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  • Que espécie de casamento?
    A Sentinela — 1974 | 1.° de novembro
    • seus amigos e parentes, seriam beneficiados pelo conselho bíblico dado no discurso de casamento.

      Portanto, se tiver a oportunidade de assistir a um casamento num Salão do Reino, deverá achar isso agradável, digno, feliz e espiritualmente proveitoso. Poderá haver particularidades que reflitam os costumes locais da região. Outros aspectos provavelmente evidenciarão os gostos pessoais do noivo e de sua noiva. Mas ouvirá também um discurso útil e edificante sobre o casamento, baseado na Palavra inspirada de Deus.

  • Julgamento que equilibra a justiça com a misericórdia
    A Sentinela — 1974 | 1.° de novembro
    • Julgamento que equilibra a justiça com a misericórdia

      QUANDO pensa em comparecer perante um juiz, que quadro mental forma?

      Talvez imagine um homem duro, estrito e inflexível, que escuta as acusações e a evidência contra sua pessoa, mas não lhe dá nenhuma oportunidade de explicar sua situação e os motivos de suas faltas.

      Este é o quadro que as igrejas religiosas da cristandade muitas vezes pintam de Jesus qual juiz. Por exemplo, um mural na Capela Sistina, em Roma, apresenta Cristo como fazendo julgamento. Ele faz um gesto amplo ao proferir a condenação dos “malditos”, pelos seus pecados passados, mandando-os a um inferno de tormento eterno. Sua expressão é tão dura e aterrorizante, que sua mãe Maria, mostrada ao lado dele, se encolhe como se fosse mais justa e misericordiosa do que ele — que o julgamento de Cristo é desumanamente cruel.

      Nada poderia estar mais longe da verdade do que tal quadro. O apóstolo João escreveu sobre aquele que foi designado para ser o Juiz Principal: “Ele estava cheio de benignidade imerecida e de verdade.” (João 1:14) E no tempo do julgamento, terá consigo, quais juízes associados, 144.000 pessoas celestiais, a respeito das quais a Bíblia diz: “Não se achou falsidade na sua boca; não têm mácula.” — Rev. 14:1, 5.

      Além disso, o Dia do Juízo que a Bíblia descreve não é um dia de vinte e quatro horas, em que todos os bilhões da humanidade passem em desfile diante do trono, para se recapitularem seus pecados passados e para receberem ali e naquele momento um julgamento final e irrevogável. O dia de julgamento, durante o qual Cristo e seus 144.000 associados servem quais juízes, ocupa mil anos inteiros. — Rev. 20:6, 12, 13.

      O QUE É SER “JUIZ” NO SENTIDO BÍBLICO?

      Quando examinamos o relato bíblico, vemos que os juízes não eram homens que apenas se assentavam para ouvir e examinar a evidência, e depois proferir um julgamento ou uma sentença. Os juízes eram designados para ser líderes, ajudadores e libertadores do povo. (Juí. 2:18) Não faziam apenas o julgamento de violadores da lei; ajudavam também o povo a conhecer e a aplicar a lei de Deus na sua vida — eram como que “pais” para o povo.

      Por exemplo, tome o Juiz Gideão. Ele era homem despretensioso, lavrador, mas bem informado da lei. Com trezentos homens de fé em Deus libertou Israel da mão opressiva dos midianitas. Depois liderou e julgou a nação em justiça durante quarenta anos, tempo em que o país não sofreu perturbação. — Juízes, caps. 6-8.

      Depois havia Jefté, homem proscrito, que livrou Israel da opressão dos amonitas. Seu zelo pela causa de Deus era tão fervoroso, que votou de própria iniciativa sacrificar a quem quer que saísse de sua casa para cumprimentá-lo na sua volta vitoriosa da batalha. (Este voto não se referia a queimar alguém literalmente, mas a devotar a pessoa a uma vida de serviço no tabernáculo de Deus.) Ele, como chefe de sua casa, tinha o direito de fazer isso. Jefté cumpriu fielmente seu voto, quando sua própria filha, sua filha única, mostrou ser a tal. Depois, “continuou a julgar Israel por seis anos”, até a sua morte. — Juízes, caps. 11, 12.

      O apóstolo Paulo mencionou vários destes juízes e disse que eles “puseram em execução a justiça”. (Heb. 11:33) Como? Agiam para restabelecer a adoração pura de Deus; serviam para purificar a nação e trazê-la de volta ao favor de Deus, com a resultante paz e prosperidade. (Juí. 6:28-32) Aconselhavam e orientavam, para que as pessoas pudessem harmonizar sua vida com Deus e assim garantir uma vida próspera e feliz. — Isa. 1:26.

      Outros juízes no antigo Israel eram também anciãos nas suas comunidades. Tratavam de casos jurídicos, mas este era apenas um aspecto de seu trabalho. Grande parte de seu tempo era gasto na direção dos assuntos da comunidade, cuidando do bem-estar de todos, em harmonia com os arranjos que Deus havia estabelecido. Ajudavam o povo a aprender e acatar a lei, reduzindo assim o número de casos jurídicos que surgiriam de outro modo. — Pro. 8:15, 16.

      Reis de Israel também eram juízes. Israel pediu “um rei para nos julgar, igual a todas as nações”. Embora o rei tivesse sempre sobre os ombros a responsabilidade de cuidar do bem-estar de toda a população, assentar-se em julgamento de casos jurídicos, naturalmente, era uma parte importante de seu trabalho. — 1 Sam. 8:4, 5; 2 Crô. 1:9-12.

      O DIA DO JUÍZO DA HUMANIDADE

      O apóstolo Paulo disse a ouvintes em Atenas: “[Deus] fixou um dia em que se propôs julgar em justiça a terra habitada, por meio dum homem a quem designou, e ele tem fornecido garantia a todos os homens, visto que o ressuscitou dentre os mortos.” (Atos 17:31) Este “homem” é o Senhor Jesus Cristo. Sua ressurreição é uma garantia da ressurreição dos mortos, conforme Paulo escreveu a seu co-ministro Timóteo: “Eu te mando solenemente, perante Deus e Cristo Jesus, que está destinado a julgar os vivos e os mortos, e pela sua manifestação e pelo seu reino.” — 2 Tim. 4:1; 1 Cor. 15:12-19.

      Jesus Cristo pode julgar toda a humanidade, inclusive os mortos ressuscitados, por ter comprado a raça humana pelo seu sacrifício de resgate. Ele disse: “Assim como o Pai levanta os mortos e os faz viver, assim também o Filho faz viver os que ele quer. Porque o Pai não julga a ninguém, mas tem confiado todo o julgamento ao Filho, a fim de que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honrar o Filho, não honra o Pai que o enviou. E deu-lhe autoridade para julgar, porque é Filho do homem. Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a sua voz e

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