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    • Conforme revelado numa visão a Micaías, Jeová permitiu que uma criatura espiritual se tornasse um “espírito enganoso” na boca dos profetas de Acabe. Isto quer dizer que esta criatura espiritual exerceu seu poder sobre eles, de modo que falaram, não a verdade, mas o que eles mesmos desejavam dizer, e o que Acabe queria ouvir deles. Embora avisado de antemão, Acabe preferiu ser enganado pelas mentiras deles, e pagou por isso com a vida. — 1 Reis 22:1-38; 2 Crô., cap. 18.

  • Merabe
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    • MERABE

      [provavelmente, aumento]. A mais velha das duas filhas do Rei Saul. (1 Sam. 14:49) Saul havia prometido, evidentemente, dar uma delas em casamento ao homem que derrotasse Golias (1 Sam. 17:25), e pode ter sido por este motivo que ele ofereceu Merabe a Davi. Depois de defrontar-se com Golias, Davi provou ser um lutador prudente e bem-sucedido contra os filisteus, tanto assim que Saul “se amedrontou com ele”, ao passo que o povo de Israel e de Judá o amava. (1 Sam. 18:15, 16) Ao oferecer Merabe a Davi como esposa, Saul instou com ele a que continuasse sendo valoroso, enquanto pensava consigo mesmo: “Não venha a minha mão a estar sobre ele, mas venha a mão dos filisteus a estar sobre ele”, esperando que Davi morresse em combate. Davi, humildemente, hesitou em aceitar a oferta de se tornar genro do rei. Aconteceu que Saul não manteve a promessa, Merabe jamais se tornando esposa de Davi. O relato declara que a filha mais moça, Mical, “amava a Davi”, o que pode dar a entender que Merabe não o amava. De qualquer modo, “sucedeu que na ocasião de se dar Merabe, filha de Saul, a Davi, ela mesma já tinha sido dada como esposa a Adriel, o meolatita”. — 1 Sam. 18:17-20.

      Merabe deu cinco filhos a Adriel. No entanto, Davi mais tarde entregou estes filhos e dois outros membros da casa de Saul aos gibeonitas, que mataram a todos os sete. Isto foi feito para expiar a tentativa de Saul de aniquilar os gibeonitas. — 2 Sam. 21:1-10.

      A IRMÃ DE MERABE CRIA OS FILHOS DELA

      Segundo o Texto Massorético hebraico, 2 Samuel 21:8 fala dos “cinco filhos de Mical, filha de Saul, que ela dera à luz a Adriel”. Todavia, 2 Samuel 6:23 afirma que Mical morreu sem ter filhos. Parece que alguns escribas tentaram resolver esta dificuldade por substituir o nome de Mical pelo de Merabe, em 2 Samuel 21:8. (ALA; BJ; CBC; LEB; PIB; Vozes) Isto se evidencia de que a Versão Pesito, siríaca, e a Septuaginta (Edição Lagardiana) e dois manuscritos hebraicos, rezam “Merabe” neste versículo. No entanto, uma explicação tradicional de 2 Samuel 21:8, conforme aparece em quase todos os manuscritos hebraicos, é a seguinte:

      A irmã de Mical, Merabe, era esposa de Adriel, e lhe deu os cinco filhos em pauta. Mas, morrendo cedo Merabe, a irmã dela, Mical, rejeitada por Davi e sem ter filhos, passou a criar ou cuidar dos cinco meninos. Assim, eles são mencionados como filhos de Mical, em vez de filhos de Merabe. Em harmonia com este conceito de 2 Samuel 21:8, a tradução da Bíblia de Isaac Leeser (7.a ed., 1922), fala dos “cinco filhos de Mical, a filha de Saul, aos quais ela criou para Adriel”, e uma nota a respeito declara: “Uma vez que Mical era esposa de Davi; mas os filhos eram de Merabe, a filha mais velha de Saul, os quais foram provavelmente educados pela irmã dela.” (Veja Al.) Os Targuns rezam: “Os cinco filhos de Merabe (que Mical, filha de Saul, criou), que ela deu à luz.” Outros fatores, não revelados nas Escrituras, podem ter pesado quanto ao modo em que o texto foi redigido.

