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  • Será isto liberdade
  • Despertai! — 1970
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Despertai! — 1970
g70 22/7 pp. 5-8

Será isto liberdade

DESEJA ser livre? Provavelmente sim. Deveras, toda pessoa sã deseja ser livre.

A liberdade é uma condição muitíssimo desejável para o homem. Isto significa a liberdade para realmente se gozar a vida.

Existe liberdade neste mundo? Muitas pessoas diriam que há um bom número de países em que se tem liberdade. Em especial no mundo ocidental há países em que as pessoas geralmente possuem liberdades garantidas pela lei.

Liberdade no Lar, nas Ruas?

Entretanto, se mora num destes países comumente considerados livres, pergunte a si mesmo: Sente-se livre para andar em qualquer rua à noite? Sente-se livre para usufruir qualquer parque após o anoitecer? Sente-se livre para deixar portas e janelas de sua casa destrancadas?

Até mesmo na maioria dos países democráticos, grandes segmentos da população sentem temor de andar por ruas escuras. Evitam os parques à noite. Possuem trancas nas portas e janelas de suas casas. E seus locais comerciais se acham similarmente protegidos. Será isto liberdade?

Na revista Look de 18 de novembro de 1969, um repórter descreveu com exatidão a situação presente, ao dizer: “O temor se tornou fator dominante na vida desta nação. As pessoas me disseram que sentiam mais medo do que há alguns anos atrás. Os residentes das cidades pequenas hesitam em visitar as grandes cidades. As mulheres receiam sair à noite. Muitas áreas fabris da cidade se tornaram campos armados mal assombrados à noite, com cachorros, holofotes e sistemas de alarmas contra intrusos. Mais portas das casas são trancadas. A antiga recepção alegre aos estranhos se está restringindo. A agressão é aceita como risco normal.”

Até mesmo em áreas suburbanas residenciais e em pequenas cidades, as pessoas não raro não se sentem seguras em suas próprias casas por causa do crescente crime e violência. Certo residente num subúrbio aparentemente pacífico comentou: “Sinto-me aterrorizado em minha própria casa.”

Assim, até em países “livres”, grandes segmentos da população vivem como se estivessem cercados por um exército inimigo. Realmente, então, quão livres são as pessoas que têm de viver assim?

Liberdade na Escola?

Em todo o mundo, os ginásios, as faculdades e até mesmo escolas primárias são assoladas por desordens. Os estudantes que desejam continuar a ser instruídos às vezes vêem negada essa liberdade pela desordem. No Japão, bem como em toda outra parte, algumas escolas foram fechadas por longos períodos por causa de protestos e motins.

Na cidade de Nova Iorque, um bando de cerca de vinte jovens invadiram um ginásio durante as aulas. Ataram dois professores a suas cadeiras e os amordaçaram. Os jovens então arengaram aos estudantes com tiradas políticas. Em outro caso, um grupo de demonstradores foi convidado a ir a uma escola para conversar sobre suas queixas. Enquanto as palestras estavam em progresso, diversos membros do grupo foram às salas de aula e disseram às crianças que voltassem para casa. Em muitos outros casos, professores foram agredidos, os estudantes sofreram intimidações e as aulas foram interrompidas. Em certa cidade, segundo se relata, os professores estão tão aterrorizados que três de cada quatro agora portam armas ao ir dar aulas!

Sem dúvida, muitos protestadores estudantis se acham genuinamente desgostosos com as horríveis condições do mundo. Vêem injustiças, preconceito, pobreza, guerra, e sentem-se indignados. Todavia, outros estudantes também se sentem encolerizados com estas coisas mas não resolvem recorrer à desordens ou à violência. Desejam poder continuar sua educação. Assim, quando as formas de resolver queixas interrompem as aulas ou resultam em violência e danos, não é isto interferência na liberdade dos outros estudantes? Será liberdade quando os professores abandonam tudo por causa de medo?

Liberdade Econômica?

A situação econômica também obra contra a liberdade em muitos casos atualmente. Por exemplo, na maioria dos países os preços aumentam constantemente. Mas, os salários nem sempre acompanham o passo. Há grandes números de pessoas, especialmente as idosas, cuja renda não aumenta muito, se é que aumenta. Talvez recebam pensões fixas ou “aposentadoria”. Não raro os pagamentos máximos de tais pensões são penosamente pequenos considerando-se os preços do alimento, da roupa e do abrigo nos dias atuais.

Neste particular, declarou Look: “As pessoas de modesta renda fixa se sentem desesperadas, perguntando-se se vão se tornar paupérrimas devido ao dilúvio de papel-moeda sem valor. Algumas compradoras se tornaram histéricas devido aos crescentes preços dos produtos de mercearia e da carne.” Será isto liberdade?

