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  • Lagar
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    • ser lançada “no grande lagar [de vinho] da ira de Deus”, sendo ali pisada até que “saiu sangue do lagar [de vinho], até à altura dos freios dos cavalos”. O chamado “Fiel e Verdadeiro”, “A Palavra de Deus”, é aquele que pisa este lagar de vinho da “ira do furor de Deus, o Todo-poderoso”. — Rev. 14:19, 20; 19:11-16.

  • Lagar De Vinho
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    • LAGAR DE VINHO

      Veja Lagar.

  • Lagarta
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    • LAGARTA

      O estágio larval das borboletas ou das mariposas. “Lagarta” traduz a palavra hebraica gazám, que se julga derivar-se de uma raiz que significa “cortar” ou uma que denota “tosquiar”. Em lagartame, as lagartas cortam ou tosquiam literalmente as folhas da vegetação, pedaço por pedaço, folha por folha, como as locustas, até que a planta fica quase que desnuda de sua folhagem. (Joel 1:4; 2:25; Amós 4:9) Ao passo que o conceito tradicional é de que o termo hebraico gazám significa “locusta” (“gafanhoto”), os tradutores da Septuaginta empregaram a palavra grega kámpe, que significa lagarta. Também, o léxico hebraico e aramaico de Koehler e Baumgartner favorece a tradução de gazám como lagarta.

      As cores da lagarta geralmente se misturam com as cercanias, embora algumas tenham uma coloração brilhante e sejam adornadas de notáveis padrões. A cabeça da lagarta possui antenas curtas, de dois a seis olhos simples de cada lado, e fortes mandíbulas trituradoras. Além da cabeça, a lagarta geralmente possui doze segmentos ou anéis, tendo um par de patas articuladas, pinçadas, ligadas a cada um dos três primeiros segmentos, pernas estas que mais tarde se desenvolvem em patas reais do inseto adulto. As seis patas fronteiras servem para a locomoção, bem como para segurar o alimento firme, enquanto a lagarta se alimenta. A maioria das lagartas possuem cinco outros pares de patas falsas, cada uma delas dotada de uma série de ganchos. Quatro pares destas patas estão situados no sexto ao nono segmentos respectivamente, e um par no último segmento.

      As lagartas são quase que exclusivamente vegetarianas. Seu apetite é voraz, algumas lagartas consumindo, num dia, vegetação equivalente ao dobro de seu próprio peso. Assim sendo, quando em lagartame, provocam danos nada desprezíveis à vegetação. Em compensação, muitas aves subsistem principalmente deste estágio larval das borboletas e das mariposas.

  • Lagarto, Lagartixa
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    • LAGARTO, LAGARTIXA

      [Heb., tsaw]. O nome hebraico desta criatura, incluída em Levítico 11:29 entre as impuras “criaturas pululantes”, parece derivar-se duma raiz que significa “aderir ao solo”. O Hebrew and English Lexicon of the Old Testament (Léxico Hebraico e Inglês do Velho Testamento), de Brown, Driver e Briggs (p. 839), sugere “lagarto” como tradução. Os lagartos são répteis de quatro patas, geralmente pequenos [no caso das lagartixas], tendo cauda longa e pele escamosa. As patas do lagarto estão ligadas ao corpo a uma distância que lhe permite pousar seu abdome no solo, sem que as patas fiquem sob ele. Na Palestina pode-se encontrar mais de quarenta espécies. Podem ser achados em árvores, em fendas tépidas das rochas e nas paredes e tetos das casas.

      Os léxicos, em geral, sugerem que a palavra hebraica kóahh também se refere a uma espécie de lagarto. Visto que o significado da raiz desse nome é “poder” ou “força”, poderá referir-se ao lagarto-monitor ou varano, um lagarto forte e grande. Povoa as áreas secas e arenosas do deserto. Na Palestina, este lagarto atinge um cumprimento de c. 1,20m. É necrófago, e acha-se na lista dos alimentos “impuros”. — Lev. 11:29, 30.

