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  • Jeosafá
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    • com o iníquo Acabe, o visionário Jeú lhe dizendo: “É ao iníquo que se deve dar ajuda e é aos que odeiam a Jeová que deves amar? E por isso há indignação contra ti da parte da pessoa de Jeová.” — 2 Crô. 19:2.

      Mais tarde, Jeosafá tornou-se sócio do Rei Acazias, sucessor de Acabe, numa empresa de construção de navios em Eziom-Géber, no golfo de Acaba. Mas Jeová desaprovou esta aliança marítima com o iníquo Acazias. Por isso, em cumprimento da profecia, os navios sofreram naufrágio. — 1 Reis 22:48, 49; 2 Crô. 20:35-37; veja ACAZIAS N.° 1.

      Passado algum tempo depois disso, Jeosafá juntou-se a Jeorão, sucessor de Acazias no trono, e ao rei de Edom numa ofensiva militar para sufocar a revolta do Rei Mesa, moabita, contra o reino de dez tribos. Os exércitos desta aliança, porém, ficaram enredados num deserto desprovido de água. Jeosafá, assim, mandou chamar um profeta de Jeová. Somente por consideração para com Jeosafá é que o profeta Eliseu buscou a inspiração divina, e seu conselho subseqüente salvou os três reis e seus exércitos do desastre. — 2 Reis 3:4-25.

      JEORÃO TORNA-SE REI

      Enquanto Jeosafá ainda estava vivo, ele passou o reino para Jeorão, seu primogênito, mas a seus outros filhos ele deu preciosos presentes e cidades fortificadas em Judá. (2 Reis 8:16; 2 Crô. 21:3) Especialmente depois da morte de Jeosafá, e de seu sepultamento na cidade de Davi, foi que a aliança matrimonial com a casa de Acabe resultou desastrosa para o reino de Judá. Sob a influência de Atalia, Jeorão abandonou o proceder correto de seu pai e reavivou as práticas idólatras. — 1 Reis 22:50; 2 Crô. 21:1-7, 11.

  • Jeosafá, Baixada De
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    • JEOSAFÁ, BAIXADA DE

      Trata-se, evidentemente, dum lugar simbólico, também chamado de “baixada da decisão”. (Joel 3:2, 14) Visto que se relaciona com a execução de julgamento por parte de Deus, é apropriadamente chamada de “baixada de Jeosafá”, pois o nome “Jeosafá” significa “Jeová é Juiz”. Também, durante o reinado de Jeosafá, Jeová livrou Judá e Jerusalém das forças coligadas de Amom, de Moabe e da região montanhosa de Seir, fazendo com que as forças inimigas caíssem em confusão e se matassem umas às outras. — 2 Crô. 20:1-29.

      Na simbólica “baixada de Jeosafá”, Jeová julga as nações como sendo dignas de execução, por causa dos maus-tratos que impuseram ao Seu povo. A própria baixada serve como enorme lagar simbólico para esmagar as nações como se foram cachos de uva. Dificilmente é plausível associar literalmente a “baixada de Jeosafá” com o vale do Cédron, ou o vale de Hinom, como alguns têm feito. Nenhum desses vales seria suficientemente grande para comportar “todas” as nações. — Joel 3:1-3, 12-14; compare com Revelação 14:18-20.

  • Jeoseba
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    • JEOSEBA

      [Jeová é um voto]. Esposa do sumo sacerdote Jeoiada; filha do Rei Jeorão, de Judá, embora não necessariamente com sua esposa, Atalia. O nome dela é também grafado “Jeosabeate”. (2 Crô. 22:11) Após a morte de seu irmão (ou meio-irmão), o Rei Acazias, Jeoseba ocultou o filho dele, o bebezinho Jeoás, a fim de este escapar da matança, efetuada por Atalia, dos descendentes reais. Jeoiada e Jeoseba mantiveram escondido o seu sobrinho em seus alojamentos do templo, durante seis anos, até que Jeoiada o fez vir a público para ser proclamado rei. (2 Reis 11:1-3; 2 Crô. 22:10-12) A medida tomada por Jeoseba, junto com a de seu marido, preservaram providencialmente a linhagem real, de Davi até o Messias.

  • Jeosué
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    • JEOSUÉ

      Veja JOSUÉ.

  • Jeová
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    • JEOVÁ

      O nome pessoal de Deus. (Isa. 42:8; 54:5) Embora as Escrituras o designem por títulos descritivos, tais como “Deus“, “Senhor”, “Criador”, “Pai”, “o Todo-poderoso (ou Onipotente)”, “o Altíssimo”, e outros, a sua personalidade e os seus atributos — quem e o que Ele é — são plenamente sintetizados e expressos apenas por este nome pessoal. — Sal. 83:18.

      A PRONÚNCIA CORRETA DO NOME DIVINO

      “Jeová” é a pronúncia mais conhecida, em português, do nome divino, embora a maioria dos peritos hebraicos seja a favor de “Iavé” (ou Javé). Os manuscritos hebraicos mais antigos apresentam tal nome em forma de quatro consoantes hebraicas, comumente chamadas de Tetragrama (do grego tétra, que significa “quatro”, e grámma, “letra”). Estas quatro letras (escritas da direita para a esquerda) são יהוה e podem ser transcritas em português como IHVH (ou, segundo alguns, IHWH ou JHVH).

      As consoantes hebraicas do nome, portanto, são conhecidas. A questão é que vogais devem ser combinadas com tais consoantes. Os pontos vocálicos não vieram a ser utilizados no hebraico senão na segunda metade do primeiro milênio da Era Comum. Os pontos vocálicos encontrados nos manuscritos hebraicos desde aquele tempo não nos fornecem a chave, contudo, para determinarmos que vogais devem aparecer no nome divino, devido a uma superstição religiosa que teve início séculos antes.

