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Como sabemos que se aproximaA Sentinela — 1969 | 1.° de maio
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11 Também, o desfolhamento dos esconderijos do inimigo por meio de herbicidas e de substâncias químicas precisa ser estudado quanto ao seu efeito de longo alcance sobre o meio ambiente do homem. A indústria moderna e até mesmo os aviões a jato estão fatalmente prejudicando o equilíbrio do ambiente natural do homem, sendo que, em vista disso, certa revista colocou em cabeçalho e considerou o assunto “Pode o Mundo Ser Salvo?”. (Times Magazine de Nova Iorque, 31 de março de 1968) Tornar-se-á a nossa terra em pouco tempo imprópria para a vida da população mundial em explosão? Estes são deveras temores reais e válidos!
12. Todavia, em que tempo virá o grande clímax de tudo isso, e como?
12 No entanto, o grande clímax vem no tempo predeterminado por Deus, não pelo homem, assim como indicam as próximas palavras da profecia de Jesus: “E então verão o Filho do homem vindo numa nuvem, com poder e grande glória.” (Luc. 21:27) Isto se refere à sua vinda para destruir Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, babilônica, e daí à “guerra do grande dia de Deus, o Todo-poderoso”, no Armagedom. (Rev. 16:13-16) Invisível no espírito, ele estará como que escondido “numa nuvem”, mas as nações discernirão que deve ser o predito “Filho do homem”, visto que se exerce poder além daquele do homem. A cristandade não participará então na sua “grande glória”, mas será destruída, apesar de todas as suas orações hipócritas a Deus. Nem haverá qualquer glória para os anteriores amantes políticos de Babilônia, a Grande, porque, após ela, serão aniquilados estes elementos políticos regentes, desaparecendo em derrota inglória por terem lutado contra o Rei legítimo da terra, o glorificado Senhor Jesus Cristo. Verão, reconhecerão, que sua destruição procede de uma fonte mais elevada do que a humana.
ENCORAJAMENTO E AVISO
13. Que disse Jesus sobre a nossa atitude, enquanto as nações ficam abatidas pela angústia e pelo temor?
13 Pois bem, e o que dizer de nós? O que significa, tudo isso para nós? Devemos participar na atual “angústia de nações” e em não saberem o que fazer, em ficarem desalentados, nos seus temores e nas suas expectativas aterrorizantes? Não precisamos fazer isso. Jesus Cristo, depois de pormenorizar todas as coisas precedentes, disse em resposta aos seus discípulos: “Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” (Luc. 21:28) Portanto, se formos seguidores fiéis, dedicados e batizados do grande Profeta Jesus Cristo, não precisamos ficar abatidos junto com as nações na sua angústia e nos seus temores.
14, 15. Ao livramento do poder de que nos estamos aproximando?
14 Para aqueles de nós que se tornam verdadeiros cristãos dessa espécie, as palavras “vosso livramento” devem ter um som emocionante e encorajador, assim como tiveram para os discípulos aos quais Jesus Cristo falou. Por que é não deviam ser encorajadoras e animadoras estas palavras, visto que nos dizem que seremos libertos dos perseguidores e odiadores? Pois, Jesus disse, antes de falar do livramento que se aproxima: “Mas, antes de todas estas coisas, as pessoas deitarão mãos em vós e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, sendo vós arrastados perante reis e governadores por causa do meu nome. Isto vos resultará num testemunho. . . . Além disso, sereis entregues até mesmo por pais, e irmãos, e parentes, e amigos, e eles entregarão alguns de vós à morte; e vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome.” — Luc. 21:12-17.
15 Somos livrados de pessoas que não somente nos perseguem e odeiam, mas que odeiam a Jesus Cristo, visto que é por causa de seu nome que nos perseguem e odeiam. Tais odiadores Dele fazem parte deste “sistema de coisas”, e por isso é também de todo este sistema de coisas que nós, perseguidos, odiados, somos livrados.
16, 17. Por meio de quem ou de que virá tal livramento?
16 O que significará o desaparecimento deste sistema de coisas? O livramento dele virá da parte de quem e por meio de quê? Evidentemente por meio daquele a quem as nações vêem “vindo numa nuvem, com poder e grande glória”. (Luc. 21:27) Isto nos é assegurado pelas palavras de Jesus após ele mencionar “vosso livramento”. Lucas 21:29-33 nos diz:
17 “Com isso contou-lhes uma ilustração: ‘Reparai na figueira e em todas as outras árvores: Quando já estão em flor, sabeis por vós mesmos, observando isso, que já está próximo o verão. Deste modo também vós, quando virdes estas coisas ocorrer, sabei que está próximo o reino de Deus. Deveras, eu vos digo: Esta geração de modo algum passará até que todas estas coisas ocorram. Céu e terra passarão, mas as minhas palavras de modo algum passarão.’ — Compare isso com Mateus 24:32-35; Marcos 13:28-31.
