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  • Lepra
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    • COMO SINAL

      Um dos sinais que Jeová capacitou Moisés a realizar, a fim de provar aos israelitas que Deus o havia enviado, envolvia a lepra. Conforme instruído, Moisés enfiou a mão na dobra superior de sua roupa e, ao retirá-la, “sua mão estava atacada de lepra semelhante à neve!” Ela foi restaurada, “igual ao resto da sua carne”, por colocá-la novamente na dobra superior de sua roupa e retirá-la de novo. (Êxo. 4:6, 7) Miriã foi atacada de “lepra branca como a neve”, como medida divina, por ela ter falado contra Moisés. Ele suplicou a Deus que a curasse, o que foi feito, mas ela ficou em quarentena, fora do acampamento, por sete dias. — Núm. 12:1, 2, 9-15.

      NA ÉPOCA DE ELISEU

      Naamã, o Sirio, era “valente, poderoso, embora fosse leproso”. (2 Reis 5:1) Seu orgulho quase que cerceou sua oportunidade de ser curado, mas, por fim, ele fez conforme Eliseu o instruíra, mergulhando no Jordão sete vezes, e “lhe voltou a carne como a carne dum pequeno rapaz e ele ficou limpo”. (2 Reis 5:14) Em resultado disso, ele se tornou um adorador de Jeová. Não obstante, Geazi, ajudante de Eliseu, obteve gananciosamente um presente de Naamã em nome do profeta, assim apresentando seu senhor numa falsa luz e, com efeito, tornando a bondade imerecida de Deus um meio de lucro material. Por este erro, Geazi foi então afligido de lepra, da parte de Deus, e se tornou “leproso tão branco como a neve”. — 2 Reis 5:20-27.

      Que havia vários leprosos em Israel nos dias de Eliseu é indicado pela presença dos quatro leprosos israelitas do lado de fora das portas de Samaria, enquanto Eliseu estava na cidade. (2 Reis 7:3) Mas, havia falta generalizada de fé, por parte dos israelitas, em tal homem do verdadeiro Deus, assim como os judeus no território natal de Jesus não o queriam aceitar. Por isso, Cristo disse: “Havia também muitos leprosos em Israel, no tempo de Eliseu, o profeta, contudo, nenhum deles foi purificado, a não ser Naamã, o homem da Síria.” — Luc. 4:27.

      CURADOS POR JESUS E SEUS DISCÍPULOS

      Jesus, durante seu ministério galileu, curou um leproso, descrito por Lucas como “homem cheio de lepra”. Jesus lhe ordenou que não o contasse a ninguém, e disse: “Mas vai e mostra-te ao sacerdote, e faze uma oferta em conexão com a tua purificação, assim como Moisés determinou, em testemunho para eles.” — Luc. 5:12-16; Mat. 8:2-4; Mar. 1:40-45.

      Quando Cristo enviou os doze apóstolos, ele lhes disse, entre outras coisas: “Tornai limpos os leprosos.” (Mat. 10:8) Mais tarde, quando percorria a Samaria e a Galiléia, Jesus curou dez leprosos num certo povoado. Apenas um deles, um samaritano, “voltou, glorificando a Deus com voz alta”, e se lançou ao solo diante dos pés de Jesus, agradecendo o que ele tinha feito em seu favor. (Luc. 17:11-19) Deve-se também notar que Cristo estava em Betânia, na casa de Simão, o leproso (a quem Jesus talvez tenha curado), quando Maria ungiu Jesus com o custoso óleo perfumado, não muito antes de sua morte. — Mat. 26:6-13; Mar. 14: 3-9; João 12:1-8.

  • Lesem
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    • LESEM

      Veja DÃ N.º 3

  • Lesma (Caracol)
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    • LESMA (CARACOL)

      Designação comum a uma variedade de moluscos lentos, que em geral se distinguem por sua concha espiral ou cônica a que se podem recolher para proteger-se. Na Palestina se encontram numerosas variedades de caracóis, mas, por causa do clima seco, existem poucas lesmas, isto é, caracóis que não possuem nenhuma concha visível. Tanto as lesmas como os caracóis segregam uma substância viscosa que os protege dos danos da fricção, ao irem arrastando-se. Muitos crêem que se faça alusão ao rasto viscoso do caracol na frase “como a lesma [caracol, Tr; 57:9, CBC; 58:9, MC] que se dilui”. (Sal. 58:8) Outra sugestão é que a referência é ao ressecamento do caracol em sua concha quando exposto ao sol, por algum tempo.

