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  • A quem beneficiará a ressurreição?
    É Esta Vida Tudo o Que Há?
    • Por exemplo, quem falar uma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas quem falar contra o espírito santo, não lhe será perdoado, não, nem neste sistema de coisas, nem no que há de vir.” (Mateus 12:31, 32) Não havendo perdão de tal pecado, todos os culpados de negar manifestações óbvias do espírito de Deus pagam a penalidade por tal pecado imperdoável, por permanecerem mortos para sempre.

      Além do que a Bíblia diz especificamente sobre os que pereceram eternamente, não estamos em condições de dizer que determinadas pessoas não serão ressuscitadas dentre os mortos. No entanto, não serem alguns ressuscitados deve servir como aviso para nós, a fim de evitarmos um proceder que leve à desaprovação divina.

      UMA RESSURREIÇÃO DE JULGAMENTO

      Ser a maioria da humanidade ressuscitada dentre os mortos é deveras uma benignidade imerecida da parte de Deus. É algo que Deus não precisa fazer, mas seu amor e sua compaixão para com a humanidade o induziram a lançar a base para isso, por prover seu Filho como resgate. (João 3:16) Por isso, é difícil de imaginar que haja homens que deixem de ter apreço de ser ressuscitados dentre os mortos com a perspectiva da vida eterna. Contudo, haverá alguns que não desenvolverão um apego pleno, inquebrantável e leal a Jeová Deus. Por isso, perderão as bênçãos eternas que se lhes oferecerão por serem trazidos de volta à vida.

      Jesus Cristo chamou atenção para isso ao falar duma “ressurreição de julgamento” e pô-la em contraste com a “ressurreição de vida”. (João 5:29) Contrastar-se ali a vida com o julgamento torna claro que está envolvido um julgamento condenatório. Qual é esta condenação?

      Para entender isso, contraste primeiro a situação dos ressuscitados para a vida terrestre com a dos ressuscitados para a vida celestial. A Bíblia diz a respeito dos que compartilham da “primeira ressurreição”: “Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade.” (Revelação 20:6) Ressuscitados para a vida imortal nos céus, os 144.000 co-herdeiros de Cristo não podem mais morrer. Sua lealdade a Deus é tão certa, que ele pode conceder-lhes uma vida indestrutível. Mas isto não se dá com todos os ressuscitados para a vida na terra. Haverá alguns destes últimos que se tornarão desleais a Deus. O julgamento condenatório aplicado a eles pela infidelidade será a “segunda morte”, morte de cuja “autoridade” não haverá restabelecimento possível.

      Ora, por que acabaria alguém seguindo um proceder que leve a um julgamento condenatório quando se lhe concedeu o favor imerecido de ser ressuscitado dentre os mortos?

      A resposta a esta pergunta pode ser entendida melhor à luz do que Jesus Cristo disse sobre os que seriam ressuscitados. Falando aos seus conterrâneos incrédulos, Jesus disse:

      “Homens de Nínive se levantarão no julgamento com esta geração e a condenarão; porque eles se arrependeram com o que Jonas pregou, mas, eis que algo maior do que Jonas está aqui. A rainha do sul será levantada no julgamento com esta geração e a condenará, porque ela veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, mas, eis que algo maior do que Salomão está aqui.” — Mateus 12:41, 42; Lucas 11:31, 32.

      Referindo-se a uma cidade que obstinadamente recusava escutar a mensagem da verdade, Jesus observou:

      “No Dia do Juízo será mais suportável para a terra de Sodoma e Gomorra do que para essa cidade.” — Mateus 10:15; veja também Mateus 11:21-24.

      De que modo seria mais suportável para Sodoma e Gomorra no Dia do Juízo? Como é que a “rainha do sul” e os ninivitas, que aceitaram a pregação de Jonas, condenariam a geração dos conterrâneos de Jesus?

      Isto se dará no modo em que tais ressuscitados reagirão à ajuda prestada durante o reinado de Jesus Cristo e de seus 144.000 reis-sacerdotes associados. Este período de governo será um “Dia do Juízo”, visto que proverá a todos a oportunidade de demonstrar se querem ou não sujeitar-se aos arranjos de Deus. No caso dos semelhantes aos habitantes incrédulos das cidades que presenciaram as obras poderosas de Jesus Cristo, não será algo fácil.

