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  • Quão misericordioso é?
    A Sentinela — 1975 | 15 de fevereiro
    • os misericordiosos, porque serão tratados com misericórdia.” (Mat. 5:7) Isto é bem semelhante à atitude do próprio Jesus, na estaca de tortura, quando estava para morrer e disse: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”, e semelhante a de Estêvão, quando estava sendo apedrejado, que clamou: “Jeová, não lhes imputes este pecado.” (Luc. 23:34; Atos 7:60) Em cada caso, a atitude misericordiosa demonstrada foi recompensada por Jeová.

      18. Por que deve interessar-nos especialmente nosso uso de misericórdia?

      18 Portanto, não é evidente qual deve ser nosso interesse ao usarmos de misericórdia? Paulo nos assegura que “cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus”. (Rom. 14:12) Quão reconfortante é saber que “a misericórdia exulta triunfantemente sobre o julgamento”! Quer num momento crítico durante o tempo atual, quer no Dia do Juízo que se aproxima rapidamente. (2 Ped. 3:7), como nos sairemos na prestação de contas de nós mesmos perante Deus e seu Juiz designado, Jesus Cristo, dependerá, entre outros fatores, do que mostrará nossa conta quanto à misericórdia que mostramos. Cumprirmos coerentemente o mandamento de Jesus, de amar, nos ajudará em todas as circunstâncias a satisfazermos tal requisito, e, ao mesmo tempo, contribuirá para o louvor de Jeová e para a paz da congregação.

  • Não há “crise de energia” espiritual para os discretos
    A Sentinela — 1975 | 15 de fevereiro
    • Não há “crise de energia” espiritual para os discretos

      HOJE em dia há uma “crise de energia” em muitos países. Para alguns, isto significa reduzir as viagens de automóvel, visto que há pouca gasolina. Precisa-se também de combustível para o funcionamento dos gigantescos geradores que produzem eletricidade. Portanto, muitos procuram conservar energia por apagar as lâmpadas desnecessárias.

      Não obstante, há uma luz que não depende das fontes de energia em uso comum. Os gratos que a possuem negam-se a apagar sua luz ou mesmo reduzir sua intensidade. Falando-se em sentido espiritual, deixam ‘brilhar a sua luz’. — Mat. 5:14-16.

      Jesus Cristo pensava nestes quando comparou o reino de Deus a dez virgens convidadas a uma festa de casamento. Sua parábola fazia parte duma resposta à pergunta: “Qual será o sinal da tua presença e da terminação do sistema de coisas?” (Mat. 24:3) A evidência prova que vivemos agora nos “últimos dias”, de modo que o cumprimento do predito “sinal” nos deve interessar.

      Todas as dez virgens tinham lâmpadas, talvez recipientes com bico e mecha numa extremidade e uma asa na outra. Podem ter estado cheias de azeite de oliva, então comumente usado para iluminação. Por causa da demora do noivo, as virgens adormeceram, acordando só no meio da noite com o anúncio de que ele estava chegando. As cinco virgens “discretas” tinham óleo adicional em recipientes que carregavam, mas as “tolas” não haviam trazido óleo extra e tinham de ir comprá-lo. No ínterim, as virgens “discretas” encontraram-se com

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