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  • “Ministros de nosso Deus” pioneiros na obra vital da restauração
    A Sentinela — 1979 | 1.° de janeiro
    • fé, o qual, pela alegria que se lhe apresentou, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e está sentado à mão direita do trono de Deus.” Heb. 12:2, RSV; Mof.

      20. Como se tornou Jesus o “pioneiro . . . de nossa fé”, bem como o aperfeiçoador dela?

      20 Declara-se assim que Jesus é “pioneiro” para seus discípulos, pioneiro da vida, pioneiro da salvação, pioneiro de nossa fé. Ele fez que se tornassem realidade centenas de profecias bíblicas a respeito do Messias ou Cristo. Deste modo, introduziu um elemento novo e essencial na nossa fé em Jeová Deus. De modo que se tornou o pioneiro da completa fé que os cristãos agora têm. Ele é, portanto, corretamente chamado de “pioneiro . . . de nossa fé”. (Heb. 12:2, RSV; Gál. 3:24, 25) Ao mesmo tempo, nossa fé com respeito ao Messias de Jeová encontra seu aperfeiçoamento ou finalização em Jesus Cristo. Apenas os judeus que rejeitaram Jesus Cristo e que se apegaram à lei mosaica ficaram com a sua fé incompleta.

      “Grandes Árvores de Justiça”

      21. Em resultado do aparecimento de Jesus aos seus discípulos e de ele consolá-los após a sua ressurreição, até que ponto teriam um crescimento espiritual?

      21 A fim de fortalecer a fé dos seus discípulos, Jesus Cristo lhes apareceu muitas vezes durante os 40 dias depois de sua ressurreição. Consolou os que pranteavam por causa do esperado Messias. O que aconteceu com os que o ressuscitado Jesus Cristo consolou? De acordo com a profecia de Isaías 61:1-3, o ungido Jesus lhes ‘designaria’ “uma cobertura para a cabeça em lugar de cinzas, o óleo de exultação em vez de luto, o manto de louvor em vez de um espírito desanimado”. Por causa disso, teriam um crescimento espiritual, de modo que seriam chamados de “grandes árvores de justiça, plantação de Jeová, para ele ser embelezado”.

      22. Na profecia de Isaías, como devem ser entendidas as palavras “cobertura para a cabeça”, “cinzas”, “óleo” e “manto”, e como se ajustavam aos discípulos a partir de Pentecostes?

      22 Não se diz se quaisquer dos apóstolos ou discípulos de Jesus puseram mesmo cinzas sobre a cabeça e usaram serapilheira. Evidentemente, as expressões proféticas “coberta para a cabeça”, “cinzas”, “óleo” e “manto” foram usadas de modo figurativo. Os aparecimentos de Jesus após a ressurreição deveras inverteram os sentimentos dos discípulos no assunto. Sim, e no dia de Pentecostes, que se seguiu, o Soberano Senhor Jeová usou seu Filho Jesus Cristo para derramar espírito santo sobre os discípulos que esperavam em Jerusalém. Em manifestação do espírito derramado, pairavam sobre a cabeça deles chamas milagrosas de fogo. Esta manifestação foi apenas temporária, e não era a permanente “cobertura para a cabeça” predita na profecia de Isaías. Antes, sua cabeça foi coroada com a alegria da aprovação divina, como a alegria dum sacerdote noivo no dia do casamento. (Isa. 61:10) Foi como se óleo calmante tivesse sido derramado sobre a sua cabeça, animando-os a ponto de exultarem. Desapareceu o espírito abatido, e os louvores de Jeová Deus identificaram-nos como que com um “manto de louvor”. Os observadores daquele espetáculo de Pentecostes disseram: “Nós os ouvimos falar em nossas línguas sobre as coisas magníficas de Deus.” — Atos 2:1-11.

      23. (a) Em que espécie de obra foi Jesus pioneiro para seus discípulos? (b) Por serem ungidos por meio dele, que comissão receberam os discípulos?

