uma criança portadora da síndrome de Down, esta é uma solução bem melhor do que internar tal criança numa instituição. — RED.

Quando Morre Alguém Que Amamos

Muitíssimo obrigada pelo artigo de Despertai!, “Quando Morre Alguém Que Amamos”. (8 de novembro de 1985) Para mim, o artigo foi de grande ajuda. Faz dois anos que minha mãe morreu. Sinto muito a falta dela, mas também muita culpa, por talvez não ter feito tudo que deveria. Esses 4 artigos me ajudaram muito a ver que, quando perdemos um ente querido, é normal sentir o que eu estou sentindo. Mas devemos lembrar-nos de que não importa quanto amamos outra pessoa, não podemos controlar a vida dele ou dela, e não podemos impedir que o “tempo e o imprevisto” sobrevenham àqueles a quem amamos. Também foi-me de ajuda o texto de Tiago 3:2, que diz: “Todos nós tropeçamos muitas vezes. Se alguém não tropeçar em palavra, este é homem perfeito.” Assim, vou sempre me lembrar de que não sou perfeita. Muito obrigada mesmo por esses artigos.

M. H. L., São Paulo, Brasil.

Eu e minha esposa desejamos expressar, de coração, nossos sinceros agradecimentos pelo maravilhoso artigo “Quando Morre Alguém Que Amamos”. Verdadeiramente nos foi de grande ajuda. Nosso filho já sofria de leucemia, por nove anos, quando tal artigo foi publicado, e eu e minha esposa já tínhamos vertido muitas lágrimas. Daí, em dezembro passado, nosso filho morreu, no seu 14.º ano. Isto me lembra o que eu queria tanto dizer: “Merci beaucoup.” Todos nossos irmãos e irmãs Testemunhas puseram em prática as sugestões dadas no artigo “Como Outros Podem Ser de Ajuda”. Sentimos agora que podemos ajudar nossos amigos em tais épocas de aflição. Muitíssimo obrigados.

C. L., França.

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