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Há ocasião para julgar?A Sentinela — 1975 | 1.° de agosto
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acima da lei do amor dada por Deus. (Mat. 22:36-40; Rom. 13:8-10) Seria ‘julgar a lei’ como não sendo para eles.
O que pode induzir alguém a ficar envolvido em julgar erroneamente seus irmãos? Talvez imponha a eles sua consciência em assuntos estritamente pessoais. Talvez faça de seu próprio critério e modo de fazer as coisas a base para julgar o mérito e as motivações deles. Com isso, desconsidera que as pessoas são muito diferentes e têm diferentes necessidades, gostos e aversões. Por isso é vital cuidar de não ter uma opinião elevada de si mesmo. Nenhum homem imperfeito pode arvorar-se como norma para julgar outros.
Os cristãos são também aconselhados a não julgarem os incrédulos como pessoas. O apóstolo Paulo lembrou aos cristãos em Corinto que “Deus julga os de fora”. (1 Cor. 5:13) O povo devoto de Deus não tem direito de sentenciar os de fora da congregação ou impor-lhes uma punição. A admoestação que se aplica aos cristãos é: “Não vos vingueis, amados, mas cedei lugar ao furor; pois está escrito: ‘A vingança é minha; eu pagarei de volta, diz Jeová.” — Rom. 12:19.
Neste respeito, os cristãos podem seguir o bom exemplo do arcanjo Miguel. Ao disputar com o Diabo o cadáver de Moisés, Miguel “não se atreveu a lançar um julgamento contra ele em termos ultrajantes, mas disse: ‘Jeová te censure.’” (Jud. 9) Assim, Miguel mostrou devido respeito e consideração pela posição de Jeová, qual Juiz Supremo.
Além disso, os cristãos não devem julgar os outros como sendo pecadores demais para merecerem ouvir as “boas novas” do reino de Deus. Sabem que é do desejo de Deus que todos os homens, se apenas quiserem, venham a obter conhecimento exato da verdade e obtenham a salvação. (1 Tim. 2:3, 4) Portanto, devem mostrar seu amor ao próximo de modo imparcial, por fazerem todo empenho de levar a todos a mensagem consoladora contida na Bíblia.
Torna-se claro, pois, que os cristãos podem fazer julgamentos ou avaliações sérios com referência a pessoas apenas quando o fazem baseados na Bíblia. Estribar-se na sua própria opinião ou preferência poderia resultar em serem julgados adversamente pelo Juiz Supremo, Jeová Deus.
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Uma jovem pergunta: por que assistir às reuniões cristãs?A Sentinela — 1975 | 1.° de agosto
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Uma jovem pergunta: por que assistir às reuniões cristãs?
“TENHO um problema.” Assim começou uma carta duma moça de dezesseis anos, da Geórgia, E. U. A.
Sua mãe freqüentava regularmente as reuniões no Salão do Reino local das Testemunhas de Jeová, e esperava-se que a filha também as freqüentasse. Mas ela não queria ser “forçada” a fazer isso. A moça escreveu: “Acho que já tenho bastante idade para fazer decisões quanto à religião com que me quero envolver, se é que quero.” Por isso ela perguntou: ‘Por que devo assistir àquelas reuniões?’
Quer esteja numa situação similar, quer não, o que diz sobre a pergunta: ‘Por que assistir às reuniões no Salão do Reino?’
DESEJO DE INDEPENDÊNCIA
A adolescente da Geórgia comentou: “Acho que já estou velha demais para ficar agarrada à saia da mamãe.” Mas, é mesmo assim?
Quem for adolescente talvez já se sinta
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