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  • O rico e Lázaro
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1989
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1989
w89 15/3 pp. 8-9

A Vida e o Ministério de Jesus

O rico e Lázaro

JESUS falara aos seus discípulos sobre o uso correto das riquezas materiais, explicando que não podemos ser escravos delas e ao mesmo tempo ser escravos de Deus. Os fariseus também escutaram isso, e começaram a zombar de Jesus porque eles eram amantes do dinheiro. De modo que ele lhes disse: “Vós sois os que vos declarais justos perante os homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa repugnante à vista de Deus.”

Chegara o tempo para se inverter a situação daqueles que eram ricos em bens do mundo, em poder político, e em controle e influência religiosos. Eles haviam de ser rebaixados, e aqueles que reconheciam sua necessidade espiritual haviam de ser enaltecidos. Jesus indicou esta mudança quando prosseguiu dizendo aos fariseus:

“A Lei e os Profetas existiram até João [o Batizador]. Dali em diante, o reino de Deus está sendo declarado como boas novas, e toda sorte de pessoa avança impetuosamente em direção dele. Deveras, mais fácil é passarem o céu e a terra do que passar sem cumprimento uma só partícula duma letra da Lei.”

Os escribas e os fariseus orgulhavam-se da sua professa aderência à Lei de Moisés. Lembre-se de que, quando Jesus milagrosamente deu visão a certo homem em Jerusalém, eles se gabaram: “Nós somos discípulos de Moisés. Sabemos que Deus falou a Moisés.” Mas a Lei de Moisés já cumprira então seu objetivo intencionado, o de conduzir os humildes ao Rei designado por Deus, Jesus Cristo. De modo que, com o começo do ministério de João, toda sorte de pessoa, especialmente os humildes e pobres, esforçavam-se a se tornar súditos do Reino de Deus.

Visto que a Lei mosaica já se cumprira então, eliminar-se-ia a obrigação de guardá-la. A Lei permitia o divórcio por vários motivos, mas Jesus disse então: “Todo aquele que se divorciar de sua esposa e se casar com outra, comete adultério, e quem se casar com uma mulher divorciada do marido, comete adultério.” Como essas declarações devem ter irritado os fariseus, especialmente visto que permitiam o divórcio à base de diversos motivos!

Continuando com suas observações aos fariseus, Jesus contou uma ilustração sobre dois homens, cuja condição social ou situação por fim mudou dramaticamente. Consegue discernir a quem esses homens representavam e o que significava a inversão da sua respectiva situação?

“Mas, certo homem era rico”, explicou Jesus, “e costumava cobrir-se de púrpura e de linho, regalando-se de dia a dia com magnificência. Mas, certo mendigo, de nome Lázaro, costumava ser colocado junto ao seu portão, estando cheio de úlceras e desejoso de saciar-se com as coisas que caíam da mesa do rico. Sim, também os cães vinham e lambiam as suas úlceras.”

Jesus usou aqui o rico para representar os líderes religiosos judaicos, incluindo não só os fariseus e os escribas, mas também os saduceus e os principais sacerdotes. Eles eram ricos em privilégios e oportunidades espirituais, e comportavam-se assim como aquele rico. Sua vestimenta de púrpura régia representava sua posição favorecida, e o linho branco retratava eles mesmos se considerarem justos.

Esta orgulhosa classe do rico encarava as pessoas pobres, comuns, com total desprezo, chamando-as de ‘am ha·’á·rets, ou povo da terra. O mendigo Lázaro representava assim essas pessoas, às quais os líderes religiosos negavam o devido nutrimento e privilégios espirituais. Portanto, assim como o Lázaro cheio de úlceras as pessoas comuns eram menosprezadas como espiritualmente doentes e apenas próprias para se associar com cães. No entanto, os da classe de Lázaro tinham fome e sede de nutrição espiritual, e por isso se encontravam junto ao portão, procurando receber quaisquer migalhas de alimento espiritual que caíssem da mesa do rico.

Jesus passou então a descrever mudanças na condição do rico e de Lázaro. Quais são essas mudanças, e o que representam? Estas perguntas serão consideradas no próximo número de nossa revista. Lucas 16:14-21; João 9:28, 29; Mateus 19:3-9; Gálatas 3:24; Colossenses 2:14.

◆ Que mudanças ocorreram com o começo do ministério de João, conforme Jesus indicou?

◆ O que havia de ser eliminado depois da morte de Jesus, e como afetava isso a questão do divórcio?

◆ Na ilustração de Jesus, a quem representava o rico e Lázaro?

◆ Que informações podemos esperar receber no próximo número desta revista?

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