      A superstição oculta o nome

      Em determinado período histórico, surgiu entre os judeus uma idéia supersticiosa de que era errado até mesmo pronunciar o nome divino (representado pelo Tetragrama). Não se sabe exatamente a que se atribuiu originalmente a descontinuidade do emprego de tal nome. Alguns sustentam que surgiu o ensino de que tal nome era sagrado demais para ser proferido por lábios imperfeitos. Todavia, as Escrituras Hebraicas mesmas não suprem nenhuma evidência de que quaisquer dos verdadeiros servos de Deus tenham sentido, jamais, alguma hesitação em proferir Seu nome. Documentos hebraicos não-bíblicos, tais como as chamadas Cartas de Laquis, mostram que tal nome era usado na correspondência regular na Palestina durante a última parte do século VII AEC. E os Papiros Elefantinos, documentos procedentes duma colônia judaica no Egito Superior, que datam do século V AEC, também contêm o nome divino, apesar de tais documentos serem mormente de natureza secular.

      Quando foi que tal superstição se arraigou?

      Assim como não se tem certeza do motivo, ou motivos, originalmente apresentados para se descontinuar a utilizar o nome divino, assim também há muita incerteza quanto à época em que tal conceito supersticioso realmente se firmou. Alguns afirmam que começou após o exílio babilônico (607-537 AEC). Esta teoria, contudo, baseia-se numa suposta redução do uso do nome por parte de escritores posteriores das Escrituras Hebraicas, conceito este que não suporta um exame mais detido. Malaquias, por exemplo, foi evidentemente um dos últimos livros das Escrituras Hebraicas a ser escrito (na última metade do século V AEC), e atribui grande importância ao nome divino.

      Muitas obras de referência sugerem que o nome deixou de ser usado por volta de 300 AEC. Evidência para esta data foi supostamente encontrada na ausência do Tetragrama (ou de uma transcrição dele) na tradução Septuaginta grega das Escrituras Hebraicas, iniciada por volta de 280 AEC. É verdade que cópias dos manuscritos mais completos da Septuaginta agora conhecidos seguem coerentemente o costume de substituir o Tetragrama pelas palavras gregas Ky’rios (Senhor) ou Theós (Deus). Estes manuscritos principais, porém remontam apenas aos séculos IV e V EC. Descobriram-se recentemente cópias mais antigas, embora em forma fragmentária, que provam que as cópias mais antigas da Septuaginta continham deveras o nome divino.

      Os fragmentos dum rolo em papiro, alistados como o Inventário N.° 266 dos Papiros Fouad, contêm a segunda metade do livro de Deuteronômio e apresentam regularmente o Tetragrama, escrito em caracteres hebraicos, em cada caso em que aparece no texto hebraico que está sendo traduzido. Os peritos datam tal papiro como sendo do segundo ou do primeiro século AEC, quatro ou cinco séculos antes dos manuscritos mencionados previamente.

      Assim, pelo menos em forma escrita, não existe evidência sólida de qualquer desaparecimento ou desuso do nome divino no período anterior à Era Comum (AEC). No primeiro século EC, surge pela primeira vez alguma evidência duma atitude supersticiosa para com tal nome. Josefo, historiador judeu que descendia duma família sacerdotal, ao narrar a revelação que Deus forneceu a Moisés no local da sarça ardente, afirma: “Após o que Deus lhe declarou seu nome divino, que jamais tinha sido revelado antes aos homens; a respeito do que não me é lícito dizer nada mais.” [Antiquities of the Jews (Antiguidades Judaicas), Livro II, cap. XII, par. 4] A declaração de Josefo, contudo, além de ser inexata quanto a se conhecer o nome divino antes de Moisés, é vaga e não revela de forma clara exatamente qual era a atitude geral no primeiro século quanto a se pronunciar ou empregar o nome divino.

      A Míxena judaica, uma coleção de ensinos e de tradições rabínicas, é um tanto mais explicita. Credita-se sua compilação ao rabino Judá, o Patriarca, que viveu no segundo e no terceiro séculos EC. Parte da matéria da Míxena relaciona-se claramente às circunstâncias anteriores à destruição de Jerusalém e seu templo em 70 EC. Eis algumas das tradições da Míxena a respeito de se pronunciar o nome divino:

      Em conexão com o anual Dia da Expiação, Yoma, 6, 2, declara: “E quando os sacerdotes e o povo, que estava de pé no Pátio do Templo, ouviam o Nome Expresso sair da boca do Sumo Sacerdote, costumavam ajoelhar-se, curvar-se, prostrar-se, e dizer: ‘Bendito seja o nome da glória do seu reino para todo o sempre!’” A respeito das bênçãos sacerdotais diárias, Sotdh, 7, 6, afirma: “ . . . no Templo, eles pronunciavam o Nome assim como estava escrito, mas nas províncias, usavam uma palavra substituta.” Sanhedrin, 7, 5, declara que um blasfemador não era julgado culpado ‘a menos que tivesse pronunciado o Nome’, e que, num julgamento que envolvesse uma acusação de blasfêmia, um nome substituto era utilizado até que toda a evidência tivesse sido ouvida; daí, pedia-se em particular à testemunha principal que ‘dissesse expressamente o que ouvira’, presumivelmente utilizando o nome divino. Sanhedrin, 10, 1, ao alistar aqueles “que não têm parte no mundo vindouro”, declara: “Abba Saul diz: Também aquele que pronunciar o Nome com as suas letras corretas.” Todavia, apesar destes conceitos negativos, encontramos também, na primeira seção da Míxena,

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