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  • É hora de retornar à verdade
    Despertai! — 1973 | 22 de maio
    • que obedeceram a Deus. Sim, o apóstolo Pedro aplicou o Salmo 16:10 a Jesus, afirmando: “Porque dele [de Jesus] disse Davi: . . . não deixarás a minha alma no [inferno, Soares] Hades [hebraico, seol], nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção.” (Atos 2:25-27) Por certo, ninguém do “movimento pró Jesus” argumentaria que Jesus foi para o inferno de fogo ao morrer!

      Em vários casos, Jesus usou o Vale de Hinom (grego, Geena), a lixeira comunal de Jerusalém, para simbolizar a destruição completa dos que voluntariamente descrerem. Não se apresenta nenhuma esperança de ressurreição para os “lançados na Geena” em contraste com os que estão na sepultura comum da humanidade.

      O “Arrebatamento”

      Muitos do “movimento pró Jesus” crêem que a esperança para todos os homens que aceitaram Jesus é o “arrebatamento”, quando, crêem eles, todas as pessoas que aceitaram Jesus serão subitamente levadas para o céu.

      No entanto, a Bíblia mostra que, ao passo que haverá um grupo limitado, um “pequeno rebanho” no reino celeste, a esperança para a maioria da humanidade é a vida interminável aqui mesmo, numa terra renovada. — Luc. 12:32.

      Davi, do antigo Israel, não orava para ir para o céu. Tal esperança não estava sequer aberta para ele, pois a pequena classe celeste ainda não começara a ser escolhida. Antes, confiantemente, declarou: “Mas os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz.” — Sal. 37:11.

      Algumas das publicações usadas pelos do “movimento pró Jesus” tecem referências gerais à “nova terra”, mas as pessoas que freqüentaram suas reuniões por algum tempo disseram não ter ouvido nada sobre tal maravilhosa esperança. Por isso, há necessidade de aprofundar sua pesquisa da verdade e da verdadeira esperança para o futuro.

      Jeová Deus usou Isaías para predizer as condições justas que prevaleceriam na “nova terra”. Nesse tempo, outra pessoa não a explorará, beneficiando-se da casa que construir, ou da videira que plantar — como ocorre hoje com freqüência. Antes, a profecia promete que cada um usufruirá os benefícios de seus próprios labores — e as pessoas “gozarão das obras das suas mãos” por longo tempo. (Isa. 65:17-24) Referindo-se a esta promessa, o apóstolo Pedro escreveu: “Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus [o justo governo celeste de Deus] e nova terra em que habita a justiça.” — 2 Ped. 3:13.

      Um problema para os jovens de hoje é para onde se dirigir quando “se separam” dos empreendimentos vãos e egoístas deste mundo. Se a pessoa ama realmente as condições justas e corretas, não precisará procurar em outra parte, senão na terra paradísica de Deus, que agora está bem próxima de se tornar realidade.

      “Pular de um Lado Para o Outro”

      Muitos do “movimento pró Jesus” com freqüência se referem a manifestações “pentecostais” de contorcer o corpo. Falam de “pular de um lado para o outro”, falar em “línguas”, realizar “curas” e outras ações assim. O apóstolo Paulo identificou tais manifestações, tais como falar em “línguas”, com a ‘infância’ do Cristianismo. (1 Cor. 13:8-11) Depois de se referir especificamente aos dons de “línguas”, disse: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” Conforme a própria predição do apóstolo, tais dons, já passaram.

      Por conseguinte, tais manifestações têm de vir agora de uma fonte diferente da dos “dons do espírito” evidentes no Cristianismo do primeiro século. Atualmente, este ouvir de vozes e contorções do corpo envolve o espiritismo. Daí a necessidade de acatarmos o aviso de íntimo discípulo de Jesus: “Amados, não acrediteis em toda expressão inspirada, mas provai as expressões inspiradas para ver se se originam de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora.” — 1 João 4:1, NM.

      Interesse em Doutrinas

      A existência do “movimento pró Jesus” indica que os assuntos espirituais deveras são de interesse de muitos dos jovens atuais. Alguns foram mais além. Têm visto que, apesar de sua leitura da Bíblia, o “movimento pró Jesus” não retornou plenamente às verdadeiras doutrinas bíblicas e tem mantido alguns ensinos da cristandade que são inteiramente falsos. Depois de examinar mais a fundo as Escrituras em seus estudos com as testemunhas de Jeová, têm visto a necessidade de porem de lado anteriores crenças que se acham arraigadas no paganismo, antes que na Bíblia, tais como a imortalidade da alma humana, o inferno de fogo, a Trindade, e assim por diante. Agora, ensinam ativamente as emocionantes verdades bíblicas a outros.

      As pessoas que estudam com as testemunhas de Jeová verificam que não se trata duma questão de “conversão instantânea”. Exige-se estudo. É preciso aprender os ensinos, os princípios e as profecias bíblicos. Criam verdadeira base sólida para sua fé — profunda convicção, baseada em conhecimento, ao invés de entusiasmo por uma moda passageira.

      Perguntou-se a anteriora participante do “movimento pró Jesus”: “O que realmente lhe interessou quanto às testemunhas de Jeová?”

      “As coisas doutrinais”, disse ela. “Faz sentido.”

      Explicou ela: “Eu cheguei ao Salão do Reino e disse: ‘Respondam às minhas perguntas!’ As respostas se baseavam tanto na Bíblia que não se podia combatê-las. Eu procurava falhas, mas simplesmente não havia nenhuma.”

      A compreensão da esperança magnífica da Bíblia quanto ao futuro imediato da terra remove a necessidade de tóxicos, ou de se gritar, bater palmas, pular de um lado para o outro, e de reuniões carregadas de emoções. A compreensão destas promessas produz uma determinação calma e racional na pessoa, que então encontra grande alegria em compartilhar esta esperança maravilhosa com os outros.

  • Sinais do real cristianismo
    Despertai! — 1973 | 22 de maio
    • Sinais do real cristianismo

      QUASE todos concordarão que uma igreja grande ou ser membro duma igreja por bastante tempo não significa que se disponha de sinais do verdadeiro Cristianismo. Mas, quais deveriam ser verdadeiramente tais sinais? Observe os comentários feitos por E. M. Green, em seu livro sobre o evangelismo entre os cristãos primitivos:

      “Uma das modalidades mais notáveis no evangelismo nos dias primitivos era as pessoas que se empenhavam no mesmo. Comunicar a fé não era considerado privilégio dos mais zelosos ou do evangelista oficialmente designado. O evangelismo era a prerrogativa e o dever de todo membro da Igreja. Temos visto apóstolos e profetas em peregrinação, nobres e pobretões, intelectuais e pescadores, todos tomando parte entusiástica nesta tarefa primária designada por Cristo à sua Igreja. As pessoas comuns da Igreja a consideravam ser seu dever: o Cristianismo era, de forma suprema, um movimento leigo, disseminado por missionários informais . . .

      “Este entusiasmo contagiante por parte de pessoas tão diversificadas, de diferentes idades, formações, sexo e culturas era apoiado pela qualidade de sua vida. Seu amor, sua alegria, seus hábitos transformados e seus caracteres progressivamente mudados davam grande peso ao que tinham a dizer.”

      Por isso, o evangelismo zeloso por parte de todos numa congregação, tanto por idosos como por jovens, bem como as evidências da real transformação cristã — estes são os sinais do verdadeiro Cristianismo.

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