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  • “As chaves do Reino” e a “grande multidão”
    A Sentinela — 1980 | 1.° de maio
    • § 34) Não se devia esperar que, após o seu batismo, ‘caísse sobre’ tais o espírito de Deus, gerando-os para uma vida celestial que não estavam procurando.

      21. Em vista desta exposição, o que se sentiram induzidos a fazer centenas de pessoas, no dia seguinte, e a que “rebanho” afluíram?

      21 Esta exposição foi eletrizante, especialmente para os semelhantes a ovelhas que ansiavam um entendimento definitivo sobre sua situação no arranjo de Jeová. A identificação da “grande multidão” os galvanizou assim a tomar ação. No dia seguinte, sábado, 1.º de junho, programou-se oferecer a oportunidade de batismo em água. Grande foi a alegria dos 840 batizandos, a maioria dos quais foi imersa com a esperança de serem classificados por Jeová junto com a prospectiva “grande multidão”. Este veio a ser um notável evento batismal. Era como se se tivessem aberto comportas pelas quais afluíam multidões para uma relação publicamente confessa com Jeová, entrando no “um só rebanho” do Pastor Excelente, a fim de se associarem com os “irmãos” espirituais dele. — João 10:16; Mat. 25:34.

      22. (a) Que “chave” fora usada, e com que efeito? (b) Para que governo se dirigiu a sua atenção no dia seguinte, e cabia-lhes aclamá-lo como sendo o quê?

      22 Era como se a classe do “escravo fiel e discreto” tivesse usado uma “chave do conhecimento” (Mat. 24:45-47; Luc. 11:52) e tivesse aberto a porta para os prospectivos membros da “grande multidão” entrarem em maravilhosos privilégios. Aproveitarem-se deles resultaria em ‘saírem da grande tribulação’ e entrarem na terra purificada sob o seu novo governo mundial por Cristo. A atenção deles foi dirigida para este governo no dia seguinte, pelo discurso público sobre o assunto de “governo”, tema muito bem adequado para a então existente situação mundial. Para a grande assistência visível e a assistência radiofônica vastamente maior, o discurso deu um aviso antecipado da iminente destruição a sobrevir a todos os governos terrestres de homens mundanos na guerra de Deus no Armagedom. Além disso, o discurso enalteceu o governo teocrático de Jeová, por Cristo, como sendo a única esperança de toda a humanidade. Este é o governo divino a ser aclamado pela “grande multidão” como sua gloriosa esperança!a

      23. (a) Com tal uso da “chave do conhecimento”, fechara-se a porta para crentes aptos entrarem no reino celestial? (b) O que nos pode fornecer uma evidência neste respeito?

      23 Mas, será que por tal uso da “chave do conhecimento” se fechara simultaneamente a porta para crentes aptos entrarem no reino celestial? Não, porque Jesus Cristo é Aquele que tem “a chave de Davi”, e só ele pode fechar esta porta. O ingresso ainda era possível para determinadas pessoas, segundo a vontade de Deus. Em evidência disso, certos membros do restante ungido das Testemunhas de Jeová foram batizados em água nos anos subseqüentes àquela momentosa revelação sobre a “grande multidão”, no segundo trimestre de 1935, e a publicação desta exposição nos números de 1.º e 15 de agosto de 1935 da revista A Sentinela em inglês. — Rev. 3:7; Luc. 11:52; Mat. 23:13.

      24. (a) O que bloqueará a entrada de mais outros entrarem no “um só rebanho” debaixo do Pastor Excelente (b) Na qualidade de que admite o Pastor as “ovelhas” no “um só rebanho”?

      24 Apenas o irrompimento da “grande tribulação” pode bloquear a entrada de mais humanos nas fileiras dos semelhantes a ovelhas, que constituirão a “grande multidão”. A via de escape da destruição junto com este sistema condenado de coisas será então uma oportunidade de salvação perdida. Durante todos estes anos, desde 1935, a porta de entrada para o “um só rebanho” do Pastor Excelente tem ficado aberta. Segundo relatórios, mais de dois milhões entraram por ela. O Pastor Excelente, Jesus Cristo, disse: “Eu sou a porta das ovelhas.” (João 10:7-9) Como tal, ele ainda admite os amigos dos seus “irmãos” espirituais e separa-os dos “cabritos”, que nunca sobreviverão à “grande tribulação” e sua “guerra” no Har-Magedon. Escutem agora, todos os que quiserem, a “voz” do Pastor Excelente, conforme é agora divulgada pelos “irmãos” espirituais dele ainda na terra. (João 10:16) Quão grande é seu privilégio de usufruir a segurança do “um só rebanho” debaixo de “um só pastor”!

  • Mefibosete, homem apreciativo
    A Sentinela — 1980 | 1.° de maio
    • Mefibosete, homem apreciativo

      MEFIBOSETE ou Meribe-Baal era filho de Jonatã e neto do Rei Saul. Contudo, ser ele membro da primeira família real de Israel não lhe deu nenhuma promessa de um futuro glorioso. Ele nasceu depois de seu avô Saul ter perdido o reinado. Então, quando Mefibosete tinha cinco anos de idade, seu pai e seu avô foram mortos em batalha. Ao ouvir as notícias a esse respeito, a aia de Mefibosete ficou em pânico e fugiu, levando o garoto com ela. No decurso da fuga, Mefibosete caiu e ficou aleijado pelo resto da vida, manco de ambos os pés. Cerca de sete anos mais tarde, seu tio Is-Bosete foi assassinado a sangue frio. (2 Sam. 4:4-8) Mefibosete foi realmente vítima duma tragédia. Mas isso não o tornou rancoroso. Cresceu tornando-se um homem apreciativo.

      Mefibosete casou-se cedo na vida, e tornou-se pai dum menino chamado Mica. Junto com sua família,

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