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  • Páscoa
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    • a nossa páscoa, já tem sido sacrificado.” (1 Cor. 5:7) Ele aqui assemelha Cristo Jesus ao cordeiro pascal. João, o Batizador, apontou para Jesus, dizendo: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29) É possível que João tivesse presente o cordeiro pascal, ou poderia estar pensando no cordeiro que Abraão ofereceu, em lugar de seu próprio filho, Isaque, ou no cordeiro que era oferecido cada manhã e noitinha sobre o altar de Deus, em Jerusalém. — Gên. 22:13; Êxo. 29:38-42.

      Certas modalidades da celebração da Páscoa foram cumpridas por Jesus. Um dos cumprimentos reside em que o sangue sobre as casas no Egito livrou os primogênitos israelitas da destruição às mãos do anjo destruidor. Paulo fala dos cristãos ungidos como sendo a congregação dos primogênitos (Heb. 12:23), e de Cristo como o seu libertador, mediante o seu sangue. (1 Tes. 1:10; Efé. 1:7) Não deviam ser quebrados quaisquer ossos do cordeiro pascal. Isto tinha sido profetizado sobre Jesus, e se cumpriu por ocasião de sua morte, que nenhum de seus ossos foi quebrado. (Sal. 34:20; João 19:36) Assim, a Páscoa comemorada pelos judeus, durante séculos, era uma daquelas coisas em que a Lei provia uma sombra das coisas vindouras, e apontava para Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”. — Heb. 10:1; João 1:29.

  • Passarlnheiro (Caçador De Aves)
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    • PASSARlNHEIRO (CAÇADOR DE AVES)

      Alguém empenhado na captura de aves e de pássaros. (Pro. 6:5; Sal. 124:7) Entre os hebreus, isto parece ter sido feito primariamente por meio de armadilhas, laços e redes, embora outros meios talvez fossem empregados, tais como o arco e a flecha, a funda e, talvez, como no Egito, arremesso de Varas.

      O caçador de aves dos tempos antigos tinha de estudar os vários hábitos e peculiaridades de cada espécie de ave, e utilizar métodos astutos de ocultação e de camuflagem ao colocar suas armadilhas. (Compare com Jó 18:10; Salmo 64:5, 6; 140:5.) Mesmo o pardal comum (Mat. 10:29) possui uma visão duas vezes mais aguçada que a do homem, ao passo que certas aves podem divisar objetos a uma distância que exigiría, da parte dos humanos, o emprego de binóculos. Esta visão aguçada, em adição à cautela natural das aves, indica a veracidade do provérbio: “É debalde que se estende á rede diante dos olhos de algo que tem asas.” — Pro. 1:17.

      Lastreado nos exemplos encontrados em antigos relevos egípcios, e também nos métodos utilizados nos tempos recentes, no Egito e nos países da Arábia, parece que certo tipo de armadilha possuía uma base de madeira, com duas redes alçadas ou com meias-armações ligadas por um eixo comum. Estas eram deitadas abertas, sendo armadas com uma espécie de trave. A armadilha podia ser disparada pelo caçador de aves, ou ser ativada quando a ave tocava na isca, no centro da armadilha, fazendo com que as redes se fechassem subitamente e enredassem a vítima. (Jó 19:6) Uma rede-alçapão egípcia, usada na Captura de gansos ou de outras aves aquáticas, podia ter até 3 m de comprimento e 1,5 m de largura, exigindo de quatro a cinco ajudantes para fechá-la rapidamente por puxarem uma corda, ao sinal do caçador de aves. As vítimas eram então colocadas em gaiolas, aguardando sua venda ou matança. — Compare com Jeremias 5:26, 27.

      Algumas redes também eram suspensas de forma frouxa, entre dois paus, próximo do ninho de várias aves, e, à noite, os caçadores assustavam as aves com gritos e lamparinas, fazendo com que abandonassem o ninho e ficassem enredadas na rede. Às vezes também se empregavam redes suspensas desse mesmo modo para capturar aves em pleno vôo, durante as migrações noturnas; outras eram lançadas como rede de arrasto sobre os arbustos em que as avés descansavam. — Osé. 7:11, 12.

      Outro método mui comum era a utilização duma armadilha, que consistia em um laço de corda, ligado a um galhinho flexível. O galho era recurvado até o chão e preso levemente, sendo a isca colocada de tal modo que, quando tocada pela ave, o galho voava no ar, prendendo o laço no pescoço ou nas pernas da ave, é erguendo-a do solo. Ao escrever aos cristãos, o apóstolo Paulo se refere, evidentemente, a um instrumento similar, quando confirma aos coríntios que seu conselho sobre o casamento não é para lhes “armar um laço [Gr., brókhon]”. — 1 Cor. 7:35.

      A vara de arremesso, que aparece nos murais egípcios, era um tipo de bumerangue, com c. 46 cm de comprimento. Era atirada nos pés das aves que se alimentavam em bandos no solo, tais como perdizes, codornizes e outras.

      — Compare com 1 Samuel 26:20.

  • Pássaros
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    • PÁSSAROS

      Veja AVES.

  • Pastagens(Pastios)
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    • PASTAGENS(PASTIOS)

      Em torno de cada uma das quarenta e oito cidades dos levitas, espalhadas em Israel, foram designados pastios (“pastagens”, Vozes; “subúrbios”, CBC; “arrabaldes”, Al). Estes jamais deviam ser vendidos, embora as casas nas cidades pudessem ser vendidas e ficassem sob os regulamentos do Jubileu. — Núm. 35:2-5; Lev. 25: 32-34; Jos. 21:41, 42.