Daí, também, são todos livres realmente para fazerem o trabalho que desejam e que apreciam? Quantas pessoas conhece que realmente têm o tipo de trabalho que lhes traz satisfação genuína? Não é fato que as pessoas trabalham mais freqüentemente num emprego que conseguem, ou que pague mais, antes que num que realmente apreciam? Até os que talvez prefiram certa profissão às vezes se vêem sem poder segui-la por causa de várias diretrizes do patronato ou dos sindicatos. Será isto liberdade?

Também, quão livre é até mesmo para respirar ar fresco? Cerca de 150 milhões de toneladas de poluidores são lançados agora no ar cada ano, a maior parte sendo de gases potencialmente letais. As grandes companhias continuam a poluir o ar até mesmo quando há leis contra isso. Simplesmente pagam a multa, que é usualmente pequena, e continuam a poluição. Não é uma perversão da liberdade o colocar em perigo a saúde de outros?

Liberdade nos Eventos Esportivos?

Quando o time de beisebol dos Mets de Nova Iorque tornou-se campeão de sua divisão, seus fãs se regozijaram. Mas, o que aconteceu então? O Times de Nova Iorque noticiou: “A praça de esportes do Estádio Shea parecia a superfície esburacada da lua ontem. Mas, nenhuma bandeira estadunidense estava hasteada, porque havia sido roncada. Com efeito, quase tudo que não estava preso foi surrupiado pelos fãs turbulentos.”

O encarregado principal do local disse em descrença: “Jamais vi tanto dano ser causado a um campo.” De 300 a 450 metros de grama do campo foram arrancados, levados como “lembranças” pela multidão. E o campo ficou cheio de papéis e latas.

Será que liberdade significa que a pessoa tenha direito de apoderar-se e destruir a propriedade dos outros? Se seu vizinho destroçasse seu gramado, estragasse as paredes de sua casa, quebrasse as vidraças e roubasse sua mobília, consideraria tais ações como expressões de liberdade? Ou as consideraria como atos criminosos?

Benéfica a Liberdade Dentro da Lei

A verdadeira liberdade não significa a ausência de leis que são justas e benéficas. Para se usufruir seguramente a liberdade é preciso que seja dentro do arcabouço legal.

O universo é mantido em harmoniosa harmonia pelas leis físicas que Deus colocou em operação. Estas leis físicas operam para o bem do homem. Por exemplo, sente-se oprimido pela gravidade? Ela o impede de sair voando da terra para a morte certa. Habilita-o a se movimentar sem a tensão constante da imponderabilidade.

Entretanto, o que aconteceria se ignorasse deliberadamente a lei da gravidade e saltasse dum alto edifício? Cairia lá em baixo, vindo a morrer ou ficaria gravemente ferido. Não pode ignorar as leis físicas sem pagar um preço. Todavia, quando opera dentro de seus limites, colhe os benefícios.

Se não houvesse quaisquer leis físicas para governar o universo, a criação ficaria em anarquia. A vida humana seria em breve extinta. Quão gratos deveríamos ser por estas fidedignas leis físicas! Por causa delas, sabemos que o sol sairá cada dia. A terra continuará em sua devida órbita, com a devida inclinação e rotação. As leis do crescimento permanecerão constantes, de modo que as plantas e as árvores provejam alimento.

O homem jamais se pode libertar destas leis físicas. Ou ele usufrui a liberdade dentro de seus limites, ou ignora-as, para seu próprio dano.

Leis de Comportamento Humano

Deveríamos imaginar que Deus faria que as leis físicas viessem a existir, mas deixaria a humanidade sem leis para governar seu comportamento social? De jeito nenhum.

As leis do Criador para a humanidade foram escritas e preservadas de modo que pudéssemos saber a melhor forma de cuidar de nossos assuntos. (2 Tim. 3:16, 17) A respeito de sua qualidade, a Bíblia afirma: “A lei de Jeová é perfeita, fazendo retornar a alma. A advertência de Jeová é fidedigna, tornando sábio o inexperiente. As ordens de Jeová são retas, fazendo o coração alegrar-se.” — Sal. 19:7, 8.

Não obstante, não foi o homem criado com livre arbítrio? Sim, foi. É maravilhosa dádiva de Deus. Mas, tal liberdade tem de ser usada nos limites devidos — os que Deus estabelece. E Deus propôs que tal liberdade fosse relativa, e não total.

Há necessidade crítica de devidos limites para a liberdade do homem. Por quê? De modo que não se escravize nem interfira na liberdade de outros. E, quando uma pessoa realmente obedece às leis de Deus, verifica que usufrui a mais elevada forma de liberdade que existe.

