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    • [Foto na página 970]

      Gravura representativa do que é chamado Torre de Davi do lado S de Jerusalém. Alguns crêem que esta Torre remonte aos dias do Rei Herodes

  • Justiça
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    • de satisfazer a requisitos justos), e, ainda assim, não ser denominado ou classificado necessariamente como “ruim”, “iníquo”, ou “mau”, assim também a pessoa pode ser uma pessoa “justa”, e, ainda assim, não ser denominada ou classificada necessariamente como pessoa “boa”, no sentido já descrito antes.

      JEOVÁ, O JUSTO

      As palavras hebraicas tsédheq e tsedhaqáh, e a palavra grega dikaiosy’ne, aparecem com freqüência em relação com a justeza dos modos de agir de Deus: como Soberano (Jó 37:23; Sal. 71:19; 89:14); no governo (Sal. 99:4; Jer. 9:24); em administrar e executar o juízo e a justiça (Sal. 9:8; 85:11; Isa. 26:9; 2 Cor. 3:9); em punir seu povo professo (Isa. 10:22); em vindicar-se nos julgamentos (Sal. 51:4; Rom. 3:4, 5) e em vindicação do seu povo (Miq. 7:9).

      O próprio Jeová é chamado de “o lugar de permanência da justiça”. (Jer. 50:7) Por conseguinte, Ele é o Justo, e toda justiça provém do relacionamento da criatura com Ele. Jeová se atém a seu próprio padrão de justiça, sem se desviar dele. Assim, suas criaturas podem exercer total confiança nele. A respeito Dele, está escrito: “Justiça e juízo são o lugar estabelecido do teu trono.” — Sal. 89:14.

      Mantém-se justo mesmo ao exercer misericórdia

      A justiça, a retidão, a santidade e a pureza de Jeová são tão excelsas que Ele não tolera nenhum pecado. (Sal. 5:4; Isa. 6:3,  5; Hab. 1:13; 1 Ped. 1:15) Por conseguinte, Ele não poderia perdoar os pecados da humanidade sem que houvesse a satisfação da justiça — com efeito, sem que houvesse uma base legal. Mas, por meio de sua bondade imerecida, ele fez este arranjo justo por prover seu Filho como oferta sacrificial, uma propiciação ou cobertura dos pecados. Desta forma, ele pode, de forma justa, exercer a misericórdia para com os pecadores que aceitem tal arranjo. Paulo expressa este assunto do seguinte modo: “Mas agora, à parte da lei, foi manifestada a justiça de Deus, . . . sim, a justiça de Deus por intermédio da fé em Jesus Cristo . . .Pois todos pecaram e não atingem a glória de Deus, e é como dádiva gratuita que estão sendo declarados justos pela benignidade imerecida dele, por intermédio do livramento pelo resgate pago por Cristo Jesus. . .para que [ele, Deus] fosse justo, mesmo ao declarar justo o homem [o homem inerentemente pecaminoso] que tem fé em Jesus.” — Rom. 3:21-26; veja Declarar Justo.

      BUSQUE A JUSTIÇA DE DEUS

      Jesus admoestou seus ouvintes: “Persisti, pois, em buscar primeiro o reino e a. . .justiça [de Deus], e todas estas outras coisas vos serão acrescentadas.” (Mat. 6:33) A pessoa precisa persistir em buscar o Reino; tem de ansiar tal governo e ser leal a ele. Mas, não pode olvidar que se trata do reino de Deus; tal pessoa precisa ajustar-se à vontade de Deus, ao Seu padrão do que é certo e errado quanto à conduta, e precisa, continuamente, ‘transformar a mente’, de modo que toda faceta de sua vida se harmonize com a justiça de Deus. (Rom. 12:2) Tem de ‘revestir-se da nova personalidade, que foi criada segundo a vontade de Deus, em verdadeira justiça e lealdade’. — Efé. 4:23, 24.

      Os judeus se julgavam seguros e que iriam receber o reino de Deus por procurarem estabelecer sua própria justiça, mas não se sujeitaram à justiça de Deus. (Rom. 10:1-3) É por isso que Jesus disse a seus discípulos: “Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não abundar mais do que a dos escribas e fariseus, de modo algum entrareis no reino dos céus.” Estes homens possuíam uma forma de justiça, em sua obediência a determinados requisitos da Lei, e às tradições que lhe acrescentaram. Mas, haviam realmente invalidado a palavra de Deus por causa de sua tradição, e rejeitaram a Cristo, o modo, provido por Deus, mediante o qual poderiam ter obtido a verdadeira justiça. — Mat. 5:17- 20; 15:3-9; Rom. 10:4.

      Não se alcança a justiça pelas próprias obras

      Assim sendo, torna-se patente que os homens imperfeitos jamais poderiam alcançar a verdadeira justiça — satisfazer plenamente a justiça de Deus — por dependerem de obras da Lei mosaica, ou por suas próprias obras de auto-justiça. (Rom. 3:10; 9:30-32; Gál. 2:21, 3:21; Tito 3:5) Os homens a quem Deus chamou de “justos” eram os que exerciam fé em Deus e que não confiavam em suas próprias obras, mas apoiavam tal fé por meio de obras, em harmonia com Seu padrão justo. — Gên. 15:6; Rom. 4:3-9; Tia. 2:18-24.

      A Lei era justa

      Isto não quer dizer que a Lei fornecida mediante Moisés não refletisse o padrão de justiça de Deus. Refletia, sim! Argúi o apóstolo: “Por conseguinte, a lei, da sua parte, é santa, e o mandamento é santo, e justo, e bom.” (Rom. 7:12; Deut. 4:8) Satisfazia o propósito de Deus, de tornar manifestas as transgressões e de servir como tutor para conduzir os judeus de coração honesto a Cristo, bem como para ser uma sombra de boas coisas vindouras. (Gál. 3:19, 24; Heb. 10:1) Mas, não podia trazer justiça verdadeira e completa aos que estavam sob ela. Todos eles eram pecadores; não podiam guardar de modo perfeito a Lei, e seu sumo sacerdote não conseguia remover os pecados deles por meio de seus sacrifícios e oficios. Por conseguinte, apenas por meio de aceitarem a provisão, feita por Deus, de seu Filho, é que poderíam alcançar a justiça. (Rom. 8:3, 4; Heb. 7:18-28) Os que aceitaram a Cristo foram declarados justos, não como algo obtido por merecimento 

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