      23 Em vista de tudo isso, o que observamos hoje? O seguinte: que, em harmonia com a sua própria unção, Jesus Cristo foi pioneiro na obra de restauração para com os que se tornaram seus discípulos. Jeová usou-o para derramar espírito santo sobre os seus discípulos batizados, para que estes receptores do espírito santo pudessem tornar-se pessoas ungidas com o espírito do Soberano Senhor Jeová. (2 Cor. 1:21; 1 João 2:20, 27) Foram então, também, comissionados para divulgar as “boas novas” aos “mansos” na nação de Israel, para proclamar liberdade aos cativos e livramento dos presos, e para consolar a todos os que pranteavam por Sião. Assim podiam ajudar outros, sendo usados para consolá-los e libertá-los para exultarem com “o ano da boa vontade da parte de Jeová” e para o louvarem, pela restauração deles no Seu favor e serviço, por meio dos seus ungidos.

      24. A partir de Pentecostes, como foi o domínio espiritual dos discípulos de Jesus adornado de maneira similar ao Paraíso, e para o embelezamento de quem?

      24 Esse derramamento do espírito fez toda a diferença para os ungidos com ele. Em vez de serem como plantas frágeis, caídas por falta de nutrimento, tornaram-se como “grandes árvores de justiça”, que só Jeová podia plantar e fazer crescer por meio de Cristo. O original “Paraíso de Delícias” do homem havia sido adornado por árvores de diversas espécies. (Gên. 2:7-9) Mas, a partir de Pentecostes, Jeová plantou “grandes árvores” no domínio espiritual de seu povo dedicado, que seus inimigos haviam devastado e desolado. Tais “grandes árvores” figurativas eram os firmes, constantes e imutáveis cristãos que se erguiam alto a favor da justiça de Jeová Deus. Ele, como seu plantador, era “embelezado” pela presença deles na recém-estabelecida congregação cristã.

      25. Que obrigação recaiu sobre aqueles batizados em Pentecostes, e em que obra tinham de servir quais pioneiros?

      25 No dia de Pentecostes, além da congregação original de cerca de 120 discípulos, milhares de outros tornaram-se ungidos, após o seu arrependimento, sua aceitação do Messias e seu batismo em água, às mãos dos 12 apóstolos. (Atos 2:37-42) Estes também passaram a ter as obrigações dos ungidos com o espírito de Jeová, por meio de Cristo. Seu Líder, Jesus, havia sido pioneiro para eles no caminho para a aperfeiçoada fé, e para a vida e a salvação. Tornaram-se “ministros de nosso Deus”. (Isa. 61:6) Como tais, tinham de ser então pioneiros no caminho para mais outros que procuravam uma relação com Deus, para obter a reconciliação com ele, mediante Cristo. (2 Cor. 5:20) Desta maneira, teriam participação alegre na obra de restauração, de Deus.

  • “Ministros de nosso Deus” e seus ajudantes hoje
    A Sentinela — 1979 | 1.° de janeiro
    • “Ministros de nosso Deus” e seus ajudantes hoje

      1. Qual e o maior servidores público que está sendo prestado hoje à humanidade, e como se chamam profeticamente os que participam nele?

      A OBRA de Deus, de restauração e reabilitação espiritual, é o maior serviço público que está sendo prestado à humanidade hoje em dia. Os que ele usa como seus servidores públicos nesta obra não são políticos, mas são os profeticamente designados como “ministros de nosso Deus”. (Isa. 61:6) Seu Líder e Exemplo e o mais destacado Servidor Público de Jeová Deus. É Jesus Cristo, o qual, nos seus dias na terra, há 19 séculos, realizou uma notável obra de reabilitação da pobre humanidade.

