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  • A religião babilônica resulta em violência e ruína nacional
    A Sentinela — 1965 | 1.° de maio
    • 12. Que adoração direta e indireta do sol era realizada de modo profano no templo de Jeová?

      12 Sem dúvida, a cruz era sagrada como símbolo entre aquelas mulheres apóstatas judias que poluíam o templo de Jeová por se sentarem ali e chorarem por causa do Baco babilônico,d o deus Tamuz. Tais mulheres, na realidade, choravam pela morte do poderoso caçador Ninrode, o fundador de Babilônia, o qual, sem dúvida, sofreu morte violenta porque era culpado de violência para com o homem e os animais. (Gên. 10:8-10; 9:6) Ao passo que tais mulheres judias estavam indiretamente adorando o deus-sol do mesmo modo que as mulheres babilônicas o faziam, o profeta Ezequiel viu homens que adoravam diretamente o sol, no templo de Salomão, em Jerusalém. — Eze. 8:16.

      A ADORAÇÃO DE NINRODE PROMOVE A VIOLÊNCIA

      13. Por que a adoração de Ninrode causaria violência e devassidão numa nação?

      13 Ninrode era o pai da violência depois do Dilúvio. Ele não só matava animais de modo desenfreado, mas também caçava homens e ensinava outras pessoas a caçar e a matar homens. Portanto, a adoração de Ninrode como o deus Tamuz ou Baco causaria naturalmente que estas pessoas agissem como Ninrode, visto que há o princípio de que a pessoa imita o deus que adora, e assume as qualidades, boas ou más, atribuídas àquele deus. (Rom. 1:22-28; João 8:44; 1 Cor. 11:1; Rom. 12:2; Efé. 4:22-24; Gál. 5:22, 23) Os babilônios também apoiaram a violência como a de Ninrode por sua crença de que a vida no cavernoso Aralu, a sua suposta habitação dos mortos, era mais tolerável para os soldados que para o restante da humanidade.e E o deus Baco é até mesmo hoje em dia símbolo da festança desenfreada. A adoração de Ninrode, representada pela cruz, não poderia produzir senão a violência e a devassidão por todo o país.

      14. (a) Como foi que a religião babilônica mudou as condições na terra da Judá? (b) Como foi que tal adoração falsa influiu em sua relação para com Jeová?

      14 A degradante e moralmente suja adoração babilônica a que os judeus se rebaixaram, trouxe-lhes muitas moléstias asquerosas. Onde antes residiam a justiça e a obediência à lei, o homicídio se tornou coisa comum. (Isa. 1:15, 21; Jer. 7:9; Deu. 28:58-61) O ódio e a violência se dirigiam especialmente contra os que estavam a .favor da adoração de Jeová e de sua lei. (2 Reis 24:3, 4; Jer. 26:8; 32:2, 3; 37:15, 16; 38:4) Será que Deus via e se incomodava o bastante para agir? Disse a Ezequiel: “Filho do homem, . . .vês isto? Não basta à casa de Judá entregar-se a esses ritos abomináveis que aqui se praticam, haverá ela ainda de encher o país de violências, não cessará de me irritar? Ei-los os que trazem o ramo ao nariz.f Está bem! eu, de minha parte, procederei com furor, não terei condescendência, serei impiedoso. Inutilmente clamarão a meus ouvidos, eu não os ouvirei.” — Eze. 8:17, 18, CBC.

      RUÍNA OU PAZ DEPENDE DA ADORAÇÃO

      15. Que obra de execução viu então Ezequiel? Do que foi uma previsão?

      15 Na visão de Ezequiel, os executores da parte de Jeová começaram matando aqueles vinte e cinco adoradores do sol, daí, os setenta homens que adoravam gravuras idólatras nas paredes e as mulheres que choravam por causa do deus Tamuz, assinalado pela cruz. (Eze. 8:17 a 9:8) Isto foi apenas previsão do que deveria acontecer com Jerusalém, o que será considerado em números subseqüentes desta revista. — Jer. 25:9, 15-18.

      16. (a) O que aprendemos desta página da história de Judá? (b) Que efeito tem a religião babilônica sobre as nações hodiernas, e com que fim em vista para elas?

      16 Esta página da história de Judá mostra claramente que a falsa religião babilônica era realmente a causa das dificuldades de Judá, nação que tinha a Jeová como Deus, sua lei como a lei nacional, e que experimentara a Sua proteção e paz, a prosperidade, a limpeza moral e física, enquanto obedecera a ele. Ajuda-nos a ver que a religião falsa babilônica é a raiz dos males e das anarquias e da violência do mundo. As suas práticas ruins, em nome de Deus, têm desviado muitas pessoas, até na cristandade, completamente da crença em Deus e feito com que elas se tornem presas de ideologias tais como o comunismo ateu, que, por sua vez, gera mais violência. Nenhuma nação hodierna pode durar mais do que Judá durou, se os seus sistemas religiosos seguirem as práticas da adoração babilônica.

      17. (a) Pode uma pessoa escapar do fim ruim que encaram as nações? (b) Qual é a diferença nos efeitos causados pela adoração verdadeira e pela falsa adoração babilônica?

      17 Jesus Cristo, porém, deu animadora orientação para as pessoas honestas entre as nações, por meio de suas palavras: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Absorver conhecimento verdadeiro de Jeová Deus e de seu Filho e associar-se com aqueles que adoram a Deus com espírito e verdade não criará confusão ou o temor supersticioso do purgatório ou inferno de fogo. Nem promoverá o errado apetite sexual ou o desejo de obrar violência à propriedade ou ao próximo. Isso nos impedirá de seguir pelo caminho degradado da destruição, que as nações estão trilhando. Fará com que sejamos imaculados e nos trará a paz e o favor de Deus, junto com a certeza de vida na sua nova ordem de justiça. — João 4:23, 24.

  • Descendência ilegítima
    A Sentinela — 1965 | 1.° de maio
    • Descendência ilegítima

      ◆ Uma recente decisão judicial nos Estados Unidos foi de que o consentimento do marido à inseminação artificial de sua esposa pelo sêmen de outro homem não faz com que o filho seja legitimo, no estado de Nova Iorque. Relatando a decisão The United States Law Week de 13 de agosto de 1963, disse: “O conceito que está historicamente impregnado na lei é de que o filho que é gerado mediante um pai que não é o marido da mãe não poderá senão ser ilegítimo. A menos que algum decreto mude esta doutrina, ‘tem-se que presumir que o conceito histórico da legitimidade, com respeito a tal filho, permanece em vigor e em efeito.’ Não há decreto.” O voto do Tribunal Superior de Nova Iorque, Condado de Kings (Gursky v. Gursky, 2 de agosto de 1963), disse: “Quando a questão precisa de legitimidade tiver sido apresentada completamente para decisão, tem-se mantido que a heteróloga inseminação artificial por uma terceira pessoa doadora, com ou sem o consentimento do marido, constitui adultério da parte do pai, e que um filho assim concebido não é filho nascido do matrimônio e, por conseguinte, é ilegítimo.”

      Biblicamente, a mulher que consentir na inseminação artificial está, em substância, cometendo adultério, e se o marido dela consentiu nisso, ele também estaria aprovando o proceder adúltero. A inseminação artificial é contrária à lei de Deus. — Mat. 7:17-20; 1 Cor. 6:9-11.

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