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  • Fale dum bom coração
    A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
    • e gritaria, e linguagem abusiva, junto com tudo o que é injurioso. Mas, tornai-vos bondosos uns para com os outros, ternamente compassivos, perdoando-vos livremente uns aos outros, assim como também Deus, mediante Cristo, vos perdoou livremente.” Se Jeová e Cristo Jesus, que não cometem ofensas, podem amorosa e completamente perdoar as ofensas dos outros, não podemos nós homens imperfeitos, com a devida humildade, aprender a realmente perdoar uns aos outros?

      OUTRAS OFENSAS DA LÍNGUA

      17, 18. (a) Por que é a linguagem obscena imprópria para os ministros cristãos? (b) Em que espécie de conversação se empenham os cristãos maduros? (c) Como podemos explicar o fato de alguém querer falar coisas obscenas?

      17 O que é popular neste mundo muitas vezes não é direito. Ao passo que o mundo degenera cada vez mais, a moral e a ética geral do povo degeneram também. Foi por isso que se nos admoestou a não mais nos amoldarmos a este sistema de coisas, mas a nos transformarmos pela renovação da mente. O exemplo de muitos dos artistas famosos do mundo e dos oradores populares, bem como a tendência das conversações nos clubes, nas reuniões sociais, e até nas escolas entre menores, é que a linguagem obscena dá destaque à pessoa e a faz popular. As crianças, observando os outros, talvez sejam induzidas a crer que praguejar e usar linguagem obscena são evidência de tal pessoa ser adulta e ter brio, mas, na realidade, provam apenas a mundanalidade da pessoa. Já é por mais de dezenove séculos que os cristãos têm o conselho inspirado do apóstolo Paulo: “Não sejam nem mencionadas entre vós fornicação e impureza de toda espécie, ou avareza, tal como convém a um povo santo, tampouco comportamento vergonhoso, nem falatório tolo, nem gracejos obscenos, coisas que são inconvenientes, mas antes ações de graça.” — Efé. 5:3, 4; Col. 3:5-8, NM.

      18 Voltando atrás às palavras de Tiago 3:11, pode a nossa fonte de palavras fornecer tanto água doce como água amarga? Que explicação há para o desejo da pessoa de querer falar coisas obscenas ou más em qualquer ocasião, mesmo na associação com pessoas mundanas, durante o trabalho secular? É ele ministro cristão apenas quando está na reunião da congregação? De que fala na presença dos outros? Está sempre falando sobre coisas mundanas, ou toma por hábito elevar o nível da conversação por falar de coisas espirituais ou construtivas? Quando tem a ocasião de estar com seus irmãos, está falando sobre o último filme que está passando no cinema ou sobre os eventos desportivos, ou sobre as conversas ou escândalos do dia? Cristo Jesus nos dá a resposta a tudo isso em Mateus 15:18-20 (ARA): “Mas o que sai da boca, vem do coração, e é isso que contamina o homem. Porque do coração procedem maus desígnios, homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfêmias. São estas as cousas que contaminam o homem.” De modo que depende do que a pessoa tem no íntimo do seu coração. O que realmente é de interesse para ela é o assunto de que falará regular e animadamente.

      19. (a) A luz de Gálatas 5:16-26, como devemos encarar o modo de se usar a faculdade de falar? (b) Por que é importante ter o coração cheio de boas coisas e daí falar delas?