      Outra criatura alistada como impura para o emprego alimentar pelos israelitas é mencionada pela palavra hebraica hhómet, em Levítico 11:30. Algumas traduções recentes (ALA; BJ; NM) a traduzem “lagarto da areia”. O lagarto-da-areia é geralmente um lagarto pequeno, que povoa principalmente as áreas desérticas. Sua cor se assemelha à tonalidade amarelada das areias do deserto. Os dedos dos pés desse lagarto são franjados, impedindo que as patas afundem ao se mover. Embora ele não possa subir em nada, corre e se enfia no solo arenoso com extraordinária rapidez.

  • Lagarto-da-areia
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    • LAGARTO-DA-AREIA

      Veja LAGARTO.

  • Lago De Fogo
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    • LAGO DE FOGO

      Esta expressão somente ocorre no livro de Revelação (Apocalipse), e é evidentemente simbólica. A Bíblia fornece sua própria explanação e definição do símbolo, por declarar: “Este significa a segunda morte, o lago de fogo.” — Rev. 20:14; 21:8.

      Uma vez que o lago de fogo representa a “segunda morte“, e visto que Revelação 20:14 afirma que tanto a “morte [como] o Hades” deverão ser lançados nele, é evidente que tal lago não pode representar a morte que o homem herdou de Adão (Rom. 5:12), nem se refere ao Hades (ou, Seol), uma vez que o Hades, junto com a morte, deverá ser destruído no lago de fogo. Deve, por conseguinte, representar uma destruição que é eterna e que estará sempre disponível para receber quaisquer pessoas que, em qualquer época futura, mereçam a destruição da parte de Deus. Portanto, é símbolo duma morte sem reversão, pois o registro em parte alguma menciona tal lago como entregando aqueles que estão nele, como o fazem a morte adâmica e o Hades (Seol). (Rev. 20:13) Assim, os não inscritos no “livro da vida” são lançados no lago de fogo ou segunda morte, como se dá com Satanás e a simbólica “fera” e o “falso profeta”. — Rev. 19:20; 20:10, 15.

      Ao passo que os textos precedentes e toda a linguagem que os cerca, no livro de Revelação, tornam evidente a qualidade simbólica do lago de fogo, este tem sido usado por alguns para representar um lugar de fogo literal, e Revelação 20:10 tem sido utilizado como evidência consubstancial, uma vez que menciona o Diabo, a fera e o falso profeta como sendo “atormentados dia e noite, para todo o sempre”. A palavra “atormentados” traduz aqui o termo grego basanízo. O Theological Dictionary of the New Testament (Dicionário Teológico do Novo Testamento; 1964, editado por G. Kittel, Vol. 1, pp. 561-563) declara que seu infinitivo “significa estritamente ‘testar pela pedra de toque’ (βάσαυος [baʹsa·nos]), i.e., ‘esfregar nela’, ‘testar a genuinidade de’, ‘examinar ou provar’, assim sendo, ‘aplicar meios de tortura para descobrir a verdade’, ‘assolar ou torturar’ numa audiência, ou perante um tribunal. No N[ovo] T[estamento] só é encontrada no sentido geral de ‘afligir’ ou ‘atormentar’.” Como evidência, citam-se textos tais como Mateus 8:6, 29; Marcos 5:7; Lucas 8:28; 2 Pedro 2:8 e Revelação 12:2. Frisam-se pontos similares no que tange às palavras relacionadas, basanismós (Rev. 9:5; 18:7) e basanistés. (Mat. 18:34) A respeito de basanistés, a obra adrede mencionada declara que “não ocorre no N[ovo] T [estamento] no sentido original de ‘testador’, mas só se encontra em Mt. 18:34, no sentido dum ‘atormentador’ ”. Visto que uma prisão era, amiúde, um lugar de tormento, o carcereiro às vezes era chamado de “atormentador” (basanistés), como se dá em Mateus 18:34. Os lançados no “lago de fogo” vão para a “segunda morte”, da qual não há ressurreição, assim sendo, são ‘encarcerados’ ou restringidos na morte e ficam como que sob a custódia de carcereiros, “atormentadores”, por assim dizer, por toda a eternidade. Que uma condição restritiva pode ser mencionada como tormento, pode-se depreender dos relatos paralelos de Mateus 8:29 e Lucas 8:31. — Veja Geena.