18. Desde que ano temos visto “estas coisas” ocorrer, em corroboração das palavras de quem?
18 “Estas coisas”, conforme preditas por Jesus na sua profecia, nós, os que somos ‘desta geração’, temos visto ocorrer desde o ano de 1914, ano em que findaram os “tempos designados das nações”. Antes passariam literalmente o céu e a terra, do que ficarem as palavras de Jesus sem cumprimento. Portanto, as palavras de Jesus são muito dignas de nossa aceitação e crença.
19. Por vermos ocorrer tais coisas conforme predito, o que sabemos?
19 Portanto, ao vermos estas coisas ocorrer, o que sabemos? Sabemos que o instrumento divino para o nosso livramento, “o reino de Deus”, está próximo. O que devemos fazer, então, para provar que cremos nisso? Jesus disse: “Mas, quando estas coisas principiarem a ocorrer, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque o vosso livramento está-se aproximando.” (Luc. 21:28) Nós, os que somos ‘desta geração’, temos visto estas coisas preditas ‘principiar a ocorrer’ em 1914, e agora, durante os últimos cinqüenta e quatro anos e tanto, temos visto a sua ocorrência. Portanto, confirmaram-se as nossas convicções. À base duma longa seqüência de eventos preditos sabemos que o reino de Deus se está aproximando para o seu ato de destruir este sistema de coisas e seus apoiadores no Armagedom e para causar o nosso glorioso livramento.
20. Por que não devemos ficar abatidos por causa da perseguição e do ódio lançados sobre nós?
20 Certamente, então, não é este o tempo para nós, observadores esclarecidos destes cumprimentos da profecia de Cristo, ficarmos abatidos, com a cabeça pendente em desalento, em vista da perseguição e do ódio acumulados sobre nós por causa do nome de Jesus. Melhor é sofrermos assim por causa do seu nome do que padecermos a “angústia de nações, não sabendo o que fazer por causa do rugido do mar e da sua agitação, os homens ficando desalentados de temor e na expectativa das coisas que vêm sobre a terra habitada”. Homens e nações do mundo estão padecendo tais coisas porque se opõem ao reino de Deus, mas nós sofremos às suas mãos por proclamarmos “estas boas novas do reino” em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações, antes de vir o seu fim. (Mat. 24:14) Eles se defrontam com a destruição eterna. Nós nos confrontamos com o livramento eterno. Então, por que não nos erguermos e levantarmos a cabeça em esperança, elevando também a nossa voz, ao continuarmos a proclamar o reino de Deus? — Mar. 13:10.
21. Por causa de que outras coisas, conforme mencionadas no aviso de Jesus, não devemos deixar pender a cabeça?
21 Nunca devemos ficar abatidos, especialmente agora, nem deixar a cabeça pender e inclinar em sonolência e torpor, por nos gratificarmos demais com as nações mundanas nos seus esforços de esquecer e desconsiderar as coisas que ocorrem desde 1914. Visto que agora já é tão tarde e já se avançou tanto na corrente dos assuntos mundiais, dentre todos os tempos é este o de nos mantermos atentos ao que está acontecendo no avanço veloz do mundo para o seu inevitável clímax, e então agir como cristãos observantes, entendidos. Não nos atrevemos desconsiderar aquilo que Jesus incluiu na sua profecia como aviso: “Mas, prestai atenção a vós mesmos, para que os vossos corações nunca fiquem sobrecarregados com o excesso no comer, e com a imoderação no beber, e com as ansiedades da vida, e aquele dia venha sobre vós instantâneamente como um laço. Pois virá sobre todos os que moram na face de toda a terra. Portanto, mantende-vos despertos, fazendo todo o tempo súplica para que sejais bem sucedidos em escapar de todas estas coisas que estão destinadas a ocorrer, e em ficar em pé diante do Filho do homem.” — Luc. 21:34-36.
22. (a) O que significará ser apanhado para os que o são por aquele dia enlaçador? (b) Que condição do coração devemos evitar?
