De Nossos Leitores
Asma. Sou grata de coração pelo artigo sobre a asma. (22 de março de 1990) Os senhores realmente conseguiram descrever esta complicada doença em termos simples e compreensíveis. No momento, estou com meu filho numa clínica onde ele está fazendo testes por causa da asma. Seu caso parece estar relacionado com alergias a alimento, pó e ácaros. Tudo que estamos verificando concorda com o artigo.
M. S., República Federal da Alemanha.
Batismo. Muito obrigado pelo artigo “Os Jovens Perguntam . . . Devo Batizar-me?”. (22 de março de 1990) Justamente na noite antes de receber aquela edição, orei pedindo ajuda para saber se eu estava pronto para me batizar. O artigo expressou exatamente o que eu sentia. Estou na expectativa de meu batismo.
A. S., Estados Unidos
Fazer Decisões. É com grande alegria que expresso minha gratidão pelos artigos da Despertai! de 8 de fevereiro de 1990. Os assuntos são muito interessantes, mas em especial quero destacar o artigo ‘Sente Dificuldades em Fazer Decisões?”. Ele mostrou a necessidade de reduzirmos a ansiedade e que o fracasso pode ser atribuído à ‘falta de dedicação à escolha feita’. O que geralmente acontece é que tomamos uma decisão e logo que surge o primeiro obstáculo a tendência é desistirmos daquela opção e passarmos para uma outra, mas o artigo mostrou que deveríamos pensar de modo sistemático, escolher a opção que mais se ajusta às nossas necessidades e sustentar esta escolha de todo o coração.
S. C. J., Brasil
Resposta a um Artigo. Nunca senti tanta vontade de expressar minha gratidão a Jeová como depois de ter lido o artigo “Resposta Duma Leitora a um Artigo de Despertai!”. (8 de fevereiro de 1990) Relembro vividamente o artigo sobre uma jovem chamada Suzy, que nasceu com a síndrome de Down, e o meu choro incontido. Agora, lendo esse novo artigo, e novamente com choro incontido, medito sobre a grandiosidade de nosso Criador, que diante de tais situações nos deu a sensibilidade que nos move a chorar. Porém, não de tristeza e de amargura, mas de alegria e gratidão por termos a certeza da ressurreição e do novo sistema justo de Jeová Deus.
A. P. S., Brasil
Lúpus. Não sou Testemunha de Jeová, mas preciso congratulá-los por sua edição de 8 de maio de 1990, com os artigos sobre a poluição e o esplêndido relato sobre o lúpus. Padeço de lúpus há 14 anos. Ler a história de Robin foi como relembrar minha vida. Ela adotou uma atitude bem positiva, algo que todos os que padecem de lúpus devem procurar fazer.
Y. M. B., Inglaterra
Senti-me muito animada ao ler sobre os muitos irmãos e irmãs cristãos que, dia após dia, estribam-se em Jeová para suportar suas doenças. Bem recentemente, comecei a sentir dores nas pernas (osteoartrite do quadril) e não consigo ficar em pé por mais de uma hora. Mas graças à misericórdia de Jeová, consigo continuar servindo como ministra de tempo integral. A história de Robin mostrou como Jeová cuida das necessidades de cada um de nós.
H. A., Japão
Pais Que Brigam. Em seu artigo “Os Jovens Perguntam . . . Que Fazer se Meus Pais Brigarem?” (8 de dezembro de 1989), foi sugerido que o jovem simplesmente se desculpasse e fosse para seu quarto quando os pais estivessem brigando. Acho isso arriscado e perigoso. Se eu sair de cena durante uma briga, meu pai agressivo poderia matar minha mãe! Acho assim indispensável sempre estar presente para separá-los quando brigam.
P. M. E., Nigéria.
A nota ao pé da página do artigo declarava: “Não nos estamos referindo a situações em que um pai ofensor ameaça os membros da família com violência.” As circunstâncias variam, e um jovem talvez tenha motivos legítimos para se preocupar com a segurança de um de seus genitores. Assim, a nota acrescentava: “Em tais casos os membros da família talvez se vejam obrigados a obter ajuda de fora, a fim de proteger-se de danos físicos.” — RED.