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  • A maneira de ensinar do Mestre
    A Sentinela — 1960 | 15 de outubro
    • discípulos não deviam fazer, Jesus instou com êles que fizessem a vontade de Deus. Na maior parte, ele tratou de ação positiva, não de ser bom em sentido negativo. Foram mais às vezes em que condenou as pessoas por não fazerem o bem do que por praticarem o mal. Por exemplo, houve o sacerdote e o levita, que passaram pelo outro lado da rua, deixando sem ajuda a vítima dum assalto, os semelhantes a cabritos, que se refrearam de fazer o bem aos irmãos do Rei, e o rico que não fez nada a favor de Lázaro, o mendigo. Jesus avisou os seus discípulos contra o proceder errado, mas dava ênfase ao proceder de Deus. Estabeleceu o modelo para os instrutores cristãos. — Mat. 7:17, 18, 21, NTR.

      21. Qual foi o efeito de seu sermão sobre os seus ouvintes, e o que ajudará a esclarecer os incidentes bíblicos em que estava envolvido?

      21 “Então, quando Jesus terminou estas declarações, o efeito foi que as multidões estavam admiradas do seu modo de ensinar; porque as ensinava como quem tem autoridade, e não como seus escribas.” Como ensinavam os escribas? Quem eram eles? Que outros grupos religiosos funcionavam na Palestina quando Jesus ensinava ali? Sabermos alguma coisa sobre a situação religiosa na Palestina no tempo da pregação de Jesus nos ajudará a entender melhor os muitos incidentes registrados na Bíblia. (Mat. 7:28, 29, NM) Entenderemos, também, melhor por que as multidões dos ouvintes ficavam admiradas com a diferença na maneira de ensinar do Mestre Jesus.

  • Atitudes religiosas quando o Mestre pregava
    A Sentinela — 1960 | 15 de outubro
    • Atitudes religiosas quando o Mestre pregava

      1. O que criam e praticavam os essênios?

      ALÉM da atividade zelosa de João Batista, havia vários grupos judaicos que moldavam as atitudes religiosas existentes na Palestina no tempo em que Jesus começou o seu ministério. Um destes grupos foram os essênios, não mencionados nos escritos inspirados dos apóstolos e discípulos de Jesus. Eles acreditavam que a piedade exigia deles punirem o corpo, jejuarem e viverem com austeridade, e por isso menosprezavam tudo o que era prazer para a carne. Eles se isolavam em pequenas comunidades. Os essênios não eram dos grupos religiosos maiores com que Jesus se defrontava na sua pregação, embora recentemente tivessem recebido destaque por causa do achado dos Rolos do Mar Morto de livros da Bíblia.

      2. Em que se interessavam os zelotes, e em que ocasião tornou-se evidente a sua influência?

      2 Depois havia o grupo dos zelotes ou nacionalistas. Eles queriam que surgisse um judeu para chefiá-los na revolta contra Roma, e queriam romper o jugo de Roma sobre os seus pescoços. A Galiléia era foco de sedições, e foi ali que Jesus se criara. Um dos discípulos de Jesus foi chamado de “zeloso” ou “Zelote”, e talvez tenha sido membro do partido dos zelotes. Contudo, ele não instigou logo um espírito nacionalista ou de autogoverno, depois de Jesus ter alimentado milagrosamente cinco mil homens. “Vendo, pois, os homens o sinal que Jesus fizera, disseram: Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo. Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir com o intuito de arrebatá-lo para o proclamarem rei, retirou-se novamente, sozinho, para o monte.” Estes nacionalistas queriam proclamá-lo rei, portanto, em oposição ao domínio de Roma. Queriam recrutar Jesus, com os poderes milagrosos dele, para os seus próprios objetivos egoístas. Mas, Jesus negou-se firmemente a ser desviado do trabalho que seu Pai celestial lhe dera para fazer ao enviá-lo. Ele atestou perante Pilatos: “Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade.” — João 6:14, 15; 18:37; Luc. 6:15; Atos 1:13, ARA; NM margem.

      3. Quem eram os saduceus, e como consideravam Roma, as Escrituras Hebraicas e a tradição?

      3 Um terceiro grupo era formado pelos saduceus, que incluíam escribas e membros do Sinédrio, e até mesmo os dois sumos sacerdotes. (João 11:47; Atos 5:17; 22:30; 23:6) Eles não se preocupavam com a vinda do Messias, mas estavam interessados na manutenção do statu quo, da situação como estava. Eles tinham um acordo funcional com Roma. Eles é que cuidariam dos negócios do templo, dos serviços sacerdotais, da cobrança do dízimo, das contribuições para o templo, da venda dos animais de sacrifício no Átrio dos Gentios e do negócio do câmbio que funcionava ali. Os saduceus não aceitavam nem as inteiras Escrituras Hebraicas inspiradas, nem as tradições dos fariseus; de fato, criam apenas na Lei de Moisés.

      4. Como respondeu Jesus aos saduceus na questão da ressurreição, e por quê?

      4 Por isso foram os saduceus que se dirigiram a Jesus objetando à ressurreição, porque pensavam que a Lei de Moisés não fornecia base para tal ensino. Jesus enfrentou-os no seu próprio terreno, citando os escritos de Moisés: “Quanto à ressurreição dos mortos, não tendes lido no livro de Moisés, no trecho referente à sarça, como Deus lhe falou: Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó? Ora, ele não é Deus de mortos, e, sim, de vivos. Laborais em grande erro.” (Mar. 12:18-27, ARA) Isto significava que aqueles mortos viveriam outra vez por meio da ressurreição. Assim como se falava de alguns que se achavam alienados de Deus como estando mortos do ponto de vista de Deus, assim estes aprovados que faleceram eram considerados como vivendo, do seu ponto de vista. — Efé. 2:1; 1 Tim. 5:6; Luc. 20:38.

      5. Que conhecimento a respeito dos saduceus os Identifica como os que clamaram: “Não temos outro rei senão Cesar”?

      5 Por causa do acordo funcional que tinham com Roma, os saduceus não queriam que alguém criasse dificuldades que pudessem trazer as legiões romanas para impor restrições. Queriam ver-se livres de Jesus. Pilatos sabia isso, e ele disse a Jesus: “A tua propria nação e os principaes sacerdotes [saduceus] entregaram-te nas minhas mãos.” Era bem lógico que fossem eles os que fizessem do caso dele uma questão de lealdade a César: “Se soltares este homem, não és amigo de Cesar; todo aquelle que se faz rei, oppõe-se a Cesar.” E quando Pilatos perguntou se devia pendurar na estaca o rei deles, foram os principais sacerdotes, ou saduceus, que clamaram: “Não temos outro rei senão Cesar.” — João 18:35; 19:12-16.

      ESCRIBAS E FARISEUS

      6. Quem eram os escribas?

      6 Alguns dos escribas eram saduceus, mas a maioria deles eram fariseus, e esta foi sem dúvida a razão por que Jesus tão freqüentemente mencionava juntos os escribas e os fariseus, no capítulo vinte e três de Mateus. Os escribas sacerdotais liam, copiavam, ensinavam e interpretavam a lei. Mostravam como devia ser aplicada à vida diária. — Mat. 23:2, 13, 15, 23, 25, 27, 29.

      7. Em que criam os fariseus?

      7 Os fariseus, que eram os tradicionalistas religiosos, pensavam que a salvação vinha só por se observarem as tradições ou a chamada lei oral. Êles aguardavam a vinda do Messias de sua própria maneira. Aceitavam todas as Escrituras Hebraicas, mas acrescentavam-lhes as tradições orais. Queriam manter-se

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