      19 Ao analisarmos a situação, vemos que a maneira de cada um usar a sua faculdade de falar depende de estar ele empenhado nas obras da carne ou de ter evidência de produzir os frutos do espírito. Falar de modo errado provém dum coração posto na fornicação, na impureza, no ódio, no ciúme, na bebedeira, nas orgias, no egoísmo, no orgulho e no lucro pessoal. Os que não sabem nada das leis justas de Deus e que não procuram segui-las usam má linguagem e falam continuamente das coisas carnais; esta é a influência que vemos prevalecer no mundo atual. Mas, quando a mente e o coração foram influenciados pelo espírito de Deus e a pessoa tem transformado a sua mente, verificamos que fala das coisas espirituais. Tal pessoa adquiriu autocontrole, que é um dos frutos do espírito, e ela pensa antes de falar. Não fica logo irada, falando sem pensar, mas é longânime e bondosa, e fala com brandura. Isto não significa que não fale vigorosamente ao denunciar a iniqüidade, mas o faz da mesma maneira dignificada como fez Jesus Cristo, ao falar contra a iniqüidade, as tradições desencaminhantes e a hipocrisia. Há uma íntima relação entre domar a língua e sujeitar-se à orientação do espírito e da Palavra de Deus. Jeová julga, não pela aparência externa, mas por aquilo que está no coração. Portanto, o desejo de todo aquele que teme a Deus deve ser o de encher o coração de coisas espirituais, de ter um bom coração para a reanimação e o benefício dos outros e para se tornar como uma fonte fresca que jorra continuamente água doce num dia de verão. A maneira correta de falar conduz à salvação. — 1 Sam. 16:7; Apo. 2:23; Mat. 23:1-17; Gál. 5:16-26.

  • O falar e a salvação
    A Sentinela — 1960 | 1.° de dezembro
    • O falar e a salvação

      1. Que oportunidade vital se oferece agora aos homens, conforme mostra Romanos 10:8-10?

      A CONTINUAÇÃO da vida é o empenho de todos os homens de juízo são, pois Jeová fez o homem com o desejo de viver. Jeová revela agora à humanidade, por meio de sua Palavra, que a vida eterna se acha à disposição de todos os que desejam obtê-la nas condições de Deus. Oferece-se ao homem a oportunidade de saber o que a Palavra de Deus contém, enchendo com isso a mente e o coração, e daí falar disso para a sua própria salvação e a salvação de outros. ‘A palavra está perto de ti, em tua boca e em teu coração’; isto é, a ‘palavra’ de fé que pregamos. Porque, se declarares publicamente essa ‘palavra em tua boca’, que Jesus é Senhor, e em teu coração exerceres fé que Deus o levantou dentre os mortos, serás salvo. Pois com o coração se exerce fé para a justiça, mas com a boca se faz declaração pública para a salvação.” — Rom. 10:8-10, NM.

      2. Quais são os passos progressivos que precisam ser dados pelos que buscam a salvação?

      2 Mostra-se assim a íntima relação existente entre obter a vida eterna e usar a faculdade do falar. A criação de Jeová havia de ser para o seu prazer e havia de resultar no louvor ao seu nome, e as criaturas humanas que fez haviam de ser louvadores de Deus. Quando se ocupam nisso, ele as olha com favor. Embora se verifique que a maioria da humanidade está fora da harmonia com Jeová, não o louvando, ele permitiu, contudo, em misericórdia, que os homens tivessem a oportunidade de obter conhecimento dos seus propósitos e escolher a vida. Ao passo que a pessoa obtém mais conhecimento acurado de Deus, compreende melhor a sua relação ao Criador. Aprende também que é um privilégio fazer uma declaração pública com a faculdade do falar, para o louvor de Jeová. Torna-se assim testemunha de Jeová, alguém que fala em toda a oportunidade para a honra de seu Deus. Dedica a sua vida e tudo o que tem, inclusive a sua faculdade de falar, ao louvor de Jeová. Decide-se assim como o salmista: “Também a minha própria língua, o dia todo, proferirá em voz baixa a tua justiça.” (Sal. 71:24, NM) Deus usa agora tais homens dedicados para se comunicar com a família humana e para ser as suas testemunhas. Através daquilo que o mundo talvez considere tolice, a saber, a pregação, poderá haver salvação para muitos. — Isa. 43:8-12; 1 Cor. 1:21; 2 Ped. 3:9.

      3. (a) Onde precisam os seguidores de Jesus fazer uma declaração pública para a salvação, conforme disse Jesus? (b) Segundo Mateus 10:32, 33, de que modo pode o silêncio conduzir à perda da vida?

      3 A forma de declaração pública para

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