  • Leste
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    • LESTE

      Veja ORIENTE.

  • Levedo
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    • LEVEDO

      Veja FERMENTO.

  • Levi
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    • LEVI

      [adesão; ligado].

      1. Terceiro filho de Jacó com sua esposa Léia, nascido em Padã-Arã. (Gên. 35:23, 26) Quando ele nasceu, Léia disse: “Agora, esta vez se juntará a mim o meu esposo, porque lhe dei à luz três filhos.” O menino foi assim chamado de Levi, nome cujo significado evidentemente estava ligado à esperança de Léia de obter novo vínculo afetivo com Jacó. (Gên. 29:34) Levi tornou-se pai de Gérson (Gersom), Coate e Merari, fundadores das três divisões principais dos levitas.—  Gên. 46:11; 1 Crô. 6:1, 16.

      Levi, junto com Simeão, seu irmão, tomou medidas drásticas contra os maculadores de Diná, irmã deles. (Gên. 34:25, 26, 31) Esta expressão de ira violenta foi amaldiçoada por Jacó, que predisse o espalhamento, em Israel, dos descendentes de Levi, profecia que se cumpriu quando os levitas foram deveras espalhados pelas quarenta e oito cidades levitas, nos territórios das várias tribos de Israel, na terra de Canaã. (Gên. 49:7; Jos. 21:41) Levi acompanhou Jacó na sua ida para o Egito e morreu ali, aos 137 anos.—  Êxo. 1:1, 2; 6:16; veja LEVITAS.

      2. Um coletor de impostos (Mar. 2:14; Luc. 5:27, 29) que se tornou um apóstolo de Jesus Cristo e era, de outro modo, conhecido como Mateus.—  Luc. 3:27-31.

  • Leviatã
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    • LEVIATÃ

      [Heb., liwyathán]. Esta palavra hebraica ocorre seis vezes na Bíblia. Crê-se que se deriva duma raiz que significa “torcer”, “enroscar-se”, ou “enrolar”; assim, tal nome indica algo que é “enroscado” ou “juntado em dobras”. A palavra é transliterada na maioria das traduções da Bíblia. — Veja Crocodilo.

      O Salmo 74 descreve o registro de salvação da parte de Deus para com seu povo, e os versículos 13 e 14 se referem simbolicamente à libertação que Ele concedeu a Israel, do Egito. Aqui o termo hebraico traduzido “monstros marinhos [Heb., thanniním, ou tannín]” é usado numa expressão paralela com “leviatã”, e o esmagamento das cabeças do leviatã pode bem referir-se à esmagadora derrota imposta a Faraó e seu exército por ocasião do Êxodo. Os Targuns aramaicos fornecem aqui a expressão “os fortes de Faraó”, em lugar de “as cabeças do leviatã”. (Compare com Ezequiel 29:3-5, onde Faraó é assemelhado a um “grande monstro marinho” no meio dos canais do Nilo; também com Ezequiel 32:2.) Pelo que parece, Isaías 27:1 emprega leviatã como símbolo dum império, uma organização de escopo internacional. A profecia é de restauração para Israel, e, assim sendo, o fato de Jeová ‘voltar sua atenção’ para o leviatã tem de incluir a Babilônia. No entanto, os versículos 12 e 13 consideram não só a Babilônia, mas também a Assíria e o Egito. Assim, o leviatã neste caso se refere, evidentemente, a uma organização ou império internacional que se ergue em oposição a Jeová e aos seus adoradores.

  • Levitas
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    • LEVITAS

      Descendentes de Levi, terceiro filho de Jacó com Léia. (Gên. 29:32-34) Às vezes, o termo se aplica a toda a tribo, mas, geralmente, exclui a família sacerdotal de Arão (Jos. 14:3, 4; 21:1-3), e, assim, é comum a expressão “sacerdotes e levitas”. (1 Reis 8:4; 1 Crô. 23:2; Esd. 1:5; João 1:19) Os deveres sacerdotais se restringiam aos membros varões da família de Arão, atuando, como assistentes deles os levitas, o restante da tribo. (Núm. 3:3, 6-10) Este arranjo começou quando se ergueu o tabernáculo, uma vez que, antes disso, nenhuma família ou tribo determinada tinha sido designada para oferecer os sacrifícios. — Êxo. 24:5.

