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  • Judas, A Carta De
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    • transmissão (seja oral, seja escrita). Se ocorreu esta última hipótese, isto talvez explique a presença duma referência similar à profecia de Enoque no livro apócrifo de Enoque (que se imagina tenha sido escrito provavelmente algum tempo durante o segundo e o primeiro séculos AEC). Uma fonte comum poderia ter fornecido a base para a declaração que consta da carta inspirada, bem como do livro apócrifo.

      LOCAL E ÉPOCA DA ESCRITA

      Provavelmente Judas escreveu sua carta na Palestina, visto não haver nenhum registro de ter alguma vez saído desta terra. É possível chegar-se a uma data aproximada dessa carta com base na evidência interna. Não ter Judas mencionado nem a vinda de Céstio Galo contra Jerusalém (66 EC), nem a queda daquela cidade diante dos romanos, sob Tito (70 EC), sugere que escreveu antes do ano 66 EC. Caso mesmo uma parte da profecia de Jesus sobre a destruição de Jerusalém tivesse sido cumprida (Luc. 19:43, 44), Judas sem dúvida teria incluído esta execução do julgamento divino como outro exemplo admoestador. Visto que Judas, pelo que parece, citou a segunda carta de Pedro sobre os ridicularizadores que surgiriam no “último tempo” (compare 2 Pedro 3:3 com Judas 18), pode-se deduzir que tenha escrito sua carta depois disso, possivelmente em 65 EC.

      AUTENTICIDADE

      O livro bíblico de Judas foi aceito como canônico pelos antigos catalogadores das Escrituras. Entre estes, do segundo ao quarto séculos EC, achavam-se Clemente de Alexandria, Tertuliano, Orígenes, Eusébio, Cirilo de Jerusalém, Atanásio, Epifânio, Gregório Nazianzeno, Filástrio, Jerônimo e Agostinho. A carta também consta do Fragmento Muratoriano (c. 170 EC).

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Identificação do escritor e saudações (Vv. 1, 2)

      II. Razão para a escrita: Homens imorais e ímpios penetraram furtivamente na congregação (Vv. 3, 4)

      III. Exemplos históricos de conduta errada e suas conseqüências (Vv. 5-7)

      A. Israelitas a quem Deus salvou do Egito, mas que depois foram destruídos por falta de fé (V. 5)

      B. Anjos que abandonaram habitação correta nos dias de Noé foram reservados por Deus para julgamento (V. 6)

      C. Sodoma e Gomorra, e cidades circunvizinhas, por causa de excessiva fornicação e perversão sexual, sofreram punição judicial do fogo eterno (V. 7)

      IV. Descrição de pessoas desrespeitosas, imorais, que procuram macular a carne (Vv. 8-13)

      A. Desconsideram senhorio e falam de modo abusivo sobre gloriosos, não imitando atitude respeitosa do arcanjo Miguel (Vv. 8-10)

      B. Seguem proceder ruim, como Caim, Balaão e Corá (V. 11)

      C. São como rochas ocultas sob a água, pastores que apascentam a si mesmos, nuvens sem água, árvores infrutíferas que foram desarraigadas, ondas bravias do mar e estrelas errantes (Vv. 12, 13)

      V. Declaração do julgamento de Deus contra os ímpios (Vv. 14-19)

      A. Profecia de Enoque sobre vindoura destruição dos ímpios (Vv. 14, 15)

      B. Homens egoístas, animalescos, ímpios foram preditos pelos apóstolos como surgindo no “último tempo” (Vv. 16-19)

      VI. Encorajamento para verdadeiros seguidores e sua responsabilidade (Vv. 20-25)

      A. Edifiquem-se na santa fé e orem junto com espírito santo (V. 20)

      B. Mantenham-se no amor de Deus e na expectativa de misericórdia (V. 21)

      C. Mostrem misericórdia aos que têm dúvidas, esforcem-se de salvá-los por arrebatá-los do fogo (Vv. 22, 23)

      D. Conclusão atribuindo a Deus a glória, a majestade, o poderio e a autoridade, por toda a eternidade passada e agora, e por toda a eternidade futura (Vv. 24, 25)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 250, 251.

  • Judéia
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    • JUDÉIA

      Não se tem certeza dos limites exatos desta região da Palestina. Aparentemente, a Judéia abrangia uma área de aproximadamente 80 km de E a O, e de mais de 48 km de N a S. Samaria se situava ao N, e a Iduméia ao S. O mar Morto e o vale do Jordão constituíam a fronteira E. No entanto, quando o território idumeu foi incluído na Judéia, a fronteira S parece ter-se estendido desde abaixo de Gaza, a O, até Massada, a E.

      Em Mateus 19:1, a referência de Jesus deixar a Galiléia e chegar às “fronteiras da Judéia, do outro lado do Jordão”, pode significar que Jesus partiu da Galiléia, cruzou o Jordão e penetrou na Judéia através da Peréia.

      Herodes, o Grande, era o “rei da Judéia” na época em que nasceram João, o Batizador, e Jesus. (Luc. 1:5) Anteriormente, Herodes fora constituído rei da Judéia pelo Senado romano. Seus domínios foram mais tarde ampliados, e, por ocasião de sua morte, incluíam a Judéia, a Galiléia, a Samaria, a Iduméia, a Peréia e outras regiões. Arquelau, filho de Herodes, o Grande, herdou a regência sobre a Judéia, Samaria e Iduméia. (Compare com Mateus 2:22, 23.) Mas, depois de ser banido, a Judéia ficou sob a administração de governadores romanos que tinham sua residência oficial em Cesaréia. Excetuando-se o breve reinado de Herodes Agripa I, como rei sobre a Palestina (Atos 12:1), os governadores administraram

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