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  • Primos com caracteres opostos
    Despertai! — 1983 | 22 de junho
    • A excelente memória do jumento é prova de sua inteligência. Após passar por um caminho pela primeira vez ele não mais o esquecerá. Largando as rédeas, alguns proprietários cochilam na carroça enquanto seu jumento os leva para casa. Certo homem lembra-se de como seus jumentos o conduziam à escola, enquanto ele fazia os deveres escolares sentado na carroça.

      A força dos jumentos varia segundo a raça. Alguns especialistas dizem que os jumentos carregam uma carga média de 75 quilos e podem puxar até duas toneladas e meia. Dessemelhante do cavalo, ele tem um formato elíptico, ideal para levar cargas.

      Essa habilidade de carregar fardos, junto com seu andar seguro, tornam o jumento inestimável nos países montanhosos. Os jumentos são bens valiosos no reino montanhoso de Lesoto, no sul da África. Com poucas estradas, as pessoas nessas montanhas dependem de seus jumentos para carregar fardos dos campos e das lojas. Isso traz à mente o homem rico Jó que aparentemente morava perto do montanhoso Edom. Certamente apreciava os serviços de suas mil jumentas. — Jó 42:12.

      Com o avanço da tecnologia, o jumento tornou-se obsoleto em muitas partes do mundo. Que futuro há, então, para esse voluntário escravo do homem?

      Podemos ter certeza de que o Criador amoroso do homem tomará medidas oportunas para salvar da extinção não só os jumentos mas Sua inteira criação terrestre. Prometeu que esta terra será transformada num Paraíso global. Contribuindo para a beleza, os animais selvagens e os domésticos poderão cumprir seus papéis segundo os caracteres dados por Deus. Que deleite isso trará à humanidade obediente! — Gênesis 1:28; Oséias 2:18; Revelação [Apocalipse] 11:17, 18; 21:3-5.

  • O dócil jumento — nem sempre!
    Despertai! — 1983 | 22 de junho
    • O dócil jumento — nem sempre!

      Lentamente serpenteando a subida numa trilha de montanha, 50 jumentos foram atacados por ferozes cães pastores. Desconsiderando os cães, prosseguiram sem medo, com pesadas cargas nos lombos. A cena mudou quando um dos cães tentou morder a pata traseira do jumento que ia na frente.

      “No segundo em que o cão feriu a sua pata”, escreveu Frank Hibben, na Nature Magazine, “o burro virou-se rápido como relâmpago, não obstante a sua carga, e deu um belo coice na face do cão rosnante. Ao mesmo tempo abriu sua boca cavernosa e zurrou com toda a força de seus pulmões. . . . Eu nunca antes ouvira um burro zurrar assim”. Um por um todos os 50 se uniram ao coro — era um alarmante grito de guerra.

      Quando os cães atacaram de novo, jumentos da retaguarda correram e cercaram dois cães. Encurralados num círculo de jumentos enfurecidos, “um cão imaginou ter visto uma abertura . . . e correu em direção dela com o rabo entre as patas. O burro mais perto rapidamente baixou sua cabeça. Seus dentes fecharam-se bem em cima das costas do cão”. Desse modo ambos os cães foram apanhados e lançados fora do círculo — mortos. Os outros cães fugiram. “Três ou quatro burros dilataram suas narinas e zurraram alto, como que informando que a tarefa terminara. Daí todos reassumiram sua aparência sonolenta e laboriosa e de novo se enfileiraram. Eram novamente ‘apenas burros’.”

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