      TOMADOS COMO RESGATE PARA O PRIMOGÊNITO

      Os levitas foram escolhidos por Jeová em lugar de todos os primogênitos das outras tribos. (Êxo. 13:1, 2, 11-16; Núm. 3:41) Contados a partir de um mês de idade, ou mais, totalizavam 22.000 varões levitas que podiam ser trocados pelo mesmo número de primogênitos varões das outras tribos. O recenseamento feito no deserto do Sinai revelou que havia 22.273 primogênitos nas outras tribos. Por conseguinte, Deus exigiu que um preço de resgate de cinco siclos fosse dado a Arão e seus filhos para cada um dos 273 primogênitos a mais que o número de levitas. — Núm. 3:39, 43, 46-51.

      DEVERES

      Os levitas se constituíam de três famílias provenientes dos três filhos de Levi: Gérson (Gersom), Coate e Merari. (Gên. 46:11; 1 Crô. 6:1) Cada uma destas famílias recebeu um lugar designado, próximo do tabernáculo, no deserto. A família coatita de Arão acampava em frente ao tabernáculo, para o E. Os demais coatitas acampavam do lado S, os gersonitas a O, e os meraritas ao N. (Núm. 3: 23, 29, 35, 38) Erguer, desmontar e transportar o tabernáculo era função dos levitas. Quando chegava a hora de se locomoverem, Arão e seus filhos retiravam a cortina que dividia o Santo do Santíssimo, e cobriam a Arca do Testemunho, os altares e outros móveis e utensílios sagrados. Os coatitas então transportavam estas coisas. Os gersonitas transportavam os panos da tenda, as coberturas, os reposteiros e os cordões da tenda (evidentemente as cordas do próprio tabernáculo), e os meraritas cuidavam das armações dos painéis, das colunas, dos pedestais de encaixe, e das estacas e cordões da tenda (as cordas do pátio que cercava o tabernáculo). — Núm. 1:50, 51; 3:25, 26, 30, 31, 36, 37; 4:4-33; 7:5-9.

      O trabalho dos levitas foi altamente organizado sob Davi, que designou supervisores, oficiais, juízes, porteiros e tesoureiros, bem como amplo número de pessoas para ajudar os sacerdotes no templo, nos pátios e nos refeitórios, em conexão com as ofertas, os sacrifícios, o trabalho de purificação, de pesar, de medir, e os vários deveres de vigilância. Os músicos levitas foram organizados em vinte e quatro grupos, de modo similar às divisões sacerdotais, e serviam em rodízio. Os deveres eram determinados por sortes. No caso dos grupos de porteiros, escolhia-se do mesmo modo a designação para determinada porta. — 1 Crô., caps. 23, 25, 26 ; 2 Crô. 35:3-5,10.

      Um limite de idade foi imposto para alguém habilitar-se ao serviço no templo, bem como um limite de idade em que cessava o serviço obrigatório. Alguns têm alegado haver discrepância nas declarações de Números 4:3, 30, 31 e 8:24-26, visto que a idade para o início dos serviços dos levitas é primeiramente declarada como sendo de 30 anos, ou mais, e, depois disso, como sendo de 25 anos, ou mais. No entanto, parece que o caso é que estavam envolvidas duas categorias de serviços. Assim, certas fontes rabínicas apresentam o conceito de que, aos 25 anos, um levita iniciava o serviço no tabernáculo, mas apenas para realizar serviços mais leves, e, então, ao atingir a plena idade de 30 anos, assumia as tarefas mais pesadas. Eles indicam que as referências ao “trabalho” (“obra”) e ao “serviço laborioso e o serviço de levar cargas”, mencionados em Números 4:3, 47, não aparecem em Números 8:24, onde o limite de idade é de 25 anos. Outros acrescentam a sugestão de que os que serviam a partir dos 30 anos tinham que ver com o transporte do tabernáculo e de seu equipamento quando em locomoção, ao passo que os que serviam entre

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