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  • Eu queria ver por mim mesmo
    Despertai! — 1988 | 22 de julho
    • aspecto geral, e também o estilo de escrita fornecem indícios. Até mesmo eu podia ver que o estilo, que não é considerado como dum escriba profissional, era diferente do usado no caso dos manuscritos de velino que eu havia visto, no qual os traços verticais eram mais grossos e os traços horizontais tinham densos pontos no fim.

      Qual é o significado deste diminuto fragmento? Refuta a teoria de alguns críticos de que os Evangelhos são, na realidade, falsificações do segundo século, e não foram de modo nenhum escritos pelos discípulos de Jesus. No entanto, visto que existe concordância universal de que Mateus, Marcos e Lucas foram escritos antes de João, temos aqui evidência de que todos eles foram escritos no primeiro século. Nenhum grupo de fraudadores seria capaz de produzi-los no primeiro século, quando as testemunhas oculares dos acontecimentos que eles relatam poderiam ter refutado quaisquer histórias falsas.

      Quão notável é que, depois de tantos séculos, dispomos de cópias exatas da Palavra de Deus, procedentes duma época tão próxima à da escrita! Como escreveu o famoso perito Sir Frederic Kenyon a respeito da Bíblia: “Nenhum outro livro antigo possui tamanho testemunho antigo e abundante sobre o seu texto, e nenhum perito sem preconceitos negaria que o texto que chegou até nós é substancialmente bem fundado.”

      Como resultado de minhas visitas, senti ainda maior confiança nas palavras que Davi foi inspirado a registrar: “As declarações de Jeová são declarações puras, como prata refinada num forno de fundição de terra, depurada sete vezes.” (Salmo 12:6) — Contribuído.

  • Por que não dizer “adeus”?
    Despertai! — 1988 | 22 de julho
    • Por que não dizer “adeus”?

      JÁ SE ouviu pessoas bem-intencionadas dizerem: “Não quero dizer adeus. Parece-me tão definitivo — é quase deprimente!”

      Na verdade, a pessoa muitas vezes diz adeus quando ela, com tristeza, acha que talvez nunca mais volte a ver um ente querido ou um prezado amigo. Todavia, ainda é um termo apropriado de se usar, não só em tais ocasiões, mas também em outras. Por quê? A resposta se encontra em sua origem.

      “Adeus” é o que atualmente ficou da expressão completa: “Encomendo-te a Deus.” Esta observação de despedida era uma forma calorosa de desejar que a bênção de Deus acompanhasse o indivíduo. Expressava interesse e preocupação com o bem-estar de outrem, sendo uma forma de amor ao próximo. “Passe bem”, é também uma expressão que demonstra “um desejo de que outrem passe bem, ao se despedirem”. Outros idiomas utilizam expressões similares. Adieu, em francês, e adiós, em espanhol, transmitem a mesma idéia básica de encomendar a outra pessoa a Deus.

      Na verdade, estas observações podem ser usadas por alguém, sem refletir, sem nenhuma outra intenção que não a de dizer o que é costumeiro. Mas isso não deve desanimar a pessoa informada de utilizá-las dum modo sincero e significativo para expressar seus sentimentos honestos.

      A própria Bíblia apresenta pessoas devotadas que utilizam apropriadamente a expressão “adeus”. Jesus despediu-se de (ou: “disse adeus” a] uma multidão de pessoas a quem ele estivera ensinando, ao chegar a hora de despedir-se delas, de modo a poder devotar-se à oração em particular. (Marcos 6:46) “Paulo despediu-se dos [“disse adeus aos”] irmãos” quando “passou a navegar para a Síria”. (Atos 18:18) Em Éfeso, ele também disse adeus quando se despedia dos seus irmãos dali, embora lhes dissesse: “Voltarei novamente a vós, se Jeová quiser.” (Atos 18:21) Assim, a expressão nem sempre é usada com o sentido de algo definitivo. — Veja também Atos 21:6 e; 2 Coríntios 2:13.

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