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  • Os assombrosos cérebros dos bebês!

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  • Os assombrosos cérebros dos bebês!
  • Despertai! — 1987
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g87 22/5 pp. 3-4

Os assombrosos cérebros dos bebês!

Eles já são assombrosos desde o início. Três semanas depois da concepção, começam com 125.000 células e, depois disso, aumentam em surtos de 250.000 células por minuto. Cada cerebrozinho prossegue em seu explosivo crescimento até que, por ocasião do nascimento, o total de células atinge uns 100.000.000.000 — tantas quanto o número de estrelas existentes na Via Láctea.

Meses antes disso, porém, o cérebro do bebê, enquanto este ainda se acha no útero, passa a funcionar. Registra percepções através de seu ambiente aquoso. Ouve, sente o sabor, percebe a luz, reage ao toque, aprende, e lembra-se. As emoções da mãe podem influir nele. Palavras brandas ou música suave o acalmam. Linguagem irada ou música rock o deixam agitado. Os rítmicos batimentos cardíacos de sua mãe o tranqüilizam. Mas se o medo faz o coração dela disparar, logo o coração do bebezinho bate duas vezes mais rápido. A mãe angustiada transmite ansiedade ao bebê abrigado em seu útero. A mãe tranqüila carrega um bebê pacífico. A mãe alegre talvez faça com que o bebezinho em seu ventre pule de alegria. Tudo isto e muito mais mantêm atarefado o cérebro do bebê. Mesmo no útero, ele é assombroso.

Será que se formam neurônios adicionais depois do nascimento? As mais recentes pesquisas afirmam que não. Inquestionavelmente, porém, os neurônios deveras prosseguem crescendo, de forma dramática, em tamanho, enquanto formam trilhões de novas conexões entre si. O cérebro do bebê, por ocasião do nascimento, tem apenas um quarto do tamanho do cérebro dum adulto, mas triplica de tamanho em seu primeiro ano. Atinge seu peso adulto de cerca de um quilo e 400 gramas antes de se tornar um adolescente. Isso não significa que contenha o conhecimento dum adulto. O conhecimento não é determinado pelo peso do cérebro, ou pelo número de suas células. Antes, parece estar relacionado com o número de conexões, chamadas sinapses, estabelecidas entre os neurônios do cérebro.

E tal número é assombroso! Um estonteante total de um quadrilhão de conexões podem por fim ser estabelecidas — isso significa o número um seguido de 15 zeros! Mas apenas se o cérebro foi ricamente ativado por estímulos recebidos através dos cinco ou mais sentidos. O meio ambiente precisa estimular tanto a atividade mental como emocional, pois é isso que faz com que cresça a delicada rede de dendritos. Os dendritos são diminutos filamentos parecidos a raízes que se projetam dos neurônios, a fim de conectá-los com outros neurônios.

O fator tempo também está envolvido em estabelecer tais conexões: Elas são formadas muito mais rapidamente nos jovens do que nos idosos. Não é verdadeiro o ditado: “Não se pode ensinar novos truques a um cão velho” [no sentido de ‘Não se pode fazer uma pessoa idosa mudar seu modo de vida’]. Mas é mais difícil ensinar novos truques a um cão velho. No caso dos idosos, as conexões entre os neurônios formam-se mais lentamente, e desaparecem com mais facilidade. O preço de sua formação é o mesmo que no caso da criança — conviver com um ambiente rico e estimulante. A mente tem de manter-se ativa! Não deve mergulhar resignadamente numa rotina mental! Para a mente não existe aposentadoria!

Mas o crescimento assombroso mesmo é o dos cérebros dos bebês. São esponjas que embebem o que há em suas proximidades! Em dois anos, o bebê aprende uma língua complexa, apenas por ouvi-la. Se ouvir dois idiomas, aprenderá ambos. Se três forem falados, aprenderá todos os três. Um senhor ensinou a seus filhinhos cinco línguas ao mesmo tempo — japonês, italiano, alemão, francês e inglês. Uma senhora fez com que sua filha tivesse contato com várias línguas, e, quando a filha atingiu os cinco anos, conseguia falar fluentemente oito línguas. Aprender línguas usualmente é difícil para os adultos, mas, no caso dos bebês, isso acontece naturalmente.

A linguagem é apenas um exemplo das capacidades já geneticamente programadas nos cérebros dos bebês. Os talentos musicais e artísticos, a coordenação muscular, a necessidade de significado e objetivo, a consciência e os valores morais, o altruísmo e o amor, a fé e o impulso de adorar [a Deus] — tudo depende de sistemas especializados, existentes no cérebro. (Veja Atos 17:27.) Em outras palavras, redes de neurônios, geneticamente estabelecidas, são especialmente pré-programadas para ser receptivas ao desenvolvimento destas e de outras capacidades e potencialidades.

Compreenda, porém, que por ocasião do nascimento trata-se apenas de potencialidades, de capacidades, de predisposições. Para florescerem, é preciso que sejam ativadas na mente. As crianças precisam conviver com adequadas experiências, ou ambientes, ou estudos, para que tais coisas se tornem realidades. E existe também um cronograma correto para que tal convivência seja a mais eficaz possível, em especial no caso de bebezinhos.

Mas, quando o ambiente é correto e o momento é oportuno, acontecem coisas surpreendentes. Não só se aprendem línguas e a tocar instrumentos musicais, mas promovem-se as capacidades atléticas, treinam-se consciências, eles assimilam o amor, e lança-se um alicerce para a adoração verdadeira. Tudo isto, e muito, muito mais, à medida que se semeia nos cérebros dos bebês a boa semente, regada pelo amor parental.

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