  • Meraritas
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    • MERARITAS

      Uma das três famílias principais dos levitas, que descendiam de Merari, filho de Levi, por meio de Mali e Musi. (Êxo. 6:16, 19; Núm. 3:20; 26:57, 58) O primeiro recenseamento dos israelitas no deserto alistou 6.200 varões meraritas a contar de um mês de idade, 3.200 deles tendo de 30 a 50 anos e entrando no serviço grupal “para o serviço na tenda de reunião”. (Núm. 3:33, 34; 4:42-45) Naquela época, seu maioral era Zuriel, e seu acampamento ficava do lado N do tabernáculo. (Núm. 3:35) Durante a peregrinação pelo deserto, a divisão de três tribos de Judá era a primeira a levantar acampamento. Daí, os gersonitas e os meraritas ‘partiam como portadores do tabernáculo’, seguidos pela divisão de três tribos de Rubem, e então os levitas coatitas. (Núm. 10:14-21) Os meraritas eram encarregados das armações de painel, das trancas, das colunas, dos pedestais de encaixe do tabernáculo, bem como de “todos os seus utensílios, e todo o seu serviço”, em aditamento às colunas, aos pedestais de encaixe, às estacas de tenda e aos cordões de tenda do pátio. (Núm. 3:36, 37) A fim de transportar estes objetos pesados, foram-lhes fornecidas quatro carroças e oito cabeças de gado. No deserto, eles e os gersonitas estavam “sob a mão” de Itamar, filho de Arão. — Núm. 7:6-8.

      Na divisão da Terra Prometida, feita sob a supervisão de Josué, doze cidades foram consignadas aos meraritas, quatro de cada um dos territórios tribais de Rubem, de Gade e de Zebulão. Uma delas, Ramote, em Gileade (no território de Gade) era uma “cidade de refúgio”. — Jos. 21:7, 34-40; 1 Crô. 6: 63, 77-81.

      Nos dias de Davi, 220 meraritas, tendo a Asaías como seu chefe, ajudaram outros levitas a trazer a Arca do pacto da casa de Obede-Edom para Jerusalém. (1 Crô. 15:1-6, 25) Depois de a Arca ter seu lugar de descanso, “Davi deu posições para dirigir o canto na casa de Jeová” a certos meraritas. (1 Crô. 6:31, 44-47) Outros meraritas foram designados porteiros. — 1 Crô. 26:1, 10, 19.

      Durante o programa de reforma empreendido pelo Rei Ezequias, de Judá, alguns meraritas se achavam entre os levitas que purificaram o templo. (2 Crô. 29:12, 15) Mais tarde, no século VII AEC, os meraritas Jaate e Obadias foram designados para supervisionar os restauradores do templo, sob o Rei Josias. — 2 Crô. 34:12, 13.

      Os meraritas achavam-se entre os levitas que voltaram do exílio babilônico em 537 AEC. (1 Crô. 9:14) Mais tarde (em 468 AEC), havia meraritas entre os levitas que acompanharam Esdras na viagem de Babilônia a Jerusalém. — Esd. 8:1, 18, 19, 31, 32.

  • Mercado
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    • MERCADO

      Veja FEIRA (MERCADO).

  • Meretriz
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    • MERETRIZ

      Veja FORNICAÇÃO; PROSTITUTA.

  • Meribá
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    • MERIBÁ

      [altercação, luta, contenda].

      1. Local na vizinhança do acampamento israelita no deserto, em Refidim. Foi ali que Jeová providenciou um suprimento milagroso de água, quando Moisés bateu com sua vara sobre a rocha, em Horebe. Moisés então chamou o local de “Massá” (teste, prova) e “Meribá” (altercação, luta, contenda). Estes nomes eram comemorativos da altercação de Israel com Moisés, e da prova a que submeteram Deus, por causa da falta de água. — Êxo. 17:1-7.