  • Lamentações, Livro De
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    • LAMENTAÇÕES, LIVRO DE

      Nos tempos bíblicos, compunham-se lamentações ou endechas, que eram entoadas em memória dos amigos falecidos (2 Sam. 1:17-27), das nações devastadas (Amós 5:1, 2) e das cidades arruinadas (Eze. 27:2, 32-36). O livro de Lamentações fornece um exemplo inspirado de tal composição lamentosa. Consiste em cinco poemas líricos (em cinco capítulos) que lamentam a destruição de Jerusalém às mãos babilônias, em 607 AEC.

      O livro reconhece que Jeová trouxe com justiça a punição sobre Jerusalém e Judá devido ao erro de seu povo. (Lam. 1:5, 18) Também sublinha a benevolência e a misericórdia de Deus, e mostra que Jeová é bom para aquele que espera nele. — Lam. 3:22, 25.

      NOME

      No hebraico, este livro é chamado pela palavra inicial ’Elikháh, que significa “Como!” Os tradutores da Septuaginta chamaram o livro de Thrénoi, que significa “Endechas; Lamentos”. No Talmude, é identificado pelo termo Qinóhth, que significa “Endechas; Elegias”, e é chamado por Jerônimo de Lamentationes (latim). O nome em português, “Lamentações”, provém deste último título.

      LUGAR NO CANON BÍBLICO

      No cânon hebraico, o livro de Lamentações é usualmente contado entre os cinco Meghillóhth (Rolos), consistindo em O Cântico de Salomão, Rute, Lamentações, Eclesiastes e Ester. No entanto, nas cópias antigas das Escrituras Hebraicas, diz-se que o livro de Lamentações seguia o livro de Jeremias, como o faz nas Bíblias atuais em português.

      ESCRITOR

      Na Septuaginta este livro é introduzido pelas palavras: “E sucedeu que, depois de Israel ter sido levado cativo, e Jerusalém ficar desolada, que Jeremias se sentou chorando, e lamentou com esta lamentação sobre Jerusalém, e disse.” Os Targuns também identificam Jeremias como o escritor, introduzindo-o como segue: “Jeremias, o profeta e grande sacerdote, disse.” A introdução da Vulgata é: “Aconteceu que, depois da redução de Israel ao cativeiro e de Jerusalém a deserto, o profeta Jeremias sentou-se chorando; ele proferiu esta lamentação sobre Jerusalém; e com espírito amargo, e soluçando penosamente, disse.” (Veja BJ, nota; CBC, nota.)

      ESTILO

      Os cinco capítulos do livro de Lamentações consistem em cinco poemas, os primeiros quatro sendo acrósticos. O alfabeto hebraico tem vinte e duas letras distintas (consoantes) e, em cada um dos primeiros quatro capítulos de Lamentações, os versos (ou estrofes) sucessivos começam com uma das vinte e duas letras do alfabeto hebraico. Os capítulos um, dois e quatro têm, cada um, vinte e dois versos, dispostos em ordem alfabética, conforme o alfabeto hebraico, o verso um começando com a primeira letra hebraica, ’áleph (álefe), o verso dois começando com a segunda letra, behtli (bete), e assim por diante, até o fim do alfabeto. O capítulo três possui sessenta e seis versos e, nele, três versos sucessivos começam com a mesma letra hebraica, antes de passar para a letra seguinte.

      Nos capítulos dois, três e quatro, há uma inversão das letras ‘áyin (aine) e pe’ (pê) (ali não se acham na mesma ordem como em Lamentações, capítulo um, e no Salmo 119). Mas isto não significa que o escritor inspirado de Lamentações tenha cometido um erro. Tem-se observado, numa consideração do assunto: “A irregularidade em pauta deveria, menos ainda, ser atribuída a uma falha por parte do compositor .  .  . , pois a irregularidade é repetida em três poemas. É, ao invés, ligada a outra circunstância. Pois verificamos em outros poemas alfabéticos também, especialmente os mais antigos, muitos desvios da regra, o que inegavelmente prova que os compositores só

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