22 Arma-se um laço para apanhar a sua vítima numa fração de segundo, antes que possa escapar. Portanto, vir este dia repentinamente sobre nós, num instante, como um laço, significa ser apanhado além de qualquer chance de nos livrarmos, e significa morte para nós. Este dia enlaçador se aproxima rapidamente “sobre todos os que moram na face de toda a terra”, tão certamente como o dia segue a noite. Todos nós forçosamente entraremos naquele dia, visto que chegará repentinamente sobre toda a terra, não havendo morador na terra fora do seu alcance. Todos nós teremos de encará-lo. Mas como? Por fazermos o que fizeram as pessoas nos dias antes do dilúvio de Noé, comendo e bebendo em excesso, e entregando-nos às “ansiedades da vida”, inclusive às ansiedades com a busca de prazeres? Isto é o que a classe do “escravo mau” faz. (Mat. 24:38, 39, 48-51) Não são as coisas em que devemos fixar o coração, sobrecarregando nosso coração com estas coisas e deixando-o engordar, engrossar e ficar insensível à chamada de Cristo ao serviço do Reino. Neste tempo em que se determina o destino, precisamos prestar atenção a nós mesmos, a fim de evitar tal condição do coração.
23. A fim de sermos “bem sucedidos em escapar de todas estas coisas”, que atitude mental devemos manter e com a ajuda de quê?
23 É o tempo de mantermos nossos poderes e nossas faculdades plenamente despertas e ativas no serviço de Deus, é o tempo de fazermos súplica, porque não o podemos fazer na nossa própria força. Sem a ajuda de Deus, não podemos ser bem sucedidos. Só assim podemos escapar de partilharmos a angústia, o temor e a expectativa temível das nações mundanas e de sermos enlaçados na destruição com elas no Armagedom.
24. Nosso propósito, junto com nossa forte súplica, é fazermos o quê, e o que nos trará o cumprimento deste propósito?
24 O que nos esforçamos em fazer de todo o nosso coração é ficar de pé diante do Filho do homem, que vem “com poder e grande glória” para executar o julgamento divino neste sistema de coisas e nos seus apoiadores. (que toda a cristandade, a antitípica Jerusalém e Judéia, caia condenada na destruição diante deste Filho do homem, a quem ela hipocritamente afirma servir. Nosso propósito, junto com nossa forte súplica, é ficar de pé aprovado diante do Filho do homem, como seus verdadeiros seguidores, que nos mantivemos eretos, de cabeça levantada, constantemente despertos e nunca olhando para trás, para a cristandade e Babilônia, a Grande, da qual fugimos. Erguidos na plena dignidade de nosso serviço como servos livres do Deus Altíssimo, manteremos nossas cabeças levantadas, proclamando obedientemente o reino de nosso Pai celestial, Jeová Deus, e servindo seus interesses. (Rom. 14:4) Este proceder ativo e fiel nos trará em breve a grandiosa recompensa de sermos livrados deste sistema iníquo de coisas para a nova ordem bendita de Deus, para adorarmos e servirmos a ele ali no seu imperecível templo para todo o sempre.
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Que proveito tirou de sua Assembléia “Boas Novas”?A Sentinela — 1969 | 1.° de maio
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Que proveito tirou de sua Assembléia “Boas Novas”?
As testemunhas de Jeová, jovens e idosas gostam de se reunir em assembléias, assim como ordenado em Hebreus 10:24, 25. Esta é a razão por que centenas de milhares delas viajaram muitos quilômetros para assistir a uma das Assembléias de Distrito “Boas Novas Para Todas as Nações”. Elas foram realizadas em mais de 120 cidades, em mais de vinte e cinco países, contando-se só o hemisfério setentrional, durante julho e agosto do ano passado. E quão grandes foram as multidões que vieram! Em quase cada país, a assistência foi de 10 a 30 por cento acima daquela do ano anterior, num total de 928.756.
As testemunhas que não tinham liberdade de se reunir em grandes números em suas próprias terras viajaram a países onde podiam reunir-se. Uns 5.000 viajaram da Espanha até Toulouse, na França, assim como fizeram também mais de 600 testemunhas portuguesas. Mais de 2.000 da Iugoslávia estiveram na assembléia de Villach, na Áustria, e acima de 500 da Grécia usufruíram uma assembléia em Ulm, na Alemanha. Todas estas assembléias, naturalmente, foram realizadas no próprio idioma delas.
Quão bem os jovens estiveram representados nestas assembléias! A imprensa pública, vez após vez, comentou este fato e observou que não havia ‘gerações em conflito’ entre as Testemunhas. Assim, o B. T. (um dos maiores diários da Dinamarca), publicou uma entrevista com várias Testemunhas jovens, apresentando seu conceito sobre a Bíblia, a moral, o casamento, a maneira de se vestir e outras coisas. Declarou nas suas observações introdutórias:
“Não se trata de um assunto para gente velha — há muitos casais mais jovens e jovens solteiros, moços, adolescentes e crianças. Todos escutam com atenção e confiança os discursos e as explicações bíblicas dadas pelos mais velhos. Não há rebelião da juventude entre as testemunhas de Jeová. O que as mantém unidas
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