      Será difícil para eles reconhecer humildemente que estavam errados, ao rejeitarem Jesus como o Messias, e depois ter de se sujeitar a ele como seu Rei. O orgulho e a obstinação tornarão a submissão mais difícil para eles do que para os habitantes de Sodoma e Gomorra, os quais, embora pecadores, nunca rejeitaram oportunidades grandiosas tais como as apresentadas aos que presenciaram as obras de Jesus Cristo. A melhor reação dos ninivitas ressuscitados e da rainha de Sabá servirá como repreensão para a ressuscitada geração dos conterrâneos de Jesus que viveram no tempo de seu ministério terrestre. Será muito mais fácil para tais ninivitas e outros similares aceitar o governo de alguém para com quem nunca tiveram preconceito.

      Os que positivamente se negarem a fazer progresso no caminho da justiça, sob o reino de Cristo, receberão o julgamento condenatório da “segunda morte”. Em certos casos, isto acontecerá antes de atingirem a perfeição humana.

      Além disso, outros, depois de terem sido levados à perfeição humana, com falta de apreço, deixarão de demonstrar devoção leal a Jeová Deus quando postos à prova. Depois do reinado milenar de Cristo, Satanás, o Diabo, será solto por um pouco de tempo de sua restrição no abismo. Assim como ele atacou a soberania de Deus, para seduzir Eva, que depois persuadiu Adão, ele novamente procurará fazer com que os homens perfeitos se rebelem contra o governo de Deus. Sobre a tentativa de Satanás e seu resultado, Revelação 20:7-10, 14, 15, diz:

      “Assim que tiverem terminado os mil anos, Satanás será solto de sua prisão, e ele sairá para desencaminhar aquelas nações nos quatro cantos da terra, Gogue e Magogue, a fim de ajuntá-los para a guerra. O número destes é como a areia do mar. E avançaram sobre a largura da terra e cercaram o acampamento dos santos e a cidade amada. Mas desceu fogo do céu e os devorou. E o Diabo que os desencaminhava foi lançado no lago de fogo e enxofre . . . Este significa a segunda morte, o lago de fogo. Outrossim, todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.” Isto significa a destruição ou o aniquilamento eterno deles. Tais infiéis terão assim o que Jesus chamou de “ressurreição de julgamento”, um julgamento condenatório.

      Por outro lado, os que se negarem a se juntar a Satanás em rebelião serão julgados merecedores de receber a vida eterna. Regozijar-se-ão para sempre em ter a vida como humanos perfeitos, expressando amor e sendo amados por toda a eternidade. A sua mostrará ser uma “ressurreição de vida”.

      Já agora podemos começar a desenvolver as qualidades que Deus procura nos que ele reconhece como seus servos aprovados. Se mostrarmos apreço por tudo o que ele fez e obtivermos uma dianteira no caminho da justiça, poderemos ter a perspectiva maravilhosa de ter muito mais do que a vida atual. Sim, podemos ter a vida eterna em perfeição, livre de toda a tristeza e dor!

  • Como poderá obter mais do que apenas esta vida?
    É Esta Vida Tudo o Que Há?
    • Capítulo 21

      Como poderá obter mais do que apenas esta vida?

      EM VISTA de toda a informação precedente, é bastante claro que há muitíssimo mais referente à vida do que agora temos. Imagine só! Jeová Deus apresentou à humanidade a grandiosa perspectiva de vida aqui na terra, em condições justas, livre de doença e morte! Poderá usufruí-la não apenas por cem anos ou mil anos, mas para sempre. E o tempo em que isto se tornará realidade já está muito perto!

      Estará entre os que tirarão proveito do cumprimento do glorioso propósito de Deus para o homem e seu lar, a terra? Certamente que poderá estar. Mas terá de agir sem demora. Vivemos agora no tempo em que o aviso bíblico assume um tom de grande urgência: “Antes que venha sobre vós a ira ardente de Jeová, antes que venha sobre vós o dia da ira de Jeová, procurai a Jeová, todos os mansos da terra, que tendes praticado a Sua própria decisão judicial. Procurai a justiça,

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