      2. O nome “Meribá” também foi posteriormente dado a um local perto de Cades, a razão desse nome sendo igualmente a altercação de Israel com Moisés e Jeová sobre a falta de água. (Núm. 20:1-13) Diferente do local perto de Refidim, onde os israelitas acamparam menos de dois meses depois de saírem do Egito (Êxo. 16:1; 17:1; 19:1), este Meribá não levava o nome de “Massá”. As Escrituras às vezes diferenciam-no do outro local por se referirem às “águas de Meribá” (Sal. 106:32), ou às “águas de Meribá de [em] Cades”. (Núm. 27:14; Deut. 32:51) No entanto, no Salmo 81:7, a referência feita a Jeová examinar Israel junto às “águas de Meribá” pode ser uma alusão ao incidente em Meribá, perto de Refidim. — Compare com Deuteronômio 33:8.

      Moisés e Arão deixaram de santificar a Jeová com relação à miraculosa provisão de água feita em Meribá, na área de Cades. Por conseguinte, perderam o privilégio de entrar na Terra Prometida. Este evento parece ter ocorrido no quadragésimo ano das peregrinações de Israel pelo deserto. — Núm. 20:1, 9-13, 22-28; 33:38, 39.

  • Merodaque
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    • MERODAQUE

      A forma hebraica de Marduque (Marduc), o mais importante deus babilônio. Os reis babilônios, Merodaque-Baladã (Isa. 39:1) e Evil-Merodaque (2 Reis 25:27), foram assim chamados sem dúvida em honra deste deus. Ascendendo a cidade de Babilônia à proeminência, graças a ter o Rei Hamurábi a tornado a capital do país de Babilônia, Merodaque igualmente aumentou em importância. Os atributos dos deuses anteriores vieram a ser-lhe creditados, e julga-se que os sacerdotes babilônios alteraram os relatos mitológicos para tornar Merodaque o matador de Tiamat, e o criador do mundo e do homem.

      A realeza sobre Babilônia estava intimamente associada com a imagem de Merodaque em seu templo, a Esagila, pois os governantes da cidade de Babilônia não eram empossados por coroação, mas se tornavam reis por segurar a mão de Merodaque. A cerimônia era repetida a cada ano, na festa do Ano-Novo. Mesmo durante o período em que a Assíria controlava o país de Babilônia, os reis da Assíria tinham de vir à cidade de Babilônia, cada ano, para a festa do Ano-Novo, e para legalizar sua pretensão ao trono por segurarem a mão de Merodaque.

      Jeremias, o profeta, predisse, com respeito à queda de Babilônia, que Merodaque ‘ficaria aterrorizado’. Isto se concretizou no sentido de que Merodaque se provou incapaz de preservar a dignidade da Potência Mundial Babilônica, e, uma vez que os conquistadores da cidade de Babilônia eram adoradores de outras deidades, seu futuro se tornou mui incerto, cheio de pressentimentos. — Jer. 50:2.

  • Merodaque-baladã
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    • MERODAQUE-BALADÃ

      [Marduque deu um filho], O “filho de Baladã” e rei de Babilônia que enviou cartas e um presente ao Rei Ezequias, de Judá, depois deste rei se ter recuperado da doença. (Isa. 39:1) Ele é chamado “Berodaque-Baladã” em 2 Reis 20:12, mas esta diferença é geralmente considerada como sendo resultado dum erro de cópia, ou, de outra forma, como representando uma tentativa de transliterar uma consoante acadiana por um som um tanto intermediário entre o de “m” e “b”.

      O nome de Merodaque-Baladã ocorre em inscrições cuneiformes assírias e babilônicas como “Mardukaplaiddin”. Ali, ele aparece como o governante dum distrito caldaico conhecido como Bit Yakin, situado nos charcos acima do promontório do golfo Pérsico e ao S de Babilônia. Afirma ter descendência régia, fornecendo o nome do Rei Eriba-Marduc de Babilônia (considerado como sendo da primeira parte do século VIII AEC) como seu antepassado.

      Tiglate-Pileser III, cuja regência se estendeu até o reinado do Rei Acaz, de Judá (761-745 AEC), refere-se a Merodaque-Baladã como governante duma tribo caldéia que lhe rendia homenagem, quando os assírios empreenderam uma campanha no país de Babilônia. — Veja Ezequias.

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