      A área dos pastios devia estender-se “desde o muro da cidade para fora por mil côvados [c. 445 m], em todo o redor”. O versículo seguinte, porém, acrescenta: “E tendes de medir fora da cidade, do lado do leste, dois mil côvados”, e a mesma coisa em todas as quatro direções. (Núm. 35:4,  5) Têm-se oferecido inúmeras sugestões para harmonizar os dois algarismos.

      Alguns comentaristas crêem que as medidas significam que as pastagens eram determinadas por se medir mil côvados a partir de cada um dos quatro lados da cidade — leste, oeste, norte e sul. Quanto aos dois mil côvados de cada lado, crêem que a expressão “fora da cidade” significa que estes dois mil côvados não eram medidos a partir dos muros da cidade para fora, mas eram as medidas de cada um dos quatro lados da área de pastagens, conforme medida ao longo de seu perímetro. Se assim for, isto significaria que o espaço ocupado pela “cidade no meio” não estava incluído na contagem dos dois mil côvados. Conforme indicado no diagrama abaixo, pode-se ver que isto permitiria a harmonização dos dois conjuntos de medidas.

      Os rebanhos ocupavam importante lugar na vida de muitos israelitas, exigindo pastios em que ovelhas e cabritos pudessem ser apascentados. (2 Sam. 7:8; 1 Crô. 4:39-41) A falta de pastagens para as manadas trazia dificuldades. (Gên. 47:3, 4) Ao passo que fartas pastagens contribuíam para uma época de abundância e de paz. (Isa. 30:23; Sal. 65:12, 13; 23:2) Por extensão, as pastagens abandonadas indicariam completa desolação (Isa. 27:10), mas serem as pastagens utilizadas de novo sugeriria a restauração à paz e ao favor. (Isa. 65:10; Jer. 23:3; 33:12; 50:19; Miq. 2:12) Assim como as ovelhas eram conduzidas pelo pastor amoroso a pastagens em que ficavam seguras e dispunham de abundância, assim também o povo de Deus é guiado e bem cuidado por Jeová. — Sal. 79:13; 95:7; 100:3; Eze. 34:31.

      [Diagrama na página 1260]

      (Para o texto formatado, veja a publicação)

      1.000 côvados . .1.000 côvados

      . .

      . .

      . .

      1.000 côvados 800 côvados 1.000 côvados

      CIDADE

      . .

      . .

      . .

      . .

      2.800 côvados-800 côvados [tamanho da cidade] = 2.000 côvados.

  • Pastor
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    • PASTOR

      Uma pessoa que cuida, que alimenta e que guarda ovelhas ou rebanhos mistos de ovelhas e de cabritos. (Gên. 30:35, 36; Mat. 25:32) A atividade pastoril remonta a Abel, filho de Adão. (Gên. 4:2) Embora encarados de forma honrosa em outras partes, os pastores, no Egito agrícola, eram vistos com desdém. — Gên. 46:34.

      Com freqüência, o dono, seus filhos (tanto filhos homens como mulheres), ou outro parente, cuidavam do rebanho. (Gên. 29:9; 30:31; 1 Sam. 16:11) Entre os opulentos, como se deu no caso de Nabal, os servos trabalhavam como pastores, e talvez tenha havido um pastor-mor ou principal sobre os demais. (1 Sam. 21:7; 25:7, 14-17) Quando o dono do rebanho ou membros de sua família pastoreavam os animais, o rebanho geralmente passava bem. Mas um trabalhador contratado não tinha o mesmo interesse pessoal pelo rebanho, que, por conseguinte, às vezes sofria. — João 10:12, 13.

      O equipamento do pastor podia incluir uma tenda (Isa. 38:12), uma veste em que pudesse envolver-se (Jer. 43:12), uma vara e uma funda para defender-se, uma sacola para guardar provisões alimentares (1 Sam. 17:40; Sal. 23:4), e um longo cajado curvo utilizado para guiar o rebanho. — Lev. 27:32; Miq. 7:14.

      Os pastores nômades, como Abraão, moravam em tendas, e se transferiam de uma localidade para outra a fim de encontrar pastagens para seus rebanhos. (Gên. 13:2, 3, 18) No entanto, às vezes, o dono dos animais permanecia em certo local, o seu lar ou acampamento básico, enquanto que servos dele e/ou membros de sua família acompanhavam o rebanho. — Gên. 37:12-17; 1 Sam. 25:2, 3, 7, 15, 16.

      VOZ CONHECIDA PELAS OVELHAS

      Os rebanhos de diversos pastores às vezes eram abrigados no mesmo redil, para passar a noite, havendo um porteiro para zelar por eles. Quando os pastores chegavam de manhã, eles chamavam seu rebanho, e as ovelhas respondiam à voz do seu pastor, e apenas à dele. Andando à frente do rebanho, o pastor o conduzia para o pasto. (João 10: 1-5) Por observações pessoais feitas na Síria e na Palestina, no século XIX, W. M. Thomson [The Land and the Book (A Terra e o Livro; Grand Rapids, Michigan, EUA; 1966, 3.a impressão), pp. 202, 203] escreve: “[As ovelhas] são tão mansas e tão treinadas que elas seguem seu guardião com a máxima docilidade. Ele as conduz do aprisco, ou das casas deles nos povoados, para onde quer que lhe apraz. Visto haver muitos rebanhos em um local como este, cada um deles segue uma trilha diferente, e é obrigação dele encontrar pastagens para elas. É necessário, portanto,

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