      2. Por que não se empenharam Jesus e seus apóstolos na reabilitação ambiental da terra da Palestina?

      2 Lá naquele tempo, o ministério público de Jesus Cristo e de seus apóstolos não produziu a restauração ambientar da terra da Palestina, na qual pregavam as boas novas do reino de Deus. O empenho em prol disso teria sido em vão, porque o ungido Jesus ensinara aos seus apóstolos que “o dia de vingança da parte de nosso Deus” havia de vir sobre os judeus, o que ocorreu em 70-73 E.C., por meio das legiões romanas, reduzindo a província da Judéia a uma condição devastada. A fortaleza de Massada, junto ao Mar Morto, foi o último baluarte judeu a cair diante dos romanos. Mas, que dizer da obra de reabilitação espiritual, na qual Jesus foi pioneiro e que foi levada avante pelos seus apóstolos? Ela continuou a progredir durante todo aquele período provador e depois, até surgir a predita “apostasia” ou rebelião, após a morte dos apóstolos. — 2 Tes. 2:3.

      3. Segundo Isaías 61:1-4, que são as simbólicas “grandes árvores de justiça”, e em que atividade estão empenhados?

      3 Na profecia de Isaías, capítulo 61, a obra de reabilitação espiritual foi comparada à reabilitação duma terra por muito tempo desolada e de suas cidades devastadas. Assim, depois de falar sobre como o Soberano Senhor Jeová seria “embelezado” por ele produzir “grandes árvores de justiça” num paraíso espiritual, a profecia de Isaías prossegue: “E eles terão de reconstruir os lugares há muito devastados; erigirão até mesmo os lugares desolados de outrora e certamente renovarão as cidades devastadas, os lugares desolados de geração em geração.” (Isa. 61:4) Os reconstruíres de que se fala aqui são os mencionados nos três Is 61 versículos 1-3 precedentes como recebendo consolo e liberdade religiosa, e como sendo restabelecidos no favor e na “boa vontade” de Jeová. Estes são postos a trabalhar na restauração.

      4. Aplicou Jesus o cumprimento de Isaías 61:4 à província da Judéia, após o cativeiro babilônico? E por quanto tempo se estende o cumprimento da profecia?

      4 A província da Judéia e Jerusalém, em que Jesus Cristo e seus apóstolos fizeram grande parte da pregação do reino de Deus, já haviam sido muito tempo antes reabilitadas, pelo restante de judeus fiéis após o seu livramento do cativeiro babilônico e sua volta à pátria, em 537 A.E.C. Mas, será que o ungido Jesus aplicou esta profecia de Isaías 61:4 àquela realização então já passada na terra literal de Judá? Não! Quando citou os primeiros dois versículos de Isaías, capítulo 61, na sinagoga de Nazaré, indicou que o cumprimento deste capítulo começava com ele, nos seus dias. Mostrou que tinha significado espiritual e não se aplicava à restauração das condições naturais, físicas e ambientais do povo. Portanto, o cumprimento da profecia estende-se até o nosso século 20, até os nossos dias.

      5. Por que havia necessidade duma obra de restauração espiritual com respeito ao povo de Jeová, após a Primeira Guerra Mundial, e quando foi empreendida?

      5 A Primeira Guerra Mundial, de 1914-1918, teve um efeito devastador sobre o restante ungido dos servos dedicados e batizados de Jeová. A sua organização terrena havia sido danificada de muitas maneiras. Quando terminou esta primeira guerra global, vários dos cristãos ungidos, que haviam tomado a dianteira no serviço e na adoração de Jeová Deus, encontravam-se ainda na prisão, condenados a longas penas. Mas, em 1919 veio a libertação, não só do cárcere literal, mas, o que era mais importante, de Babilônia, a Grande (inclusive a cristandade apóstata). Iniciou-se, sem demora, uma obra de restauração da espécie espiritual.

      6. Sobre o que avisou ao mundo o congresso de Cedar Point, de 1919, e o que estabeleceu então Jeová para o seu restante ungido?

      6 Em 1919, o primeiro congresso da Associação Internacional dos Estudantes da Bíblia, em Cedar Point, Ohio, E. U. A., mostrou ser significativo. Avisou o mundo de que os do verdadeiro restante cristão, ungidos com o espírito do Soberano Senhor Jeová, viviam novamente, como que retornados dos mortos. Haviam sido restabelecidos no Seu favor e estavam de novo abertamente ativos na ‘pregação destas boas novas do Reino, em testemunho a todas as

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