Usufruir a Liberdade sob as Leis de Deus

Hoje em dia, há centenas de milhares de pessoas por todo o mundo que usufruem tal liberdade. Quem são? São as testemunhas de Jeová.

Por que se pode dizer que usufruem a mais elevada forma de liberdade? Por que a obediência às leis de Deus resulta na eliminação das coisas que oprimem outros e que negam a liberdade até mesmo a si próprio. Como resultado, podem usufruir entre si mesmas a liberdade da guerra, do ódio, do preconceito racial, da exploração, da injustiça e do crime, bem como da superstição religiosa. Tudo isto tem maravilhoso efeito libertador. O conhecimento das leis de Deus resulta em real liberdade; como disse Jesus: “A verdade vos libertará.” — João 8:32, 40.

Será que obedecer às leis de Deus significa opressão devido a que elas provêem limites à liberdade? Não são mais opressoras do que a lei da gravidade. As testemunhas de Jeová por certo não sentem que seu usufruto da vida é diminuído nem restringido pelas leis justas de Deus. Pois, ao passo que as leis de Deus fornecem devidos limites, ao mesmo tempo permitem amplo campo em que o indivíduo pode usufruir seu livre arbítrio. Todavia, cometer qualquer ato que se prejudique ou prejudique a outros não é liberdade, mas é criminoso à vista de Deus.

Verdadeira Liberdade Adiante

Aqueles que obedecem às leis de Deus apreciam que se acham sob a obrigação de obedecer às leis daquela nação em que vivem. (Mat. 22:21) Por isso, o cristão não está autorizado a fazer justiça com suas próprias mãos quando vê injustiças. A liberdade não lhe dá direito a amotinar-se, a destruir, a ferir e a matar. A lei de Deus declara: “O escravo do Senhor não precisa lutar, porém, precisa ser meigo para com todos, qualificado para ensinar, restringindo-se sob o mal.” — 2 Tim. 2:24.

Isto não quer dizer que os cristãos ignorem as muitas injustiças que suscitam a justa indignação de inúmeras pessoas hoje em dia. Deveras, obedecer às leis de Deus significa odiar tais injustiças, pois a Bíblia diz: “O vós amantes de Jeová, odiai o que é mau.” (Sal. 97:10) Com efeito, quando houver conflito entre a lei do homem e a lei de Deus, a regra da Palavra de Deus é: “Temos de obedecer a Deus como governante antes que aos homens.” — Atos 5:29.

Mas, não devia a pessoa interessada no que é certo tentar corrigir as situações erradas? Na verdade, pode fazer o que é possível nos limites das leis de Deus, e do homem. Mas, todas as pessoas de disposição correta devem levar em conta o seguinte fato: Deus não se propõe mudar este sistema atual de coisas, nem salvá-lo! Está tão mergulhado na corrupção, na injustiça e na anarquia que o propósito claramente declarado de Deus é destruí-lo, como poderia ser feito com um edifício condenado. Ele o substituirá por um justo e novo sistema de coisas sob Seu governo celeste às mãos de Jesus Cristo. — Dan. 2.44.

Não, Deus não tentará salvar este sistema decadente com toda a sua perversidade e sanguinolência. Ao invés, removê-lo-á por completo do caminho. É por isso que é fútil os humanos tentarem mudar as coisas pela violência. Não conseguirão. Deveras, a Bíblia avisa que as condições irão de mal a pior até que Deus mesmo ponha fim a elas por aniquilar as pessoas perversas. — 2 Tim. 3:1-5, 13; Sal. 37:9, 10.

Até mesmo aqueles que obedecem às leis de Deus agora não usufruem a liberdade no sentido mais pleno. Por que não? Porque, como todas as demais pessoas, acham-se ainda escravizadas à lei do pecado e da morte herdada de nossos primeiros pais. (Rom. 5:12) Ainda ficam doentes, envelhecem e morrem.

Não obstante, as pessoas tementes a Deus hoje podem contemplar ser libertas, não só deste sistema perverso, mas também da escravidão à doença, à velhice e à morte! Esta liberdade virá à humanidade durante o reinado milenar de Cristo, que se acha bem próximo agora. Grande será o regozijo nessa nova ordem, quando Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor”. — Rev. 21:4.

Assim, na nova ordem de Deus, a liberdade nos limites corretos das leis de Deus será usufruída plenamente. É por isso que o salmista podia predizer: “Os próprios mansos possuirão a terra, e deveras se deleitarão [requintadamente] na abundância de paz.” — Sal. 37:11.

[Foto na página 5]

Quão livre se sente de andar fora de casa à noite?

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