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  • Dia Do Juízo
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    • pessoas ressuscitadas é a informação em Revelação 20:12, 13. São vistos indivíduos “em pé diante do trono”. Mencionam-se os mortos e que a morte e o Hades entregaram os mortos neles. Tais pessoas são julgadas.

      Época para o Dia do Juízo

      Em João 12:48, Cristo associou o julgamento de pessoas com ‘o último dia’. Revelação 11:17, 18 situa a ocorrência dum julgamento dos mortos depois que Deus assume seu grande poder e começa a reinar qual rei, de modo especial. Luz adicional sobre o assunto decorre da seqüência de acontecimentos registrados em Revelação, capítulos 19 e 20. Lê-se ali a respeito duma guerra na qual o “Rei dos reis” mata “os reis da terra, e os seus exércitos”. (Já antes na Revelação [16:14], esta é chamada de “a guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”.) A seguir Satanás é amarrado por mil anos. Durante esses mil anos, os juízes reais prestam serviços, com Cristo. No mesmo contexto são mencionados a ressurreição e o julgamento dos mortos. Isto, então, é uma indicação da época em que ocorre o Dia do Juízo. E, do ponto de vista bíblico, não é impraticável considerar um período de mil anos como um “dia” pois tal igualação é formulada na Bíblia. — 2 Ped. 3:8; Sal. 90:4.

      Base para julgamento

      Ao descrever o que ocorrerá durante o período de julgamento, Revelação 20:12 diz que os mortos ressuscitados serão então “julgados pelas coisas escritas nos rolos, segundo as suas ações”. Esses ressuscitados não serão julgados à base das ações praticadas na sua vida anterior, porque a regra em Romanos 6:7 diz: “Aquele que morreu foi absolvido do seu pecado.”

      No entanto, Jesus disse que a relutância em prestar atenção às suas obras poderosas e arrepender-se, ou deixar de acatar a mensagem de Deus, faria com que para alguns fosse difícil suportar o Dia do Juízo. — Mat. 10:14, 15; 11:21-24.

  • Dia Do Senhor
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    • DIA DO SENHOR

      No uso bíblico, a palavra “dia” pode significar um período de tempo bem mais longo do que 24 horas. (Gên. 2:4; João 8:56; 2 Ped. 3:8) A evidência no contexto indica que o “dia do Senhor”, em Revelação 1:10, não é um dia específico de 24 horas. Visto que foi “por inspiração” que João veio a estar “no dia do Senhor”, a alusão não poderia ser a um dia de semana específico. Para chegar a um dia de semana específico não teria sido necessário que João fosse inspirado. Portanto, o “dia do Senhor” deve ser aquela época futura na qual ocorreriam os acontecimentos que João foi privilegiado a presenciar em visão. Isto incluía acontecimentos tais como a guerra no céu e a expulsão de Satanás, a destruição de Babilônia, a Grande, e dos reis da terra e seus exércitos, o acorrentamento de Satanás e seu lançamento no abismo, a ressurreição dos mortos e o reinado milenar de Cristo.

      O contexto aponta para Jesus Cristo como sendo o Senhor, a quem pertence tal “dia”. Imediatamente após vir a estar “no dia do Senhor”, João ouviu, não a voz do Deus Todo-poderoso, mas a do ressuscitado Filho de Deus. (Rev. 1:10-18) Também, o ‘dia do Senhor’ mencionado em 1 Coríntios 1:8; 5:5 e 2 Coríntios 1:14 é o de Jesus Cristo.

  • Diamante
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    • DIAMANTE

      Pedra preciosa brilhante, o mais duro mineral natural já descoberto e uma das mais valiosas gemas. Embora os diamantes sejam em geral incolores, alguns têm matizes tais como amarelo, verde, vermelho, marrom, azul e preto. A maioria dos diamantes brutos são cristais transparentes ou translúcidos, de oito faces, e compostos de carbono quase puro. Pensa-se que os diamantes se formaram há muito, quando o carbono da terra foi sujeito a grande pressão e calor. Os primitivos diamantes eram encontrados no leito de rios, mas, em tempos modernos, são em geral extraídos de formações rochosas das profundezas da terra.

      A palavra hebraica shamir (traduzida duas vezes por “diamante”, uma vez por “pedra de esmeril”, na NM) denota “uma ponta aguda” e é, às vezes, aplicada a uma sarça ou a espinhos. (Isa. 5:6; 32:13) Alguns opinam que shamir possa ser aplicado a um mineral duríssimo largamente identificado pelo termo geral “adamantino” (do grego adámas, que significa “indomável; inflexível”), que pode se referir ao diamante ou a numerosas substâncias muito duras, tais como coríndon e esmeril.

  • Dibla
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    • DIBLA

      Veja DIBLA.

  • Díbon
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    • DÍBON

      Cidade a E do mar Morto, arrebatada dos moabitas por Sion, o amorreu, porém mais tarde tomada dele por Israel na época da entrada dos israelitas nessa terra, sob o comando de Moisés. — Núm. 21:25-30.

      A antiga Díbon é hoje identificada com Dhiban, um pouco ao N do rio Árnon, cerca de 20 km a E do mar Morto. Tem sido área de recentes e intensas pesquisas arqueológicas, e ganhou alguma fama como local da descoberta da famosa Pedra Moabita, em 1868. As declarações nessa esteia, feitas por Mesa, rei de Moabe, têm sido interpretadas por alguns como identificando Díbon como sua capital (chamada Qarhah) e qual “principal cidade de Moabe” em certa época.

      Pouco depois que os israelitas pela primeira vez conquistaram essa área, a tribo de Ga- de viveu ali e “passaram a construir [ou, reconstruir] Díbon”, aparentemente dando-lhe o nome mais extenso de Díbon-Gade, ponto alistado como um dos locais de acampamento daquela nação. (Núm. 32:34; 33:45, 46) Contudo, Díbon era considerada parte da herança de Rubem. (Núm. 32:2, 3; Jos. 13:8,  9,  15-17) Díbon provavelmente sofreu sob o ressurgimento

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