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  • A pedra de Roseta — chave dos hieróglifos egípcios
    Despertai! — 1972 | 8 de maio
    • do deus fora perdida e esquecida, e a busca de indícios para desvendar de novo os segredos do passado iria provar se um desafio que exigia a engenhosidade de mais de uma geração de estudiosos.

  • O papel do espírito de Deus na escrita da Bíblia
    Despertai! — 1972 | 8 de maio
    • “A Tua Palavra É a Verdade”

      O papel do espírito de Deus na escrita da Bíblia

      AS OBRAS literárias de real mérito são resultado de considerável esforço. Amplamente reconhecida como obra prima literária, a Bíblia, semelhantemente, não foi produzida sem esforço por parte de seus escritores. As palavras de Eclesiastes 12:9, 10, indicam isto: “[O congregante] ponderou e fez uma investigação cabal a fim de por em ordem muitos provérbios. O congregante procurou achar palavras deleitosas e a escrita de palavras corretas de verdade.”

      No entanto, diferente de outras obras literárias, a Bíblia não é primariamente produto do esforço humano. Os escritores permitiram ser guiados pelo espírito de Deus, sim, estavam dispostos a conhecer a orientação dele. Um de tais escritores, o profeta Isaías, declarou: “O próprio Senhor [Soberano] Jeová me deu a língua dos instruídos, para que eu soubesse responder ao cansado com uma palavra. Ele me desperta de manhã em manhã; desperta-me o ouvido para ouvir como os instruídos. O próprio Senhor [Soberano] Jeová me abriu o ouvido, e eu, da minha parte, não fui rebelde. Não me virei na direção oposta.” — Isa. 50:4, 5.

      Não obstante, com freqüência os próprios escritores bíblicos tinham presente alvos específicos. O médico Lucas, ao escrever seu Evangelho, desejava apresentar um registro exato, em ordem lógica, comprovando a certeza daquilo que o homem Teófilo aprendera oralmente sobre Jesus Cristo. (Luc. 1:3, 4) As cartas escritas por Paulo, Pedro, João e outros foram modeladas para preencher as necessidades daqueles a quem foram dirigidas. Por exemplo, em sua primeira carta aos Coríntios (1 Cor. 1:10-13), o apóstolo Paulo considerou a necessidade de união. Isto se deu porque recebera relatórios da existência de dissensão na congregação deles.

      Acatando a orientação do espírito de Deus, os escritores bíblicos puderam apresentar exatamente a informação certa, informação esta que sempre estava em harmonia com o propósito de Deus. Pelo menos em uma ocasião, a operação do espírito de Deus resultou em se relatar matéria inteiramente diversa da originalmente tencionada pelo escritor. O discípulo Judas planejara originalmente escrever sobre a salvação que os cristãos ungidos com o espírito tinham em comum. No entanto, desenvolveram-se circunstâncias na congregação cristã que indicavam ser urgentemente necessárias outras informações. Homens animalescos se haviam introduzido furtivamente entre os cristãos e ‘transformavam a bondade imerecida de Deus em desculpa para conduta desenfreada’. Por isso, orientado pelo espírito de Deus, Judas forneceu exortação que ajudou seus concrentes a enfrentar com êxito as influências corrompedoras dentro da congregação. — Judas 3, 4.

      Considerável parte das informações que se tornaram parte do registro inspirado da Bíblia se achava prontamente acessível a seus escritores. Em certas ocasiões, os próprios escritores foram

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